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sexta-feira, 5 de maio de 2017
The Color Run 2017 - e um dia normal transformou-se em carnaval
Esta estória dava um filme. Um post é pouco para contar todas as aventuras que vivemos, todas as peripécias e loucuras.
A ideia do The Color Run surgiu como presente de anos para o Manel. Como bater os ACDC do ano passado? Tinha de ser louco, diferente e ficar na memória. Não que os presentes se comparem, mas queria que fosse épico - ligeiramente menos épico do que o concerto em Oeiras, convenhamos, mas cheio de pinta, de muitas pintas, aliás. De muita cor e ritmo, sem dúvida.
O Manel estava com os avós a passar as férias da Páscoa e eu enviei-lhe um email com a inscrição dele, achando que ia dar pulos de alegria. Pronto, não foi bem assim que aconteceu. Respondeu-me "Não te quero deixar triste, nem coisa parecida, mas eu não sou muito dessas coisas" e disse à tia Inês que não queria ir, que não queria ir, que não queria ir. E eu a ver a minha vidinha a andar para trás.
Quando acabaram as férias pedi ao meu salvador, que tem um jeito enorme para qualquer um deles, para lhe dar uma palavrinha e ele aí começou a mostrar-se mais animado.
Os pequenos estavam em delírio. Só diziam "vamos para a festa, vai haver festa....mas que festa??". O que lhes interessava mesmo é que fosse uma festa e que tivesse cores. Não acharam muita piada à parte de terem de correr, mas expliquei-lhes que podíamos perfeitamente fazer os 5 KM a andar, nem que chegássemos às 5 da tarde.
O mais velho - sim, é o que dá serem 4 e com idades tão diferentes - disse logo que ia, que ia ser muito giro, mas pediu - implorou - que fosse com os amigos e as amigas. Embora o sonho de sermos uma família Van Trapp se fosse desfazendo a pouco e pouco, achei que fazia sentido ele ir com o grupo de pares, o que significa que andou livre e solto e só lhe fez bem. E foi tão cumpridor que resolveu ir a pé e sair de casa por volta das 8 ou 8.30, quando o evento começava às 10.30, só para ser dos primeiros a chegar ao recinto. Pergunto-me eu porque é que ele não é assim todos os dias??
Nessa manhã tudo mudou. O protagonista, de seu nome Manel Maria, estava frenético, em picos, porque nunca mais chegávamos e para não perdermos tempo com fotografias, e que queria ir a correr o trajecto todo para ganhar a medalha - como eu não sou nada competitiva e nem sei incutir isso nos meus filhos ainda lhe disse várias vezes "nem que chegues ao mesmo tempo que os carros que vão fazer a limpeza final, acredita que não sais daqui sem uma medalha. Não stresses!". E ele lá dançou e atirou pó e divertiu-se à brava.
A Concha também, excepto que o mano Vicente resolveu despejar-lhe a cor encarnada por ela abaixo e parecia que tinha saído de um filme de vampiros. Mas sempre gira. Seja como for, e modéstia à parte, até com a boca a cuspir tinta vermelha por todo o lado, sulcos de tinta vermelha das lágrimas que foi deitando - ou acham que esse episódio não mereceu umas valentes lágrimas? - ela nunca deixou de estar super gira e engraçada. Nem todos têm a mesma sorte, como a mãe dela, por exemplo. Ahahahahah.
E claro que foi às cavalitas do Carlos 4 dos 5 Km. Claro!!
Mas depois do piripaque inicial esteve sempre bem disposta e eu só lhe dizia quando via que vinham aí mais cores: "fecha a bocaaaaaaaaaa". Nunca esteve tão caladinha, benza a Deus.
A personagem mais surreal do enredo foi Mr Vicenzo. Não gosto, não quero, odeio, tenho tinta na boca, quero ir para casa, quero ir fazer xixi, comer comer, mas não dão comida?? Ufaaaaaaaa
Era o Carlos a carregar com a Concha, o Manel na dele em que só dizia que nos ia deixar a todos para trás porque não podia perder a medalha e eu a levar com o mau humor do Vicente. Quando chegámos ao outro lado da ponte já começou a melhorar, devido aos mimos e às palhaçadas aqui da mãe de serviço. Quando chegou à cor azul estava simplesmente cansado.
Mas eis que chegou a parte da espuma, novidade deste ano, e nunca vi uma mudança tão radical. E eu tive uma epifania: para o ano que vem, quando ele fizer 8, ofereço-lhe uma festa da espuma. Acham um pouco demais?? Fora de brincadeiras, ele riu. mergulhou, dançou e só quis sair dali quando começou a ficar com frio, muito frio, quase, quase roxo. Tive de lhe tirar a tshirt e trocar com a minha - felizmente levava um vestido por baixo.
Eu já comentei com a organização, ou precisamos para o ano de um tubo de aquecimento, daqueles com vapores quentes mesmo ao lado da espuma, ou levar uma muda inteirinha dentro da mochila. Não deixem de lado a espuma, mas arranjem uma boa alternativa para os aquecer.
Portanto, depois de passarmos por muitos altos e baixos, de eu só querer fazer corta mato e batota para chegar mais rápido e do Manel não me deixar de maneira nenhuma, que isso não era ser bom jogador - estou feita - porque é que os meus filhos são tão responsáveis?? Mas tudo bem quando acaba bem. Lá chegámos à meta, ganhámos as medalhas e estávamos todos super felizes.
O Afonso viveu a experiência de uma forma diferente, de quem tem 16 anos e está rodeado de malta jovem. Nós vivemos em família, com todas as imprevisibilidades que podem aparecer. Mas garanto-vos que correu tão bem e eu estava tão orgulhosa de ter conseguido tirar imensas fotos sem estragar o iphone e ainda por cima com a malta toda bem disposta, que senti que tinha vencido uma batalha! Aqui para nós que ninguém nos ouve, embora estivesse todo o mundo exausto, eu fui a única a precisar realmente de dormir a sesta. A idade não perdoa!
Vi imensas famílias, imensos miúdos pequenos, de 2, 5, 8, 10, 14... Ou seja, se o objectivo é que abarcasse todos os públicos e que fosse, sobretudo, uma festa da família, acho mesmo que isso foi conseguido.
Parabéns The Color Run 2017. Até para o ano!
terça-feira, 18 de abril de 2017
The Color Run – os 5KM mais divertidos do mundo e um giveaway
Confesso que nunca fui ao The Color Run. Por uma razão ou por outra fui acabando por não ir, embora os meus filhos já me tivessem falado nisso. Insistentemente.
Esta ano fui convidada pela Organização para ser a blogger presente e conversa puxa conversa, a vontade foi crescendo e crescendo, até se tornar gigante.
Mais ou menos faz algum sentido…eu sempre comparei The Color Run com Marrocos e com aquelas cores e agora nem preciso viajar para as ter aqui tão perto.
Das fotos que fui vendo, dos testemunhos que fui ouvindo, acho que nem eu me tinha apercebido ainda que me podia divertir tanto em família. O mais engraçado é que, muito mais do que uma corrida, este evento é uma festa. De todos para todos. Para qualquer idade. Tenho a certeza de que os meus mais pequenos vão-se divertir tanto como os mais velhos, ou quanto rapazes e raparigas de 22, 24, 26 anos… Todos terão uma perspetiva única e memórias únicas do evento e isso é realmente extraordinário.
Nós pais (a bem da verdade, mais as mães do que os pais, genericamente) passamos a vida a dizer aos nossos filhos que não se podem sujar e de repente oferecemos-lhes umas horas em que vale tudo. Quanto mais pintalgados melhor!
E os adultos? Ver os mais velhos de braços abertos para receber a tinta é sentir que naquele momento podemos e devemos ser todos crianças outra vez.
Sabiam que a ideia do bilhete de família é nossa? Nasce cá em Portugal? Acreditem que isso me deixa super orgulhosa. Porque se quer mesmo apostar na festa da família e na ideia de que ali somos todos de todas as cores.
Este ano, cá em Portugal, vai mesmo só ocorrer este evento dia 30 de Abril, em Coimbra. Não percam! Houve de facto uma mudança grande este ano. Nova equipa, nova dinâmica, nova forma de viver esta festa das cores.
Por falar em cores, alguns pais preocupados perguntam sobre os pós e possíveis alergias. Fiquem descansados que é apenas amido de milho com um pouco de corante alimentar. Aconselha-se o uso de pulseiras com o número de telefone para os mais pequenos, pois mais vale prevenir e ainda água e óculos de sol.
The Color Run tem uma parceria com a CP. Não há desculpas para não participar. Coimbra é linda, é um saltinho chegar até cá e está tão perto do Dia da Mãe que saem todos a ganhar. Muitas vezes falta-nos imaginação para sabermos o que fazer em família. Ora aqui fica uma óptima sugestão!
Giveaway:
Tal como estava prometido, temos 2 bilhetes familiares para oferecer.
As regras de participação são simples:
- Partilhe este post no Facebook em partilha pública
- Deixe no post o nome de 3 amigos para que saibam da notícia (não esquecer que os nomes têm de aparecer a azul)
- Fazer like no 4D no Facebook e tornar-se seguidora do blog 4D
- Deixa a tua frase no e-mail avidaa3d@gmail.com. A frase será sobre o que mudou na tua vida desde que foste pai/mãe/tio/padrinho/avó (porque queremos que todos possam participar). Só tens de usar a palavra "cor". Podes escrever com mais piada, com mais emoção…Só tens que ser tu próprio e usar a imaginação. As 2 frases que mais nos impressionarem serão as vencedoras.
Importante: Podes participar no máximo com 3 frases. Por cada frase tens que fazer nova partilha pública e chamar 3 amigos diferentes.
O passatempo começa hoje, dia 18 de Abril e termina dia 24, às 11.59.
Boa sorte e muita, muita cor!
SAIBAM MAIS EM https://www.facebook.com/TheColorRunPortugal
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Porto, que te quero tanto
Na minha escola as duas turmas cortaram-se à viagem de finalistas de 12º ano. Qual Lloret de Mar, qual quê? Os pais não deixavam e os filhos obedeciam. E até os filhos não tinham muita vontade de fazer disparates atrás de disparates.
Um grupo de irreverentes, mais precisamente 6, resolveu que não ia saltar este marco tão importante. Nós que não temos quase nenhuns rituais de passagem, este era tão significativo ao ponto de não o podermos perder.
Não fomos para Espanha. 6 gatos pingados... Fomos para o Porto e o meu amor por esta cidade nasceu nessa altura e nunca mais esmoreceu.
Fui lá muitas vezes depois, mas não sei se voltei a admirar a beleza daquela cidade como naqueles dias de finalista - não vou dizer que não bebi, mas havia muito mais a fazer do que isso. A liberdade não era beber até entrar em coma e fazer desacatos nos hotéis. Liberdade era sentirmo-nos livres, especiais, tendo acabado um ciclo e não sabendo muito bem o que o futuro nos reservava. Naquela altura sentíamos que tudo era possível e isso incluía acordar cedo, andar imenso a pé, ver tudo e ainda aproveitar a vida nocturna. Não incluía queimar colchões ou deitar coisas pela janela do quarto ou sermos expulsos. Eu que vestia de preto, cheguei a pensar se teria uma alma betinha ou apenas tinha sido bem educada pelos pais que me tinham calhado na rifa. Acredito que o facto de sermos poucos ajudou a que uns não puxassem os outros para caminhos mais desviantes.
Mas como eu estava a dizer, a paixão pelo Porto ficou. Um lugar que se instalou cá dentro, bem perto do coração e que ficou para sempre. Muitas vezes voltei ao Porto. Para concertos, conferências, workshops, tardes de compras...mas nunca mais foi como daquela primeira vez.
Até agora. Muitos anos se passaram. Novamente houve um mote para a viagem, o concerto dos Motorama no Hard Club, mas prometi a mim mesma que desta vez era diferente. Ia de fim de semana, e ia olhar para tudo com olhos de turista - aqueles olhos que nos fazem admirar seja o que for que encontremos lá fora, mas que não liguemos nenhuma ao que é nosso, tão nosso.
As dicas da Bri e as dicas das minhas seguidoras do 4D foram cruciais. Agradeço-vos imenso por isso.
As dicas eram:
- Visitar a loja Almada 13 e comer uma pavlova na Miss Pavlova. Beber um chá no Majestic
- Andar pela baixa do Porto e pela Zona Ribeirinha
- Rua das Flores
- Mercado do Bom Sucesso e Hotel da Música
Para comer:
Francesinhas no Santiago
Cachorros do Gazela
Prego no Pão no Venham mais Cinco
Bifanas do Conga
Sandes de pernil da Casa Guedes
Buraquinho
Para adoçar a boca - Leitaria da Quinta do Paço.
Sei que em relação às francesinhas as sugestões foram imensas. Peço-vos que as deixem novamente no post, mas aqui no blog, porque aqui ficam para sempre guardadas e é fácil fácil acedermos novamente a elas. Quem diz em relação a francesinhas diz em relação ao que quiserem.
Quero mais lugares para descobrir, para ter uma boa desculpa para voltar ao Porto. Breve, breve.
- Mercado do Bom Sucesso e Hotel da Música
- Casa da Música
- Livraria Lello (pagámos 4 euros de entrada, que pode reverter na compra de um livro)
- Serralves
- Torre dos clérigos
- The Yaeteman
- Arco das Verdades
- Igreja do Carmo
- Sé
- Estação de São Bento
- Livraria Lello (pagámos 4 euros de entrada, que pode reverter na compra de um livro)
- Serralves
- Torre dos clérigos
- The Yaeteman
- Arco das Verdades
- Igreja do Carmo
- Sé
- Estação de São Bento
Para comer:
Francesinhas no Santiago
Cachorros do Gazela
Prego no Pão no Venham mais Cinco
Bifanas do Conga
Sandes de pernil da Casa Guedes
Buraquinho
Para adoçar a boca - Leitaria da Quinta do Paço.
Sei que em relação às francesinhas as sugestões foram imensas. Peço-vos que as deixem novamente no post, mas aqui no blog, porque aqui ficam para sempre guardadas e é fácil fácil acedermos novamente a elas. Quem diz em relação a francesinhas diz em relação ao que quiserem.
Quero mais lugares para descobrir, para ter uma boa desculpa para voltar ao Porto. Breve, breve.
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