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domingo, 7 de janeiro de 2018

Rir, Reflectir e Ajudar

Tenho sempre ex alunos meus à procura de estágio da Ordem ou de trabalho na área da Psicologia.

Gostaria de criar uma base de dados com os empregos e estágios que aparecem nesta área. Muitas vezes porque não soubemos daquela vaga, não lemos aquele aviso, ninguém nos contou que andavam à procura.
Não sei ainda bem como vou fazer. Mas pretendo, à experiência, começar pela psicologia. Se resultar construir um site e ir abrindo a outras áreas.

Se souberem de algo enviem-me mensagem privada. Partilhem por favor com amigos e conhecidos que vocês sintam que podem ajudar.

Eu estou numa fase que deixei de conseguir falar de roupas, de tendências, de coisas do género. Nunca fecho a porta a nada, mas duvido que o meu blog seja algum dia um blog de life style. Talvez não seja esse o motivo ou a minha missão. Só o tempo o dirá.
Mas ajudar é de certeza. Esta plataforma já com tantos seguidores tem que estar destinada a algo maior.

Por favor, leiam com atenção o que escrevi e ajudem. Ajudar de alguma forma apazigua dores internas. Não estamos só ajudar outros como a nós próprios.

Obrigada. A ideia que tenho de vós é que estão cá para isso também.
Se não pode ser comer, amar e orar, o meu é vosso lema, ou o lema deste blog será Rir, Reflectir e Ajudar.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Nunca é tarde

Toca o telefone, os sinos da igreja, a campainha da porta, os acordes de uma guitarra e o velho despertador. Toca e sabes que é um sinal de que é hora de começar de novo. Mas ainda não te sentes preparada, enfias a cabeça debaixo da almofada e tentas calar aquele barulho que no dia de hoje te parece infernal. Ouviste as sirenes a zumbir dentro de ti, mas preferiste ignorá-las porque parece que aparecem sempre na altura errada. Para ti desejas o mundo, mas num silêncio absoluto, total, e aí decides levantar-te e segues em frente, de madrugada, ignorando todos os sinais de alarme. Segues pela rua principal. Deixaste-te simplesmente ir, como se entre ti e a vida fosse tudo tão fácil como um jogo em que uma ganha e a outra perde. Aí ouviu-se um estrondo, mas a tua preocupação estava enevoada ou nem sequer estás suficientemente sã para que algo fizesse sentido. Apercebeste-te nessa altura que já só eras metade do que tinhas sido. E tu, tão senhora de ti, começaste a vaguear, perdida, magoada, cada vez mais desnorteada. Só querias recuperar qualquer coisa que já tinha ficado para trás. O silêncio já era incómodo e os pedaços de ti que faltavam começaram a fazer-te sentir incompleta. E as vozes não se calavam "é tarde", "é tarde". Sim, era tarde para teimar em seres uma réplica do que tinhas sido, uma imagem de ti já ultrapassada ou uma pessoa que não queria ser encontrada. 
Já não sabias o que sentias, não tinhas nome para o que sentias, mas teimavas em continuar a sentir, especialmente aqueles sentimentos que picavam como pontas de alfinetes. como facas de dois gumes. Como fogo a arder, como lume. Mas porque gostas assim tanto tu de sofrer?
Foi preciso um colete de forças, numa sala de um branco Alasca, num silêncio mais profundo do que aquele que qualquer um de nós conseguiria aguentar, para finalmente perceberes que do lado de lá da porta estava uma placa gasta, estilo anos 20, com um grafismo interessante - olha os detalhes a que te foste agarrar para não leres o que lá estava escrito. 
Finalmente tinhas morrido. Ou tinha sucumbido aquela parte de ti que teimavas em não deixar partir. 
Já percebeste tudo? Se sim, não chores. Faz antes o favor de sorrir. 
Porque naquela sala branca, cheia de gavetas e etiquetas, reparas que há um quadro na parede, que não podia ser mais adequado - ou desadequado - depende da perspectiva.
Começar de novo, era o que lá dizia. E pela primeira vez sorriste. Pela ironia da coisa. Ainda há pouco estavas na tua cama a tapar os ouvidos a tudo e agora só querias ouvir um pouco de barulho e estás presa a um silêncio pegajoso, por trás de uma placa que diz que podes começar de novo. Sonho ou pesadelo?
Fazes bem em sorrir. Sorri. Sorri quando a vida deixa de fazer sentido. É o caminho mais difícil, mas acaba por ser o mais corajoso e real. Sorri. E pela primeira vez decides que nunca mais lhe vais perguntar se é mais feliz sem ti. 
Mesmo sentido-te pela metade, sais aos tropeções daquela sala, onde a placa cá fora afasta os curiosos e decides, finalmente, que ainda não é tarde. Aos poucos vais esquecendo aquele sonho ou pesadelo ou realidade. Vais esquecendo amores que não deram certo ou promessas que ficaram pela metade. Esqueces campainhas, acidentes, sofrimentos e vais acordando, à medida que tiras a venda que te colocaram, que tu colocaste. E agora já entendes que o pior cego é aquele que não quer ver. 
Já chocaste de frente, já te quebraste em pedacinhos, já caíste, já te levantaste, já choraste, já pediste ou quase suplicaste. Já quase te perdeste. 
E agora renasceste. E encontraste. E soltaste. Largaste a parte que te estava a manter presa, que não te deixava evoluir. Sorrir.
Ficaste sozinha, mas de ti não vais fugir. Mesmo que ainda permaneça em ti toda a angústia de já não teres alguém ao teu lado para te ouvir, para te desejar, para te querer.. Nem a quem dizeres boa noite, bom dia ou boa tarde, sempre que te apetecer. 
Disseste finalmente adeus à parte de ti que um dia foi tua e perdeste e paraste com as lamurias e foste à luta. E tudo porque finalmente tens contigo o que andavas à procura: A vontade. Lava-a contigo para onde quer que vás e também o quadro a dizer  "começar de novo", ao qual escreveste por cima "Nunca é tarde". 








quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Adeus 2017. Olá 2018



Adeus 2017. Foste um ano duro, dos mais duros que tenho memória. Talvez o mais duro de todos. De sempre. Caí, levantei-me, tornei a cair, num vai e vem sem fim. Chorei tanto que dava para transbordar o Tejo ou o Mondego. Chorei mesmo quando muitos de vocês pensavam que me estava a rir. Mas também dei gargalhadas em dias sim. 
Redescobri o amor e deixei-o ir. Porque não era a altura certa. Não era altura para me centrar no outro, mas em mim. Um ano em que tomei consciência de tanta coisa. Um ano que me obrigou a crescer, que me levou a tomar decisões que vão mudar todo o curso da minha vida. Em termos pessoais e profissionais.
Foi um ano em que quis tanto desistir, mas não pude. Não deixaram. E no fim fui eu que não deixei. Tomei coragem e continuei, enfrentando lutos e demónios, mas acreditando sempre que ainda tenho tanto para dar. Só precisava de ganhar mais coragem para mudar no que era preciso mudar e, simultaneamente, abraçar o meu verdadeiro self.
Ouve-me...
A determinação aparece quando te centrares mais em ti, não num acto de egoísmo, mas de pura sobrevivência. 
Fight ou Frozen. Depois de me sentir presa, perdida, encurralada, decidi lutar.
É com este sentimento que quero entrar em 2018. Que espero que vocês que me seguem, que me acarinham, que passam e passaram pelo mesmo, entrem também. Pé esquerdo, pé direito, aos pulinhos ou a dançar. Mas com garra.
Faz-te à estrada, faz-te à vida. Em vez de atirares a toalha ao chão, joga ao alto aquilo que não podes mudar. Luta, mas também aceita. Este carrossel não vai parar de rodar. Ano após ano, uns mais difíceis do que outros, esta será sempre a tua missão.
Por mais que queiras manter em formol certos momentos, certos desejos, certos sentimentos, acredita que o que tiver de ser teu a ti virá. Aceitar não significa de forma alguma resignares-te. Mas aprender que despendes demasiada energia nas coisas erradas. E depois pagas uma conta bem alta. E não podemos deixar. Não em 2018, em que a conta vai aumentar.
Percebe que existe o Tempo e ele é dono e senhor de tudo. Se souberes mexer com o tempo.. ele saberá mexer contigo.

Obrigada Pedro pela última sessão do ano. 
Num elogio a todas as mulheres (e homens) que não desistiram do amor, que não desistiram de novos projectos, que não desistiram da vida, que não desistiram de si.

Sei que não vou ter um 2018 perfeito. Mas decidi arriscar. Apostar em mim e em quem gosta de mim e, principalmente, na minha vida privada parar de me esconder, de me isolar.
2018 vem com tudo o que tens para dar!







quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Afinal tenho outra família!!

Vamos lá começar pelo princípio, que é por onde devem começar todas as estórias.
Depois de experimentar tudo, posso dizer que nem luz pulsada, laser de diodo e outras coisas mais, em mim - atenção- em mim, nada funcionou.
O único que teve excelentes resultados foi o laser Alexandrite. A questão é que é bem mais caro. No fundo é capaz de compensar. Por exemplo, fiz manutenção vai fazer um ano em Setembro. Neste momento as axilas já precisavam de um retoque e confesso que não é fácil pagar pelo retoque - 3 pelinhos - o que pagaria pela selva inteira.
Para além disso, nas pernas experimentei algumas sessões de luz pulsada e foi igual a nada.
Então resolvi voltar para a boa e "velha" máquina depiladora.
Já tinha uma, mas queria ver as novidades do mercado. Ver, não necessariamente comprar. Está bem abelha.
Eu não fazia ideia que este mundo, a par com as luzes pulsadas e os lasers tinha evoluído imenso.
Do ver a trazer para casa foi um pulinho.
Comprei a depiladora Skin Respect- wet&dry premium care Skin respectivo da Rowenta. Está depiladora tem tanta coisa nova que nem sei por onde começar! Para   mim o fundamental é que tem pequenos apetrechos, que se põem e tiram, para zonas específicas. Para mim poder fazer nas virilhas ou nas axilas de uma forma correcta e cuidada é definitivamente um Sim! Mas não é só isso, também dá para exfoliar e, máximo dos máximos, tem 2 apetrechos para pedicure.
Dizem que resulta em pelos mais curtos, em zonas mais curvadas e com resultados rápidos e de longa duração.

Vim bastante satisfeita para casa e muito eu me ri quando se fez luz aqui dentro. Não só a depiladora mais antiga que tinha era Rowenta, mas também o secador de cabelo é Rowenta. Agora tenho toda uma família a morar comigo!

Já conheciam? É tentador, não é?

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