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sábado, 29 de março de 2014

1ª ida ao cinema



A 1ª ida do Vicente ao cinema.

Não foi um filme de animação. Não foi um filme pacifico - embora os filmes e estórias infantis tenham muitas mortes - um dia destes até eu fiquei surpreendida com o livro do lobo mau, em que o lobo comeu a avó, depois comeu a neta e depois veio o caçador e abriu-lhe a barriga com uma faca. E a Concha a-d-o-r-a. Eu dizia: Era uma vez um lobo mau. E ela: mau e GRANDE!!

Em qualquer idade é importante encontrar um significado para a vida. Encontramo-lo muitas vezes achando a moral da estória. Para isso os recursos internos devem ser desenvolvidos, estimulando o pensamento, as emoções e a imaginação. Os contos infantis permitem aceder aos significados mais profundos e ao que é mais significativo, dependendo do estádio de desenvolvimento.

Tudo o que tem a ver com super-heróis entretém e desperta imenso a curiosidade do meu filho, desperta-lhe a imaginação e a fantasia.

Cada vez que aparecia o anúncio na televisão ele ficava super entusiasmado. Tanto que comecei a equacionar a possibilidade de o levar.

Recebi o convite giríssimo para irmos à ante-estreia, mas foi impossível aceitar. Em Lisboa, no meio da semana e à meia-noite:(

Mas foi hoje o dia. Um almoço com os avós paternos, uma ida ao parque, um adeusinho à Concha - foi a única que não foi, embora andasse de manhã pela casa a dizer que ia ao cinema (e dizia a cantar, atenção. Esta menina agora tem a mania de falar a cantar, só visto!).

Logo que começaram a apresentar outros filmes, ele ficou extasiado com outro filme da Marvel que vem por aí, o do Homem Aranha.  E quando começou o Capitão América dizia "é agora, é agora". Vi que ficou ligeiramente chateado por o Hulk não aparecer neste - o preferido dele é sem dúvida o The Avengers, onde a malta aparece quase toda (Peter Parker não).


Ele adorou. 

E eu deixo-vos esta reflexão super interessante que encontrei:


Ao retratar temas que se vivem no quotidiano, as histórias como as do Homem- Aranha, da Batman e do X-Men conquistam meninos e meninas de todas as idades, além de educarem sem a monotonia da maioria dos livros didácticos. "Nas histórias, os vilões são sempre mais poderosos, obrigando os heróis a se superarem para vencer as batalhas", diz o Professor Francisco de Assis, pesquisador do uso da física nos livros de quadradinhos. 




Através das histórias de super-heróis as crianças aprendem a

… ser altruísta 
Os super-heróis quase sempre apelam ao uso de máscaras para poder ajudar a humanidade a se livrar do mal sem revelar sua própria identidade. Eles abrem mão de qualquer reconhecimento. Existe prova maior de altruísmo? 



Homem-aranha - Peter Parker teve mil oportunidades de usar o poder do Homem-Aranha em proveito próprio. Mas a sua tia ensinou- lhe que o melhor poder é fazer o bem. Quanto maior esse poder, aliás, maior é a responsabilidade.



Batman - Bruce Wayne, a identidade secreta do Batman, doou toda a sua fortuna aos necessitados, além de financiar medicamentos com o dinheiro das indústrias Wayne e de criar uma rede de bolsas de estudos para crianças carentes. 




Super-homem - Nascido no planeta Krypton e sempre usando o uniforme azul e vermelho, o Super-Homem tem como principal habilidade agir com o coração. Ele não diferencia as pessoas na hora 
de prestar socorro. Todos são iguais. 





… valorizar o estudo 
Praticamente todos os heróis tem estudos superiores. Isso mostra que não basta força ou rapidez, é preciso estudar para ser bom. Existe até um ranking dos cinco mais inteligentes: Senhor Fantástico, Homem de Ferro, Hulk, Fera e Homem-Formiga. 



Peter Parker (Homem-aranha) - Peter Parker ainda não concluiu os estudos, mas destaca-se nas aulas, além de ajudar cientistas famosos. E, embora as coisas em geral não sejam fáceis para ele, o menino prodígio não desiste de aprender. Nunca! 




Tony Stark (Homem de ferro) - Tony Stark, identidade secreta do Homem de Ferro, é um bilionário formado em física e engenharia. É o segundo super-herói mais inteligente, por isso sempre reergue os seus aliados a partir das suas invenções criativas. 




Bruce Wayne (Batman) - Bruce Wayne levou 20 anos para virar Batman. Os seus conhecimentos em legislação, criminologia e perícia permitem desvendar qualquer crime.



… gostar de ciências 
Quando a ameaça é grande, os heróis unem-se para combater o mal. Mas em destaque ficam os cientistas, que entendem todos os poderes dos heróis, exploram pontos fortes e fracos dos vilões e resolvem os mistérios. 



Buraco Negro - As histórias também explicam, por exemplo, princípios físicos que não se aprendem na escola, como buracos negros, viagens no tempo, universos paralelos, mecânica quântica e teorias dos muitos mundos. 




Hera Venenosa - A Hera Venenosa é uma vilã que entende tudo de ecologia. E os doutorados em biologia da Mulher Invisível a tornaram especialista em lidar com ameaças alienígenas. 





… reconhecer a igualdade entre os sexos 
Se as aventuras de 1960 mostravam a mulher como namorada do herói, sempre resgatada do perigo, nas últimas décadas esse conceito mudou radicalmente, conferindo-lhe um papel activo nas histórias.

Como foi o caso do que vimos, em que a Viúva Negra é gira, inteligentíssima, com um humor fantástico e extremamente capaz de derrotar os vilões.







quarta-feira, 12 de março de 2014

Ficou simples e ficou perfeito - o bolo do Vicente


Como já tinha escrito, não gosto muito de bonecada e fujo dela sempre que posso.
Mas o mais importante, acima de tudo, não é vermos os nossos filhos felizes? E nesse percurso temos de engolir alguns sapos, pois temos.

Ele gosta de motas e carros, de índios e cowboys. Mas o  que lhe enche as medidas são mesmo os super heróis.



Neste impasse do faço-não faço, acabei por deixar passar o tempo. E agora que já passou o momento, já posso dizer "e ainda bem".




Fui esperando, demorando a decidir, sem saber o que fazer. Que fossem os super-heróis sim senhora. Mas tinha de ser coisa pouca, mais soft e mesmo com um toque muito especial.




E quase em cima do acontecimento a magia aconteceu.

A M&Co Party Design tratou de tudo - e só não tratou de mais porque eu não deixei, que não valia a pena. Ainda continuo com a ideia de que as festas dos mais pequeninos devem ser muito caseiras. Sou um bocadinho contra a pressão que existe em termos de decoração, de tema escolhido, de outfits, de lembrancinhas...

Um dia talvez mude, até porque sou daquelas que nunca diz "desta água não beberei", mas ainda não foi desta vez "o dia".




Obrigada pelos super-heróis maravilhosos, que o fizeram delirar.

Obrigada pelas bolas de sabão, mas principalmente pelas pulseiras comestíveis da Hussel. Os 4 adoraram!




E a M&Co vai estar em Évora, no dia 12, no 4D&Friends!

Já repararam que falta 1 mês?!?!
















E ainda há outro tema que adoro, o do Capuchinho Vermelho!

Querem ver?





Todas as ilustrações são da Raquel Pinheiro, o que torna tudo ainda mais cool.





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segunda-feira, 10 de março de 2014

Campo ou cidade?


Sempre vivi na cidade e os meus filhos sempre viveram na cidade.

A diferença é que na casa dos meus pais há um jardim enorme, quase uma mini-quinta, e a nossa casa é um apartamento que, embora espaçoso, não deixa de ser um apartamento.


Um dia destes a minha mãe estava preocupada, que a Concha não reconhecia a palavra quintal. Pois...


O dia de aniversário do Vicente foi passado assim. Nas sete quintas. Ou na quinta dos avós emprestados.

Sei que lhes faz falta este convívio com os animais e com a natureza. Se não ainda lhes acontece como o outro menino que achava que os porcos eram cor-de-rosa, porque era assim que apareciam nos livros infantis. 

E vocês, se pudessem escolher onde gostavam de viver: campo ou cidade?






















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sexta-feira, 7 de março de 2014

Bateu uma saudade







Parabéns a você



nesta data querida,

muitas felicidades, muitos anos de vida.

Hoje é dia de festa,

cantam as nossas almas.

para o menino Vicente,

uma salva de palmas.






Viva o Vicente, viva o Vicente, viva o Vicente, viva o Vicente.




My boy turns four.




Parabéns peixinho.







És emotivo, super fantasista e contigo a imaginação goes wild. Adoras brincar sozinho no teu mundo imaginário, onde os super heróis são os reis. Adoras televisão e aquela caixinha para ti vale ouro. E quem diz televisão diz tablets, que tudo o que seja visual e táctil te encanta e te espanta.

És o menino da mamã e todo tu te iluminas quando me vês ao fim do dia. Precisas de beijinhos. Tanto, tanto quanto da tua pêpê para dormir. Não sabia o que era ter um filho de 3 anos com chupeta e peremptória afirmei que quando fizesses 4 isso acabava. Será? Ou estou mais flexível (termo erudito para dizer mole) ou realmente os filhos ensinam-nos que não há duas crianças iguais, filhos da mesma mãe e do mesmo pai.




És teimosão e brincalhão. Risonho e chorão. Um bebé grande e um matulão. Em suma, um amor de filho.




Adoro-te gatinho.






quarta-feira, 5 de março de 2014

My lucky seven está quase a fazer 4


É já no dia sete, sexta-feira, que o meu miúdo se torna realmente um miúdo. A passagem dos 3 para os 4 é muito importante sim senhora!

É já na sexta-feira e ainda não sei o que lhe vou comprar. Bem, saber sei, não sei é onde vou encontrar.

Bonecos dos Vingadores (já tem o Homem de Ferro. Acho que ia adorar o do Capitão América) ou fato de Super-heróis - principalmente o do Homem de Ferro.


Onde vou desencantar isto agora??


E ideias para o bolo?

Tem de ser algo do género:













Não sou fã, pois que não sou. Mas ele é.

Mãe sofre!!

:)





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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Um gato-que-podia-ser-um-rato-que-podia-ser-um-grilo-que-até-podia-ser-um-pinguim. E uma joaninha vaidosa de salto alto e sorriso maroto.



Porque já me perguntaram várias pessoas onde é que eu comprei o fato ou onde arranjei o tule ou onde consegui os maravilhosos sapatos, vou contar. As asas e a bandolete foram compradas há um ano. Não sabia se ia chegar a usar, mas encantei-me e comprei. Quando a tia Rita lhe ofereceu uns sapatos de sevilhana pelos anos fez-se o clique. Aqueles sapatos seriam perfeitos para a joaninha. O resto veio rapidamente à cabeça: uma saia tutu preta e uma blusa preta - pensei em maillot primeiro. Os sapatos não são os mesmos, que os outros há muito que deixaram de servir e ficaram sempre a enfeitar o quarto dela. Lembram-se de os ver aqui? Estes sapatos têm de ser um ou dois números acima, não esqueçam disso se por acaso forem de passeio a Espanha. Eu tive a ideia, a avó materna, minha madrecita portanto, e a madrinha fizeram o resto. Compraram o tule, fizeram a saia, compraram a blusa que só havia número maior, cortaram e apertaram e compraram os sapatos e ainda enviaram pelo correio. Duas antigas professoras de liceu que têm um jeito enorme para tudo e mais alguma coisa e uma paciência de Jó para acatarem as minhas ideias. Obrigada às duas do fundo do coração.




E obrigada à Cláudia da True Colors Fotografia que os veio fotografar e tornou aquele momento ainda mais especial.


A Concha passou o dia a contar:

Joaninha com sete pintas
Tão linda voando assim
Joaninha de sete pintas
Bem-vinda ao meu jardim!





















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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Conversa a caminho da escola



Concha: Quem era?

Vicente: Era um velho.

Concha: Era um velho.

Mãe: Não, não se diz isso. Era um vizinho.

Concha: Um velhinho?

Mãe: Não, um vizinho. Um vizinho querido.

Concha: Era um velho. Querido.

Mãe: Nããão. Era um senhor querido e amigo. Velho não se diz.

Concha: Podes pôr a música se faz favor?




Saudades de escrever aqui as coisas deles. Uma das razões, para além da falta de tempo, foi a fase que estávamos a viver. Os mais velhos já tinham passado este timming maravilhoso e os mais novos eram muito pequeninos para estas tiradas de chorar a rir.
Para mim, ou melhor, com a experiência cá de casa, posso dizer que a melhor fase é a dos 3-6 anos. Apanhamo-los em cada conversa!
A Conchinha que é uma despachadona e diz tudinho, TUDO, começou mais cedo.
Se não apontar sei que saberei que eles eram muito engraçados, que tinham entre eles conversas hilariantes, que a miúda com 27 meses (feitos hoje) sabia contar até 20, sabia as cores e sabia utilizar os verbos nos tempos correctos... e de pouco mais me recordarei. Sim, a memória prega-nos partidas.


Vai daí, pimba. Este diário continua a ser um diário das coisas deles, por mais voltas que tenha dado.


Beijinhos e abraços.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Coisas dos mais pequenos



Alternam entre um alentejano mãeiiiii e um brasileiro mamãeiiii.




Ele diz-lhe "anda cá rapazito".




Hoje encontrou uma concha e andou pela casa a dizer (sem ninguém lhe encomendar o serviço) "Concha, olha aqui a tua mana". Depois, cheira-me que com dica do mano Manel, veio com nova investida e rectificou "Não, é a tua prima afastada".




Eu a treinar com eles os afectos com o boneco. O Vicente faz-lhe tanto mal. E eu digo "Não Vicente, estás a magoar o bebé". Responde ele prontamente "A mim não dói".




Beijam-se e abraçam-se e a seguir batem-se. Ela dá-lhe a chupeta às escondidas para que ele mate o vício.



Ela anda pela casa a cantar os parabéns como se não houvesse amanhã. Os parabéns e mais não sei quantas canções estrangeiras, devem ser gregas ou japonesas ou qualquer coisa in between.

Ele tem uma adoração pelas marcas dos carros e grita muito, principalmente quando vê um misubishi ou xéólê.

Brigam-se porque querem tudo o que o outro tem e desinteressam-se se o outro já não quiser.




Ver estes dois juntos é bom demais, embora canse um bocadinho :)






sábado, 9 de março de 2013

Cantam as nossas almas



A festinha do V. foi do mais familiar possível. São sempre. Enquanto são pequenos e enquanto não aparece a febre das festinhas dos amigos e das festinhas com os amigos do colégio, os meus filhos têm celebrações muito cosy e familiares. Apenas nós e os avós e as tias e os tios. Não temos pompons, nem grinaldas, nem decorações maravilhosas. Mas em compensação temos sempre uma data de bolos de anos. Assim cantamos os parabéns e voltamos a cantar e ainda mais uma vez e outra se for preciso. All day long.

Esta é que nunca me tinha acontecido. O Vicente gostou tanto,tanto do bolo que chorou porque não queria que o partissem:) ♥ ♥




Conchita espanholita (vestido maravilha comprada em Espanha)




Correrias e tropelias



Vicente a inspeccionar a obra de arte


Os quase-gémeos


Com tantos há sempre um a fazer birra

A Conchinha a sair da casca

Quem, eu??

Soprou, apagou e encantou.

Chocolate com recheio de brigadeiro. Que delícia!
(obrigada Bolos com Sabor)

Vicente depois de comer o pneu do Faísca


Giraço

Concha: vestido José Varón
bolero Benetton
Vicente: camisola Girândola na Giroflé
calças Gocco
camisa- Metro Kids
botas Zippy




E agora vamos cantar para toda a bicheza cá de casa, grandes amigos do aniversariante


espera, espera, o porco ficou de costas


e agora a zebra ficou de olhos fechados

e agora foi o mano mais velho

ui, que medo!

                     ♥                                 




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