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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Vicente e a entrada no primeiro ciclo

Hoje foi dia de apresentação. A directora pediu que os meninos se sentassem à frente, virados para a frente e os pais atrás, ou seja, sem manterem contacto visual.
Assistimos a um pequeno espectáculo apresentado por alunos mais velhos. No fim, foi distribuído pelas crianças uma folha com um poema. Depois foi pedido que se levantassem para cada grupo ir para a respectiva sala. Quando o Vicente se levantou e olhou com ar muito angustiado para mim, estava em lágrimas. Eu "quebrei o protocolo" e fui ter com ele. Mantive-me calma, acalmei-o e não fiz interrogatório. Depois de pais e filhos estarem na sala de aula e depois de irmos à biblioteca buscar os livros era hora da apresentação da mana na escolinha ao lado. Antes de passarmos para essa parte, e já fora da escola, eu quis perceber o que é que tinha acontecido. E ele respondeu.
Mãe, deram uma folha com um texto, mas eu ainda não sei ler!!!


Meu queridíssimo Vicente, mesmo quando os meninos parecem muitos calmos, estes dias são de agitação interna e medos. Não é assim?
Adoro-te e vai correr tudo bem. Com medos e tudo. Estás ávido por aprender e eu quero acima de tudo que aprendas a ser feliz.

Ler é muito mais do que juntar letras. Agora sim, vais-te sentir a crescer por dentro, vais abrir os teus braços a mil novas possibilidades. Estou tão contente por ti. Apreensiva, que coração de mãe foi feito para andar muito apertadinho, mas essencialmente em êxtase por te ver a ganhar mundo e a seres o menino que és. Doce doce Vicente.




sábado, 1 de agosto de 2015

"AVC em crianças, casos raros, mas reais"

Por ser cada vez menos raro, porque as crianças não estão imunes, porque já passámos por isto, não posso deixar de partilhar.
Estou a passar uma fase particularmente difícil com a mudança de escola, de uma escola mínima para uma escola enorme. Vai para o 10. ano e a 1 mês de fazer 4 o nosso mundo foi abalado como um tsunami - e tinha outro filho com 7 meses na altura. E de repente eu desdobrei-me em duas, desdobrei-me em dias, em muitas e realmente quase com dupla personalidade. E não, nunca recebi sequer um cartão ou um ramo de flores do meu local de trabalho. Tinha um filho com 7 meses que cresceu mais por sua conta e risco, porque estávamos todos focados na doença e nas sequelas. E é o meu filho mais sensível, o que tem alma de artista. E também estivemos a fazer o luto por uma melhoria que nunca iria chegar. Só que sem flores e sem condolências. O luto do filho imaginário, que foi real durante 3 anos e 11 meses, para o filho real, que era um novo filho. Só para que tenham uma ideia, um miúdo que aos 3 anos escrevia o nome todo com a mão esquerda, que fazia tudo à esquerda e que ficou com o lado esquerdo paralisado. 
O Afonso tinha uma artereopatia intracraniana, que com o tempo ia acabar por se resolver. Mas o tempo não deu tréguas e antes disso presenteou-o(nos) com um avc isquémico, um ait, um diagnóstico chamado MoyaMoya e a inevitabilidade de uma morte prematura, horrível. Já em Santa Maria a certeza de que não era isso, a incerteza do que seria. Foi uma médica em Londres que fez o diagnóstico. O problema do Afonso era essencialmente físico/motor. E começaram anos de reabilitações que não resultaram em nada.
Mesmo assim foi submetido a testes psicológicos, e acabou por entrar mais cedo no 1. Ciclo.
As sequelas físicas não vão desaparecer. Nunca. Parece uma coisa menor, não parece? E até é. Mas custa mais do que possa parecer. Se ficaram outras sequelas, outras formas de ser, nunca saberemos. Se ele é mais desligado e apático em relação a tudo o que não lhe interessa, por causa do avc, ou simplesmente por ser uma característica dele, nunca saberemos. 
A parte mais triste é a ignorância e a falta de humanidade de algumas pessoas, curiosamente das mais crescidas. Uma das coisas que já me marcou muito? Uma mãe que foi falar com a professora de educação física por não perceber como é que o meu filho tinha tido 5 e a dela só 4. Há planos individualizados, sabem? E mesmo que não soubessem, tinha feito muito melhor figura se tivesse ficado calada. Será que ela não parou um minuto para pensar que eu daria tudo para que fosse ao contrário?
Cada nova etapa é um medo cá dentro. Cá dentro do coração da mãe. Ele está desejando de voar.
O Afonso teve 3 a Matemática no exame de 9. Ano e 4 a Português. Os serviços de psicologia e orientação dizem que tem um excelente desempenho intelectual e um desempenho mnésico com excelente performance. Mas isso não se nota nas notas. Um 3 é mais do que suficiente para ele. Talvez não tenha espaço mental, como os psicólogos têm a mania de dizer, para pensar nas coisas da escola, quando a cabeça dele é povoada por dúvidas e interrogações e outros interesses. Se estas incongruências se devem ao avc? Temos de aceitar que NUNCA saberemos.

Tenho medo do bullying, tenho medo do futuro. Mas o meu maior medo é que vos aconteça a vós e que não estejam preparados. Tinha 28 anos e olhei para isto tudo como um boi para um palácio.
Por isso partilhem, divulguem. Dêem a conhecer doenças raras, que de raras têm cada vez menos.

Bem-hajam




Mil obrigadas por todos os comentários LINDOS que me deixaram no facebook.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Dicas de sítios para ir com os miúdos - Ô Golf Mar (Parte II)


Depois de mostrar aqui o dia de sábado no Ô Golf Mar, o domingo teve a manhã inteirinha dedicada aos mais velhos. Enquanto isso os pequenos ficaram ao cuidado das fantásticas monitoras do Fun Kids - Vimeiro Clube Aventura. Tão bom estarmos num sítio que tem actividades para todas as idades. Com 4 filhos com idades tão diferenciadas, conciliar os desejos de todos nem sempre é fácil e aqui sentimos que todos ficaram a ganhar. 

O Parque Aventura do Vimeiro Clube Aventura, fica situado no complexo do Ô Hotel Golf Mar e possui características muito especiais, dado o privilégio da sua localização e dos recursos naturais envolventes. É um Parque Aventura, onde grande parte das aventuras são realizadas em zonas envolventes ao Vimeiro Clube Aventura, sendo que o ponto de partida é sempre realizado na receção do Clube Aventura.

Enquanto sábado tinha sido dedicado aos trampolins, insufláveis, trotinetes e passeio de bicicletas (não tenho fotos; a mãe ficou um pouco na converseta nessa altura e o pai levou os mais velhos por trilhos que me disseram depois serem fantásticos), bolas gigantes, piscinas e gelados e e e...

Domingo marcámos as actividades mais radicais: escalada e rappel. Sem dúvida o sítio ideal para iniciar a escalar de uma forma descontraída e muito interessante, nas paredes naturais junto à praia, com mais uma vista soberba. Uma atividade que combina a aprendizagem, aventura e diversão.Inquestionavelmente uma actividade completamente indicada para famílias.


Depois de um almoço retemperador e de descansarmos um pouco no quarto, voltámos a novas aventuras, desta feita o slide, onde até o Vicente participou. O coração bateu mais forte, mas não o fez desistir de experimentar uma segunda vez. Tão bom!

Estava a fazer-se tarde, mas não nos queríamos vir embora. Sabe sempre a pouco. Quando gostamos é inviável que assim seja.

Na despedida ofereceram-nos mais uns bolinhos para trazermos connosco - sim, toda a gente ficou a saber que os meus filhos são super gulosos e comentaram que os bolinhos deixados para os hóspedes nos quartos eram tão bons, tão bons, que não os quiseram deixar vir embora sem lhes oferecerem mais uma caixinha.

Ainda fomos dizer adeus à praia de Santa Rita antes de voltarmos para casa. Em dois segundos todos dormiam, de certeza que a sonhar com tudo o que tinham vivido.

Muitíssimo obrigada pelo convite. Muitíssimo obrigada pela forma como nos trataram.




https://www.facebook.com/OHotelsandResorts

https://www.facebook.com/Ovimeiroclubeaventura














































Calções dos rapazes Chuxucas. Tshirt laranja do Vicente Metro Kids. Calções da Concha Zara mini, colar Terços da Lupinha, túnica Spantajaparos, lonas Pequeno Alfaiate





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domingo, 31 de maio de 2015

Dicas de sítios para ir com os miúdos - Ô Golf Mar (Parte I)



Um post que faz ainda mais sentido pertinho do Dia da Criança.


Um fim de semana cheio de aventuras. Um fim de semana a recarregar baterias - sim, porque mesmo se nos cansarmos, o sair da rotina já é como um shot de adrenalina. Novos lugares, novas pessoas, novas actividades, só pode ser sinónimo de ganhar forças para enfrentar com mais entusiasmo o dia a dia.

Situado no topo de uma falésia, com uma vista de cortar a respiração, tanto nos quartos como no restaurante, mesmo em frente à praia, com o mar como pano de fundo, o Hotel Ô Golf Mar (Vimeiro) fica na zona Oeste, talvez a zona de Portugal que conheço menos bem. Mas já tinha ouvido falar imenso da hospitalidade desta gente e realmente comprovei. Só trouxe boas recordações comigo.
Fomos tão bem tratados que o Manel, que tinha feito anos três dias antes, teve direito a um bolo surpresa, com velinhas e tudo. Nem eu estava à espera!

Os miúdos ficaram rendidos aos pequenos almoços (nem consigo contabilizar o número de panquecas que cada um dos mais velhos comeu!), às piscinas, interior e exterior (que tem acesso directo à praia), e ao Clube de Aventura (Vimeiro Clube Aventura) - tanto às actividades como aos monitores. Eles e nós, verdade seja dita.

Eu rendi-me à felicidade deles, acima de tudo. Também me teria rendido ao spa e ao ginásio (pequeno, mas super bem equipado e com outra vista "daquelas"), se 4 filhos não ocupassem o tempo todo. Mas aqui entre nós, vê-los hiper animados foi mais do que suficiente para me fazer relaxar.

Tenho tantas fotos giras que vou ter de dividir o post em dois. Ficou muiiito difícil fazer a selecção!

Então cá temos o dia 1...















































Das minhas feirinhas vieram os calções e o fato de banho da Concha, da Jokidsdesign, a túnica da Chuxucas e as lonas da Pequeno Alfaiate.
Fio do Vicente e fio da Concha Terços da Lupinha.
A mãe vestiu um top da Favo de Mel.
Tshirt amorosa do Vicente comprada em Espanha.



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quarta-feira, 8 de abril de 2015

A nossa Páscoa e a coelhinha cá de casa



Constatações destes dias bons:



Sempre disse que precisava de rosa na minha vida e visto-a quase sempre de azul. De vez em quando dou por mim a pensar nisto.

Os dias em Évora souberam tão bem. Foram preenchidos, mesmo como eu gosto. Sou uma pessoa muito activa e, para mim, até relaxar não é ficar de papo para o ar. Simplesmente não consigo.

E o pouco que estive em casa fartei-me de jogar matraquilhos. Será que também se queimam calorias?

Por falar em calorias, estraguei tudo o que tinha conseguido nas 2 semanas de ginásio. É impossível fechar a boca nestas alturas. Bom, não há impossíveis...então vou ter de arranjar outra palavra para definir estas situações. Ok, admito, não tive força de vontade para fechar a boca e resistir às tentações. E a minha instrutora pediu-me tanto.

Quando estão com a tia e o tio os rapazes esquecem-se de nós. Mal lhe pomos a vista em cima. A menos que eles também estejam, of course. Ou isso ou para irem para a piscina. Felizmente os dias estiveram fantásticos, porque os pestitis tinham posto a ficha "aproveitar a piscina dos avós" e nada os iria demover, mesmo que chovesse a potes e com um frio de rachar.

A Conchinha foi passear só comigo, no sábado de manhã. Fomos ver as vistas, comprar umas coisinhas (afinal não trouxe nada do que precisava, mas tive de lhe comprar o perfume do Frozen. Sim, a loucura continua. Todos os dias tem de ver o Frozen. E agora já não é só o filme, mas as músicas e até videos a fazerem bonecos do Frozen em plasticina. Começo a ficar preocupada com tanta Frozenmania!).

A Conchinha foi passear só com a mãe. Quando vai o pai também, 2 segundos depois pede-lhe colo. Comigo não pediu uma vez sequer e foi cá um esticão. Portou-se mesmo bem e a mãe aproveitou para tirar fotos. E à tarde fomos relaxar para o Vitoria Stone Hotel. Tinha prometido à Rita, em Dezembro, uma visita ao espaço e só agora consegui cumprir. E foi mesmo na altura certa. Adorámos!

Tanto de manhã como da parte da tarde meteram-se imenso com a coelhinha, sobretudo espanhóis - sim, Évora estava a abarrotar de espanhóis. Gabaram-lhe principalmente os caracóis e a roupa. Felizmente só fez uma semi birra e ninguém viu. Esta miúda sabe aproveitar os terrible three como ninguém! Pelas fotos não parece, pois não? Estão a ver como o algodão engana?




Beijinhos e abraços




















1º conjunto:
calções com peitilho Galinha Doida
meias condor na Galinha Doida
camisola de gola Branco Puro
carneiras BKids

2º conjunto:
camisa comprada em Espanha
calções Galinha Doida




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