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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Um novo olhar



Na quinta-feira passada estive com a Sílvia, da Lash Addiction, a tratar das minhas pestanas. Recebi este maravilhoso convite e fui experimentar.

Nunca o tinha feito e posso dizer que o resultado superou as minhas expectativas.

Literalmente fiquei com um novo olhar. Ouvi pioropos, ouvi comentários do género "Uau, esse rímel que usa é maravilhoso!", o que foi excelente, porque confesso que tive algum medo de parecer que não eram minhas!

Felizmente ficou muito natural, com umas pestanas lindas e super definidas.



A parte chata é que demora um bocadinho e faz alguma impressão nos primeiros dias, mas como tudo, é uma questão de hábito. E acho que o mais difícil mesmo vai ser ver-me sem elas!




Enquanto estava deitada a ser tratada pelas maravilhosas mãos da Sílvia, aproveitei para saber mais sobre ela e sobre este serviço. Gostei muito da nossa conversa, principalmente de perceber que é da área da psicologia e que adora ajudar os outros, fazendo voluntariado com doentes com cancro.




Eis tudo o que a Sílvia me foi dizendo:



A Lash Addiction nasce da vontade de dar a conhecer à mulher portuguesa a inovação do serviço de extensões de pestanas e de como a sua imagem pode ser valorizada com as mesmas. Por todo o mundo tem sido uma revolução na estética, tendo este serviço deixado de ser exclusivo de algumas celebridades e estar disponível a todas as mulheres.

Como Formadora na área da estética nenhum outro trabalho me fascinou tanto como as Extensões de Pestanas.

Apaixonei-me pelas Extensões desde a primeira hora e já lá vão 4 anos sem as deixar de colocar. A primeira aplicação é dramática e nada altera tanto o nosso rosto e o nosso olhar. Tendo a noção de que as minhas clientes não conseguem estar sem as extensões e de como isso afecta a sua auto estima, rapidamente percebi que seria um negócio de sucesso.

Sendo a principal actividade a extensão de pestanas, presto ainda o serviço design de sobrancelhas, com a depilação com o fio (threading). Acabei de tirar uma formação de extensão de sobrancelhas, novidade em Portugal, que permite preencher, disfarçar cicatrizes e fazer por completo as sobrancelhas a quem já não as possua. Neste momento estou a fazer um upgrade do serviço de pestanas, com a introdução muito em breve no mercado de pestanas em 3D. Faço ainda voluntariado com doentes oncológicos a quem mediante autorização medica, seja possível fazer extensão de pestanas.



E agora as fotos que não me deixam mentir!







E estejam atentas. num dos próximos passatempos a Lash Addiction vai entrar!



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sexta-feira, 21 de março de 2014

7 coisas da semana




  • Uma cliente minha, de psicoterapia, disse-me no início de mais uma consulta: Conheci o seu blog. Gostei tanto. 
          E eu senti-me apanhada a fazer alguma asneira. Daquelas que nos levam a ficar sem recreio.



  • A Concha anda toda contente, com duas bonecas de pano, maiores do que ela. Diz que são as suas filhas: a Sofia e a Inês. Pediu-me, cheia de amor maternal, se podia levar as filhas para o colégio e eu respondi-lhe que só podia levar uma. Que tinha de escolher. E naquele momento senti que a estava a forçar a decidir entre o amor de dois filhos. E ela escolheu a Inês. Ora toma que já almoçaste.


  • Esta semana fui cuidar de mim e foi tão bom. Obrigada Dermofashion.



  • Os sonhos são uma coisa engraçada. Ontem, durante o dia, lembro-me de ter falado com um grupo de alunas que me estava a convidar para ir ao jantar da Queima das Fitas e de eu ter respondido que era melhor não, que depois bebia um copo e ainda fazia alguma asneira (sou brincalhona, I know). Depois nas aulas falámos de fobias e de que, alguns comportamentos ditos normais, dentro de um determinado contexto (por exemplo, ter muito medo de conduzir depois de um acidente de carro), passam a patológicos se se mantêm e persistem no tempo (por exemplo, nunca mais conduzir na vida, depois de ter sofrido um acidente de carro). Durante a noite, pumba, tive um pesadelo enorme. Sonhei com o quê? Sonhei que estava a conduzir completamente com os copos e que fiz tantasssss asneiras com aquele carro. E qual era o carro? Um Seat que eu tinha, e que literalmente me salvou de um acidente de carro terrível, pelo qual passei, há uns anos largos. Tinha acabado de terminar o curso naquela altura. Não, não envolveu copos. Felizmente sempre tive o discernimento de nunca beber e conduzir. Para além disso eram 10h da manhã for God's sake! Um condutor na outra faixa que perdeu o controlo do carro e que me veio bater de frente. O pobrezinho do Seat foi para a sucata, só para terem uma ideia. E a memória foi buscar este episódio traumático e mascarou-o com outros temas do dia. Curioso, não? Por isso é que eu gosto tanto de Psicologia.



  • Esta semana tive a prova provada que ainda existem pessoas boas, só porque sim, que não fazem que não ouviram o que pedimos, que dizem que ajudam, mas que nunca pensaram realmente em tomar essa atitude. Percebi que ainda há pessoas boas e honestas e directas. Depois de me ter magoado e desconfiado que a humanidade já não tinha mesmo remédio, voltei a acreditar. Obrigada a ti.



  • E também soube esta semana que há fortes probabilidades de conseguir viajar, para bem longe, ainda este ano. Aquela viagem que eu já não faço há 5 anos. Para um dos destinos dos meus sonhos. O marido com o seu emprego complicado deu luz verde. Mas nunca fiando. Eu sou aquela que está à espera do iphone-presente de Natal até hoje. Ahhh, em relação a isso, ele disse que era para a semana. E eu ri-me.



  • E hoje a minha aula foi sui generis. Porquê? Estou completamente afónica. Os alunos adoraram. Claro:)




Bom fim-de-semana!





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sexta-feira, 14 de março de 2014

Do amor




A minha vida é feita de amor, é feita de falar de amor e, convenhamos, principalmente de desamor, do medo de perder o amor, do fim do amor, da difícil escolha e luta pelo amor.

Sou terapeuta de casal há 15 anos.


E ontem perguntava aos meus alunos - como resiste um psicoterapeuta a tanto sofrimento, como aguenta lidar com os sofrimento dos outros, durante tanto tempo e, será que trabalhar consecutivamente com a mudança, com gerar mudanças, também não o faz mudar?


Aguenta, aguento, pelos finais felizes, que nem sempre tem de ser de mãos dadas rumo ao pôr do sol.

Aguenta, aguento, pelo sentimento de realização, de dever cumprido, por ajudar alguém a tomar a sua decisão, por ajudar alguém a mudar, a saber o que quer, a fazer mais e mais e mais e melhor. A lembrar-se novamente daquilo que já soube de cor.


E muda, e mudo. E cresce, e cresço. E vivo a vida como no cinema, vivo várias vidas através de tantas estórias de amor e de desamor e de resgate e da redenção, e da resiliência e do perdão. 


Mas aqui não sou um espectador passivo, mas um actor participante na vida de tantas pessoas que já me procuraram.


A Sara convidou-me a falar de amor, do meu amor e eu fiquei sem fala. Porque é mais difícil falarmos de nós, nós que estamos sempre a reflectir sobre os outros. Mas também nós, temos de reflectir sobre o que se passa cá dentro e do que se passa entre nós. Tantos nós, tantos laços mais lassos ou menos lassos. Tantos nós.


E eu emprestei-lhe o poema que escrevi, há 14 anos. E que continua actual.



Obrigada Sara pelo convite.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Pequenos nadas, grandes expressões - uma loucura de vida


O dia começou tão confuso. Demorei mais do que o habitual a conseguir levar os mais novos para o colégio. 
Este post teve hoje ainda mais sentido.


Tenho é de acrescentar outro ponto. Nunca escondas uma Kitty (Hello Kitty para os outros, Kitty para a minha filha) no fundo do baú, para que ela nunca a encontre na vida inteira, que vai ser mesmo isso que ela vai desencantar e querer levar para a escola.
Mas onde é que ela aprendeu o nome? São estas coisas que ensinam lá onde passa os dias? Tststs
Eu condescendi com a Minnie e pensei que nunca fosse condescender; condescendi quando ela começou a dizer que queria ser a Hulka... mas a Hello Kitty? Pleaseeeee. Nunca gostei e ainda hoje me pergunto porque é que não ofereci aquele peluche a alguém?


Isso tudo e ter 50 mails para responder quando cheguei a casa, fizeram-me ter vontade de beber um gin logo pelas 11 da manhã!


Por isso quando me convidaram para ir beber café, eu até me esqueci que não bebo café e disse logo que simmmm. 3 horas a rir e a dizer disparates foram suficientes para me fazer sentir uma pessoa cool, que até tem tempo para passar três horas com os amigos.


E depois bateu a realidade de tudo o que tinha deixado por fazer. Isso e terem-me trancado o carro com outro carro e quando chega o senhor fulano, nem desculpe diz. Aqui não me contenho, gostem ou não, e tenho/tive de dizer: "Um desculpe ficava tão bem".


E o stress de não estar a horas de ir buscar o nº2 que vinha a chegar de uma visita de estudo?? Não é brincadeira!


Enfim, lá se tinha ido o estado zen de "sou uma pessoa cool e porreira sem obrigações". A realidade é como um balde de água gelada no Inverno, não vos parece?


Chego tarde, os neurónios deixaram de funcionar e acabo por lhes dar o segundo lanche tardíssimo, o que significa rambóia cá em casa até altas horas hoje.


Pensei que estava arruinado o resto do dia, quando vi os meus 3 filhos mais novos a brigarem por uma máscara de robot que queriam transformar em Daft punk e os dois pequenos a desmancharam a cama TODA do Vicente para saltar em cima do colchão.


Quando me bateram à porta pensei: não quero saber, vou esconder-me debaixo da cama e pronto.


Mas era um coisa boa, tão boa. Uma surpresa fantástica! Estou a sentir-me tão importante com o meu novo blog planner e um colar lindíssimo. Muito, muito obrigada Pequenas Expressões. Soube mesmo como alegrar uma mulher-mãe à beira de um ataque de nervos!


Boa noite de sexta. Bom fim-de-semana!




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ele há títulos muito pomposos




Desde hoje, ou melhor ontem, que sou embaixadora da Dermofashion.


Tudo começou com uma sugestão para o dia dos namorados, um telefonema com um convite, um gritinho histérico do lado de cá quando me apercebi que tinham o tal tratamento para olheiras que falava há séculos.


Sem recusas. Sem pausa para pensar. Com muita vontade de experimentar tudo e tudo. Com muita vontade de arranjar o tal tempo para mim, que nunca consigo desencantar.


E cada vez com mais vontade de apoiar quem vive mesmo aqui ao meu lado.



Embaixadora Dermofashion

Dermofashion
Clínica de estética & SPA, especialista em tratamentos faciais, corporais e terapêuticos.


Vão passar a ver este selinho (que saudades dos selinhos no blog, ainda se lembram?)
na barra lateral direita. Depois é só clicar e entrar no mundo encantado das massagens e afins.
Uma perdição!


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Mãe, esta é para ti



A minha mãe anda muito preocupada com as minhas fotos. E não é a única.

Para além de não ter ainda o iphone - por este andar vou tê-lo no meu aniversário, em Setembro - andei a mexer na câmara e nos efeitos da câmara fotográfica do samsung e desestabilizei aquilo tudo. Só pode. As fotos estão cada vez mais estranhas. 


Portanto mãe-querida-que-estás-longe, aqui tens novas fotos dos teus netos.


Estes dois juntos são o paraíso e o inferno. A sério.

Hoje discutiam de berros e lágrimas e tudo e tudo para decidir quem saía pela porta da rua primeiro. Parece mentira, mas é verdade. As mães atrasam-se por cada coisa!

E se hoje estavam de costas voltadas ou engalfinhados, ontem descobriram uma maleta de pinturas de uma boneca e foram-se ao verniz, juntinhos, juntinhos. Muito amigos, muito cúmplices, pintaram as unhas a si, ao outro, ao pai...um regabofe pegado.


E eu ontem estava em dia sim, afinal era o dia de anos do mais velho - 13, já sabiam?!?1

Portanto, deixei-os pintar a manta, que não é assim coisa de todos os dias cá por casa.


Resultou nestas fotos deliciosas.


Ser mãe é cansativo. Mas tããããããoo bom!












Vicente: pullover e calças Knot
Concha: gola alta Gocco, túnica Letras Bordadas,
calções e merceditas e colete comprados em Espanha -adoroooo




E já que a mãe estava a fazer pendant nas cores, tinha de mostrar o presente lindo que recebi da Fio a Pavio, e que estreei ontem. Foi muito elogiado!
Obrigada:)

Tirar fotos a moi-même foi muiiiito, mas muiiiiiito mais complicado!










terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Me time



Estes dias têm sido super agitados, como devem calcular.

Sem tempo para dormir, sem tempo para descansar, sem tempo para cuidar de mim.


São muitas coisas a acontecer ao mesmo tempo, muitos lados para onde me tenho de virar. É óptimo, claro, mas por vezes tem de ceder por algum lado. E geralmente o elo mais fraco é quem? Somos nós, não é mães?


E sem estar a contar recebi um convite tão engraçado. A Corinne, que eu já conheço há tantooo tempo (desde que entrei no cabeleireiro dela em 1995 para fazer um corte diferente e uma madeixa azul no cabelo!) fez-me uma proposta-desafio difícil de recusar para quem gosta de desafios.


Ela, que é considerada há já muito uma das melhores cabeleireiras da zona centro, soube que no outro evento, de 4 de maio, eu falei numa mudança de visual e agora resolveu propor-me o mesmo.

Medoooo. A menina da madeixa azul e do corte diferente é agora mãe de 4 criancinhas e uma senhora respeitável. Será que vou virar avantgarde outra vez?


Não sei, mas ela disse-me para confiar e eu confio. Aquele pedacinho de tempo a cuidar de mim vai saber-me a rabanadas, a filhós e a pudim. Vai saber-me pela vida. Sim, sim, sim.




segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Gestão de tempo, definição de prioridades e be creative!




Ando completamente estoirada. 60 horas de formação para certificação em dois fins-de-semana seguidos deram cabo de mim. A bem dizer as minhas férias – se férias forem sinal de descanso – foram em Julho, quando os miúdos estavam com os avós e só tinha, à vez, um comigo, no máximo dois.

Depois fomos então de férias, a 6, com tudo o que isso implica, com tudo o que conseguirem imaginar. 

Setembro foi tempo de regressar, com todas as exigências inerentes a esta altura do ano: comprar roupa para eles, comprar material escolar, comparecer nas reuniões de pais, levar os mais novos para a escola nova, entrando o mais tarde que conseguisse e indo buscá-los o mais cedo que pudesse. 

Era tempo de fazer e corrigir exames de época especial, preparar novas disciplinas, ir a reuniões, supervisionar estágios e dar mais um passo na certificação de life coaching. E ainda tempo de continuar as consultas de terapia familiar e de casal e preparar formações e escrever posts e preparar passatempos e fazer pesquisas para o blog… Ficaram cansados só de ler? Imaginem eu.



Estou sempre a dizer a mim própria que vou parar, que vou definir prioridades, que há coisas que vou deixar para trás, mas é complicado, principalmente porque aquilo que mais facilmente poderia deixar para trás, é aquilo que até me dá mais gozo fazer.



Enfim, no meio de tudo isto estou entusiasmadíssima com a remodelação / decoração do quarto da Concha.

Já colocámos todos os quadros e quadrinhos na parede – não foi fácil. Estava com medo, confesso. Que ficasse de menos, que ficasse demais, que ficasse com ar mais kitsch do que clean… não sou pró nisto e estava apenas a servir-me do meu gosto e da minha sensibilidade. 

E felizmente estou a adorar. Faltava-me apenas um tapete novo e transformar os cortinados e pintar o candeeiro. Não, não estou armada em Querido Mudei a Casa, mas achei que aqueles cortinados e aquele candeeiro tinham definitivamente de ficar. Só teríamos de fazer uma pequena alteração – a barra do cortinado passaria de azul para rosa pálido e o candeeiro, de azul clarinho a branco. 



E neste momento só falta mesmo isso, porque o tapete já o trouxe comigo na sexta feira, da loja Quadrinhos da Mó. O mesmo tapete tem duas medidas e cores lindas, desde as mais pálidas às mais vibrantes. O rosa chiclete é fantástico! Vejam a página e visitem a loja, vale tanto a pena. Curiosamente já é a segunda ou a terceira vez que me surpreendo pela positiva quando conheço as lojas ao vivo. Não que as páginas não estejam bonitas, mas ao vivo brilha tudo de uma forma tão mais intensa.



Antes da formação fui fazer uma experiência que parece-me, deu certo e por isso vou falar dela aqui.



Eu sou mega fã de alisamentos. Fiz o primeiro há 2 anos e o segundo um ano depois. Estava na hora de fazer o terceiro, mas confesso, não me estava a apetecer dar novamente 150 euros – os que fiz ficaram excelentes e foi esse o preço que paguei. E realmente o preço era também uma das razões porque andava a pensar se voltava a fazer um terceiro agora.



Recebo imensa publicidade, imensos mails para aderir a isto e aquilo e para comprar isto ou aquilo. Quase 99% das vezes nem abro para ver. Em Junho abri um mail do Clube Fashion porque a palavra saltava à vista “Alisamento”, por 19,90.

Obviamente que achei que era impossível que fosse verdade ou, pelo menos, que fosse alguma coisa do género do que eu tinha feito. Mas pensei “nem que seja apenas uma espécie de brushing, perco muito pouco se experimentar”.



Naquela altura não me dava jeito nenhum marcar, mas sabia que até Novembro ia arranjar tempo para usufruir do voucher. E assim foi. Marquei facilmente, sem conhecer o sítio, sem conhecer ninguém que tivesse lá ido experimentar. À aventura mesmo.



Quando lá cheguei a ficha caiu-me - uohhh, este cabeleireiro é um bocadinho simples demais, não é? É que os olhos também comem. 

Não que tivesse desarrumado, ou sujo, mas era demasiado simples, demasiado à cabeleireiro de bairro, sem estilo, sem carisma. Claro que fiz um mega juízo de valor e rematei com a convicção absoluta - estou feita. Valerá a pena sequer experimentar?

Mas continuei, eu e o meu voucher, sem medo, prontos para tudo.



A dona foi simpática, mas começou logo com uma conversa que me deixou ainda mais desconfiada – sim, sou desconfiada por natureza. Que este tratamento era mesmo muito fraquinho, que o cabelo ia ficar mesmo com aspecto sujo e que eu não podia lavar até domingo – e a minha formação? – e que havia outro mais forte, que era impecável, que podia chegar a casa e lavar e que durava muito mais tempo. Não era alisamento japonês, mas era indiano. O único problema é que o preço era diferente. Ok, pára tudo outra vez. 



Fiz cara feia, mas perguntei quanto é que tinha de pagar a mais. “São mais 20 euros” disse-me a dona. Confesso que suspirei de alívio e fiz contas à vida – os outros 20 já tinham sido pagos há imenso tempo e mais 20 não era nada exagerado. Se fosse banha da cobra, também não ia morrer por causa disso. Sabia é que tinha o poder de decidir que não, se assim o entendesse. E também que não queria arriscar ficar com o cabelo todo blhéc, isso é que não.



Vamos lá resumir isto. Fui muito, muito bem tratada. Ri-me imenso à conversa com a dona e o cabelo ficou impecável. Claro que como boa desconfiada que sou, mesmo assim pensei “Quando lavar o cabelo fica tudo igual”. Mas não ficou. Ficou lindo e brilhante e sedoso.

Claro que não sei quanto tempo é que vai durar. Isso só o tempo o dirá. Mas fiquei muito contente por ter arriscado, fiquei contente por me ter saído bem e por, no final de contas, fazer por 40 o mesmo que tinha feito duas vezes por 150.



Noto que o sistema low cost, finalmente e felizmente, está a entrar realmente no nosso vocabulário. Há imensos grupos no facebook de compra e venda, inclusivamente de roupa de criança muito engraçado e a funcionar muito bem. As vendinhas de roupa em 2ª mão organizadas pela Ana Lemos também são um sucesso. E as lojas Kid-to-Kid funcionam muito bem, pelo que sei.

Tem mesmo de partir de nós mudarmos o paradigma de que só o que é caro é bom. Basicamente o lema é: Deixa-te surpreender e adapta-te à crise. Be Creative!







Estive então a terminar a minha certificação em life coaching. Foi um fim de semana extremamente intenso, mas muito gratificante. Ontem fizemos exame e eu recuei completamente no tempo. Para além de recuar no tempo senti uma empatia imensa pelos meus alunos – há séculos que não estava do outro lado. Voltei a sentir o nervoso miudinho e o medo de falhar. Se isso foi mau? Não, na realidade acho que foi bom. Conectou-me com uma série de memórias e de experiências, fez-me mais uma vez pôr-me à prova, redefinir limites e pensar no que quero mesmo fazer. Tão bom que me apetece muito começar a escrever novamente sobre temas da psicologia e do coaching aqui no blog. Tenha eu tempo para tudo :)



E prometo ainda que vou tentar ver hoje quem é que ganhou o fantástico prémio do fantástico passatempo Capitão Iglo, em parceria com aquele blog fantástico, o 4D. Conhecem? :)

Imagino que está tudo em pulgas!









quarta-feira, 25 de setembro de 2013

6000 no facebook.


MUITO obrigada.

E aqui fica, especialmente para quem não tem facebook. Para lhes dizer que têm de aderir que vale a pena e para poderem ouvir a minha voz. Uma desgraça:)

Mil beijos

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Eu dou a resposta



Estou com uma dor de cabeça daquelas. Resolvi fazer remodelações e só me apetece:




a - deitar tudo para o lixo;

b - sair de casa e esquecer que está tudo de pantanas e que os pequenos estão a dormir a sesta;

c - carregar num botão e ficar tudo como eu queria;

d - carregar num botão e ficar tudo como estava. Ao menos estava arrumado!




E não é bem uma divisão. É uma remodelação que mexe com várias divisões, portanto, tenho a casa virada do avesso. 




Mas nem tudo está perdido. Encontrei no fundo do armário O livro das respostas. Conhecem?




Neste momento estou à vossa disposição. É só deixarem aqui a pergunta que eu dou a resposta. Eu não, o livro:)


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