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quarta-feira, 6 de março de 2013

Ser teen


é estar num mundo à parte  sem qualquer dúvida, é sentir-se na terra de ninguém, não pertencendo a lugar algum.
A adolescência quase nunca é uma fase pacata.
Batem-se portas, levanta-se a voz, testam-se limites e a paciência dos adultos.
Querem crescer rápido mas têm saudades de quando eram pequenos. Querem definir o seu espaço e querem marcar posição por fora para se encontrarem por dentro.
Mas a adolescência não é um período negro ou não tem de ser. Pode ser um período de festa, em que num dia tudo parece irremediavelmente perdido e no outro todos os males do mundos desaparecerão como num passo de mágica.
Desafiar limites faz parte da busca pelo seu eu, pela sua autonomia. Mais complicado poderá ser um adolescente que não se autonomiza dos pais, que se isola, inclusivamente do grupo de pares.
Um adolescente para crescer, para se conhecer e reconhecer enquanto indivíduo autónomo  precisa de liberdade, de limites e de confiança.















E a minha marca preferida para teens, a Antimilk










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Unid@s por um desejo ou vamos brincar ao quem é quem




Juntos por uma causa comum. Juntos porque a blogosfera pode trazer algumas coisas menos boas mas traz outras fantásticas. Juntos porque os desejos e os sonhos podem ser concretizáveis.





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terça-feira, 5 de março de 2013

Nada acontece sem esforço ou a importância de trabalhar as relações





Os filhos não são brinquedos, não se escolhem, não se trocam, não se aperfeiçoam, nem se devolvem. Muito menos funcionam com pilhas e nunca, nunca trazem livros de instruções. E é isto que torna esta tarefa de pai e mãe tão ingrata, difícil e imprevisível. Os filhos lá por serem nossos, não nos pertencem; somos nós que os alimentamos, educamos e sustentamos, mas por junto é só para isso que servimos. De resto eles são eles e desenvolvem-se, crescem, pensam e sentem apesar de nós. E quando já não são educáveis, sustentáveis e alimentáveis, deixam de ser nossos. Os filhos, ao contrário da dívida da casa, não duram uma vida. Duram apenas uns aninhos e não há qualquer garantia de que fiquem nossos. 
E, então, o que é que resta ao fim desses anos de sustento e dedicação? Resta uma ligação. No fim é esta ligação que conta: depois de milhões de litros de leite consumidos de dias e dias de explicações, de milhares de ordens e de noites sem dormir é só isso que resta. Uma simples ligação.  
Ora, como eles são todos diferentes, e alguns muito difíceis de conhecer, esta ligação tem vários níveis de consistência. Um pai ou uma mãe pode passar uma vida toda sem conhecer o seu filho, sem imaginar o que ele está a pensar ou prever o seu comportamento. E nestes casos é preciso um esforço racional para criar uma relação. Não é para gostar, é para interagir. Os filhos gostam sempre dos pais e os pais quase sempre dos filhos, mas nem todos se dão entre eles. Tal como o telemovel ou a internet, é preciso manter compromissos ao final do mês e ver se há rede. Ou ficamos sem ligação.



                                                                                                                                 
Inês Teotónio Pereira





Sempre, sempre, sempre actual.
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