quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Uma mudança de look, algum mau feiito e muito rocknroll
A ideia foi minha. E eles concretizaram. Uma t-shirt com uma tatuagem impressa. Basicamente é isto. Com o meu mau feitio e o Rocknroll a sobressair.
Ele desenhou como se me estivesse a escrever na pele. O Alexandre é dos melhores tatuadores do mundo - atenção que já fui tatuada em Londres, em Nova Iorque, em Las Vegas e em Buenos Aires. E com o tempo tão ocupado ainda conseguiu entrar nesta brincadeira comigo.
Ele ainda me disse: olha que sou tatuador, não sou designer. E ficou p.e.r.f.e.i.t.a.
Para isso tive depois de recorrer aos melhores. Casal maravilha, super simpático e super capaz.
Obrigada studio22 tattoo e obrigada Atelier18 .
Vocês sabem fazer uma rapariga feliz.
Obrigada ainda à Ana Pastoria, por mil conversas e algumas fotos e também à Corinne, que muda-me o look há já duas décadas.
https://www.facebook.com/AnaPastoria/
Cabeleireiros HD&GS by Corinne Vieira
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
O livro do Likke. Obrigada Zero a Oito Editora
Agradecer torna as pessoas mais felizes e por isso começo por agradecer à Editora Zero a Oito o simpático envio deste livro,até porque é um tema que me interessa muito. Cada vez mais a psicologia está virada para a parte mais positiva do ser humano, das competências, das resiliências e, nesse sentido, olharmos para a felicidade e pensarmos naquilo que nos faz feliz é essencial. São as terapias da chamada terceira geração.
Embora agora esteja acesa a polémica à volta da Supernanny e de como os pais portugueses não sabem educar, andam cansados, frustrados, sobrecarregados e a precisar de ajuda especializada, segundo Mark Wiking, Portugal é um dos países cujos pais são dos mais felizes do mundo.
Segundo o autor, Portugal, Espanha, Suécia são alguns dos países em que as pessoas com filhos são mais felizes do que as pessoas sem filhos (ele não chega a estes dados do nada. Criou um centro de investigação da felicidade, para estudar exactamente estas questões). Completamente ao contrário dos USA e dos UK, onde os mais felizes são os que não são pais.
De facto, é muito bom, numa altura em que as famílias portuguesas estão a ser retratadas de uma forma muito negativa, percebermos que mesmo que não haja tantos apoios especializados quanto os necessários, há apoio da família extensa, há apoio de avós. A ser verdade é uma verdadeira bênção.
Cada país tem as suas características, a sua forma de viver e experienciar a felicidade e nós podemos retirar dicas preciosas, entender e assimilar certas diferenças culturais, que começam a fazer cada vez menos sentido estarem espartilhadas e fraccionadas, num mundo cada vez mais global. Quem sabe se o nosso caminho para a felicidade não passará pela estimulação cognitiva, como no Butão?
O livro é muito interessante porque, para além de nos pôr a pensar, impele-nos a agir, quando nos dá dicas, inspirações, nos faz reflectir sobre o que é ser feliz e o que podemos fazer para sermos felizes.
Para isso, é fundamental, por exemplo, darmo-nos mais aos outros, doarmos algum do nosso tempo a quem mais precisa, abrirmos as nossas redes e deixarmos entrar pessoas novas, relacionarmo-nos uns com os outros, aprendendo mais sobre eles e até sobre nós, através dos outros. Dar valor às pequenas coisas, meditar, aprender a utilizar o processo de mindfulness para vivermos mais o presente, são outros segredos para a felicidade.
Obviamente que mesmo quem estuda a felicidade avisa: todos passamos por momentos infelizes, ou menos felizes, vá. A diferença é que as pessoas felizes se centram menos, vivem menos obcecadas com estes momentos menos positivos, percebendo que são apenas momentos e que vão passar, e retirando deles ensinamentos válidos, ao mesmo tempo que procuram olhar mais para o bright side of life.
Vale a pena experimentar?
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
O Pedro e eu
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Youtube, o novo bicho papão?
É curioso como há tantas coisas que só verdadeiramente nos preocupam quando passamos por elas, quando somos pais.
Quem me segue sabe que esta é uma luta que travo há talvez uns dois anos.
Da primeira vez que o meu filho Manel me disse que o que queria ser da vida era youtuber, achei estranho e simultaneamente desconhecida. O YouTube não era um bicho raro, sabia que há lá de tudo, mas como só lhe ligo para ouvir música e ouvir conferências, não liguei muito. Até porque o Manel, também com a ajuda do pai tinha aprendido a tocar guitarra no YouTube. E depois havia imensos tutoriais de maquilhagem, embora estes me passassem ao lado, e havia a Porta dos Fundos. Só por isso já valia a pena haver está ferramenta/meio comunicacional.
Achava eu que embora não dominasse este novo mundo, não era uma completa totó - sou uma mãe fixe e moderna.
Até que vi e ouvi o primeiro vídeo do Manel. E aquele não era o Manel. Não dizia palavrões à descarada, mas era uma personagem, não era ele. Os toques, o tom de voz..tudo era estranho. Ri-me a tentar desvalorizar a coisa, mas não fiquei completamente em paz.
Talvez fosse um novo rito de passagem, nós sociedade ocidental que não temos muito, para passar da infância para a adolescência.
O gosto pela guitarra tinha ficado para trás. Um miúdo que tinha comprado uma guitarra eléctrica e um amplificador com o seu dinheiro, para a deixar de lado. Agora já nada interessava seguir um bando de youtubers.
Deixou de fazer vídeos, mas o interesse permanecia. O Facebook diz muito pouco a esta nova geração, curiosamente.
Falei com ele. Inclusivamente falei-lhe de um texto preocupante escrito por uma psicóloga. Mais uma vez se isto não fosse sério, ria-me com a resposta que me deu: ela tem é inveja de ganhar menos de um terço do que eles ganham. Tão novo e com um sentido de vida tão errado. Mas engraçado, não era nada disto que lhe incutia em casa.
Ele mostrou-me os vídeos. De facto os que ele seguia não incitavam a loucuras, à desobediência ou rebeldia. Muitos até eram a comentar jogos do Real Madrid, do Barcelona ou do Benfica. Mas a forma como falavam. Em 4 palavras três e meia eram asneiras. Oscilando entre um palavreado feio, mas soft, e palavrões a sério.
E o pior é que via os vídeos com o Vicente, de 7 anos, que adora futebol.
Acho preocupante? Acho. Se faz parte da crise identitária que é adolescência? Talvez faça. Se os pais por isso devem permitir. Só até o seu bom senso permitir.
Tenho algumas questões sem resposta: deveremos banir tudo o que nos parece nefasto e pernicioso da vida dos nossos filhos? Como fazer entre fechar os olhos e proibir? Nós também testámos limites. Mas nunca poderemos comparar porque o mundo agora é diferente e está constantemente a mudar.
Não há One answer fits all.
Mas gostava de ouvir-vos sobre isto. Para mim passa tudo por não nos fecharmos ao debate, nem entre pais, nem com os filhos. Devemos saber sobre o assunto, ouvir psicólogos clínicos e do desenvolvimento, mas conscientes que podemos ouvir reflexões bastante diferentes umas das outras, e a procura do locus de controlo para educar os nossos filhos está tão fora, como dentro de nós. Não há ninguém que conheça melhor o que é melhor para os filhos do que os próprios pais.
Entretanto deixo-vos o texto da Ana Galvão, que serviu de motor de arranque para este post.
Vivemos um momento curioso. Por um lado está a travar-se uma luta, nunca antes vista, contra qualquer tipo de acto ou manifestação de desigualdade (o que acho fundamental para uma civilização mais decente e justa) num combate totalmente minucioso, que não deixa passar quase nada, no que parece um exame, a pente fino, por tudo o que nos apareça à frente (e que aparenta mobilizar pessoas 24 sob 24 horas, pois nada passa despercebido). Mas, por outro lado temos, sem ninguém dar por isso, uma legião de jovens YouTubers que estão a ensinar barbaridades aos nossos filhos. Sei que o Nuno Markl mencionou o assunto esta tarde, o que é normal, pois somos pais da mesma criança e preocupam-nos as mesmas questões na sua educação, e esta tarde chegamos os dois à conclusão (e espero que muitos mais pais ) do preocupante que são estes tipos e ninguém fazer nada, se manifestar, e não só isso, existirem marcas que os patrocinam, à grande.
É que há, de facto, um grupo de youtubers, que gravam vídeos sem parar, que têm fãs aos molhos, e que, todos os dias, apresentam ao mundo conteúdo falado em mau português, cheio de palavrões, obscenidades, apelo a insultar os pais, e ainda, desafios para as crianças serem rebeldes na escola. Incrível. Mesmo que se proíba um filho a ver isto em casa, chegará à escola e verá no telefone de um colega, ou saberá de tudo através das conversas (alguma criança no mundo quer estar fora do círculo social da sua turma?). E para quem defenda que tem que existir liberdade de expressão, e que o que é preciso é educar bem um filho (noutras questões concordo) é preciso recuar no tempo e lembrar como éramos na infância. Era muito bonito o que nos diziam em casa, mas o que mais queríamos era ser igual aos outros, assim que chegávamos à escola, e ver, pensar e dizer em
grupo (faz parte da idade). Há alturas em que os amigos de escola são mais dominantes que os pais (ou, senão é assim, cria-se, no “planeta criança” dois mundos paralelos, o de casa e o da escola). Mais uma vez apelo a que se lembrem como eram em idade infantil/adolescente. Só que nós, em pequenos, tínhamos como expoente máximo de rebeldia umas baldas às aulas ou umas revistas impróprias. Agora o expoente máximo de ambição, para os nossos filhos, é serem como os youtubers que vêm no computador, ou seja, crianças com muito dinheiro, que insultam a mamã, que falam mal, e que acham a escola como algo indesejado, os professores uma “seca”! E isto é gravíssimo. Gravíssimo porque nos atinge a todos, gravíssimo porque influencia os nossos filhos ( falamos de youtubers com milhares de seguidores, portanto é provável que os vossos filhos também andem por lá), e gravíssimo porque a sociedade não se manifesta, parecendo que, ou há pais que não se importam, ou há pais que não fazem ideia do que os filhos andam a consumir. E, voltando ao início da conversa, o que me parece fascinante, é estarmos numa altura onde tudo é tão minuciosamente examinado, onde somos tão picuinhas com os conteúdos para que não contenham nenhum tipo de linguagem ou teor ofensivo para ninguém, onde cai o carmo e a trindade por coisas, por vezes, tão minúsculas, e onde somos tão, mas tão preocupados em que a sociedade seja justa e respeitosa e, no entanto, há uma pandilha de tipos (chamados de influenciadores) que dizem as maiores das barbaridades, de fazer ruborizar o mais bravo dos adultos, e ninguém parece importar-se. Não entendo. O que está a falhar?
domingo, 7 de janeiro de 2018
Rir, Reflectir e Ajudar
Tenho sempre ex alunos meus à procura de estágio da Ordem ou de trabalho na área da Psicologia.
Gostaria de criar uma base de dados com os empregos e estágios que aparecem nesta área. Muitas vezes porque não soubemos daquela vaga, não lemos aquele aviso, ninguém nos contou que andavam à procura.
Não sei ainda bem como vou fazer. Mas pretendo, à experiência, começar pela psicologia. Se resultar construir um site e ir abrindo a outras áreas.
Se souberem de algo enviem-me mensagem privada. Partilhem por favor com amigos e conhecidos que vocês sintam que podem ajudar.
Eu estou numa fase que deixei de conseguir falar de roupas, de tendências, de coisas do género. Nunca fecho a porta a nada, mas duvido que o meu blog seja algum dia um blog de life style. Talvez não seja esse o motivo ou a minha missão. Só o tempo o dirá.
Mas ajudar é de certeza. Esta plataforma já com tantos seguidores tem que estar destinada a algo maior.
Por favor, leiam com atenção o que escrevi e ajudem. Ajudar de alguma forma apazigua dores internas. Não estamos só ajudar outros como a nós próprios.
Obrigada. A ideia que tenho de vós é que estão cá para isso também.
Se não pode ser comer, amar e orar, o meu é vosso lema, ou o lema deste blog será Rir, Reflectir e Ajudar.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Nunca é tarde
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Adeus 2017. Olá 2018
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Afinal tenho outra família!!
Vamos lá começar pelo princípio, que é por onde devem começar todas as estórias.
Depois de experimentar tudo, posso dizer que nem luz pulsada, laser de diodo e outras coisas mais, em mim - atenção- em mim, nada funcionou.
O único que teve excelentes resultados foi o laser Alexandrite. A questão é que é bem mais caro. No fundo é capaz de compensar. Por exemplo, fiz manutenção vai fazer um ano em Setembro. Neste momento as axilas já precisavam de um retoque e confesso que não é fácil pagar pelo retoque - 3 pelinhos - o que pagaria pela selva inteira.
Para além disso, nas pernas experimentei algumas sessões de luz pulsada e foi igual a nada.
Então resolvi voltar para a boa e "velha" máquina depiladora.
Já tinha uma, mas queria ver as novidades do mercado. Ver, não necessariamente comprar. Está bem abelha.
Eu não fazia ideia que este mundo, a par com as luzes pulsadas e os lasers tinha evoluído imenso.
Do ver a trazer para casa foi um pulinho.
Comprei a depiladora Skin Respect- wet&dry premium care Skin respectivo da Rowenta. Está depiladora tem tanta coisa nova que nem sei por onde começar! Para mim o fundamental é que tem pequenos apetrechos, que se põem e tiram, para zonas específicas. Para mim poder fazer nas virilhas ou nas axilas de uma forma correcta e cuidada é definitivamente um Sim! Mas não é só isso, também dá para exfoliar e, máximo dos máximos, tem 2 apetrechos para pedicure.
Dizem que resulta em pelos mais curtos, em zonas mais curvadas e com resultados rápidos e de longa duração.
Vim bastante satisfeita para casa e muito eu me ri quando se fez luz aqui dentro. Não só a depiladora mais antiga que tinha era Rowenta, mas também o secador de cabelo é Rowenta. Agora tenho toda uma família a morar comigo!
Já conheciam? É tentador, não é?
terça-feira, 15 de agosto de 2017
O que é que vai estar a bombar no tempo dos nossos netos?
O meu filho aos 12 teve o sonho de ser um grande youtuber. Nunca incentivei porque tudo o que via era ridículo. Então ele resolveu criar um canal. E eu nem sabia se chorava ou ria quando vi um dos vídeos dele. Não parecia o meu Manel a falar. Não se atraveu muito com palavrões porque sabia que ia ver, mas era só "topas", "meus", "cenas". Parecia que tinha entrado para um gang de rua!! Ainda por cima tive de ser mais firme e realista quando me pediu para o promover na minha página 4D.
Ele acabou por perceber que muito poucos é que fazem daquilo vida e ganham milhões. Nessa altura pensei: caramba, acabei por desfazer o sonho do meu filho. Mas uma mãe serve mesmo para isso: às vezes polícia bom e outras vezes polícia mau.
Eventualmente perdeu o interesse no canal, quando percebeu que era mesmo difícil ter visualizações, quanto mais seguidores. Mas o bichinho está lá e vê constantemente, agora aos 13.
E há pouco tempo pensei que estávamos muito preocupados com o Facebook, mas o futuro vai ser mais parecido com o youtube. Já está a ser. Não basta escrever. Isso vai-se tornar obsoleto e vão ser o fim dos blogs. Tirar fotos tambem não é suficiente e por isso criaram-se as instastories, para ser mais dinâmico. E já existem as vbloggers. Blogger que se preze já não escreve. Fala na sua página do YouTube. As palavras vão tender a desaparecer e eu muito preocupada com o acordo ortográfico. Com tudo isto, conseguem imaginar como vai ser no tempo dos nossos netos? Quem se atreve a adivinhar?
Eu, eu vou aproveitar a inspiração chegar e vou usar as minhas palavras no meu blog, enquanto ainda há quem escreva e ainda há quem leia!!
Beijinhos
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
As séries são como anjos da guarda
Uma coisa boa que a guarda alternada me trouxe foram as séries.
Para quem está de fora é tudo muito fácil. E até os meus pais para me animarem puseram as coisas nesses termos. Não tinha os meus filhos, não tomava conta dos filhos de um parceiro divorciado ou viúvo...então tinha que relaxar e aproveitar o que a vida me estava a dar. Eu que não gosto de limões, achava que ela só podia estar a gozar com a minha cara, porque arranjou forma de me dar os limões mais amargos que existiam. Nem com todo o açúcar do pacote aquilo lá ia - depois admiram-se que tenha engordado.
Aquelas semanas eram agonizantes. Aliás, era tudo agonizante porque logo que estava com eles, bastava passar meia hora, já tinha de me estar a chatear porque eles não queriam ir para a cama, era tardíssimo e o dia seguinte era dia de escola.
Na semana em que estava sozinha vivia miserável pelo silêncio, pela falta deles, pela falta de notícias. Na semana em que estava com eles fazia muitas vezes de polícia má, para além de que parecia que tinha sido arrancada de um retiro de cantos gregorianos para uma festa de transe.
E pensei em mil coisas para fazer enquanto estava sozinha: vai ao cabeleireiro, vai arranjar as unhas...dizia-me uma amiga, mas não me fazia sentido. E não se passam horas nisso. Vai-se uma vez e pronto. Acho, que me desculpem, que essas sugestões servem na perfeição para quem precisava mesmo de estar sem os filhos durante umas horas.
No meu ideal, a divisão devia ser a meio da semana. Não sei. Parece que não custaria tanto.
Espero conseguir voltar ao ginásio e que não seja apenas uma promessa vã, mas as minhas tentativas foram quase ridículas. Ia um dia, não ia outro; ia mais um e depois duas semanas sem ir. A motivação estava a perder-se e eu não conseguia trazer de volta.
Pensei em ser professora e aluna ao mesmo tempo, em sítios diferentes. Mas era um semestre inteiro e não podia ir às aulas, à noite, quando eles estavam comigo.
Confesso que me vim um bocadinho abaixo. Era tão mais fácil ajudar os outros a reagirem, do que nós próprios reagirmos.
A cabeça passou horas a vaguear e a não fazer nada de concreto.
Cada uma acaba por achar o seu caminho. Que não é, mesmo, igual para todos. O blog ajudou muito, mas, embora pareça brincadeira é algo série, tenho que prestar homenagem às séries da Netflix. A minha grande companhia.
Um dia destes faço-vos uma lista se quiserem, mas eu só precisei de escrever no Google "melhores séries da Netflix" que as sugestões não tardaram a aparecer.
Peguei numa que nunca tinha ouvido falar, mas que tinha duas coisas a seu favor: estava no top 5 e era enorme - ia de 2011 a 2017.
Já foram tantas. Mas quero agradecer à Sense 8, Stanger Things, Narcos, 13 reasons why, Orange os the New Black, Girls, Love, This is US, que me fez chorar e rir com tanto gosto e é só uma das melhores séries de sempre. é só para nomear algumas.
A tal última foi Suits. E acabei a série a querer beijar Harvey, ser como a Donna, abraçar e bater no Louis e o mesmo com o Mickey. Foram a companhia perfeita. Obrigada.
Agora ainda tenho a Anne with an E e handmaid's tale.
Quando gostamos de uma série entramos no enredo, identificamo-nos com personagens, odiamos outras e dificilmente nos sentimos sozinhos.
Não digo para se isolarem do mundo, longe disso. Mas estas séries foram a minha terapia, o meu apoio. Só posso sorrir e dizer " verdadeiros anjos sem asas".
segunda-feira, 31 de julho de 2017
12 anos já??
Não falo muito de mim. Nem sei a imagem que passo. Os últimos 2 anos têm sido de altos e baixos.
Já não faço feirinhas, não tenho pretensões de ser uma fashion Blogger e o que sei é que gosto de escrever, gosto de comunicar e tenho feito um percurso de me conhecer melhor.
No meio disto tudo, eu que falo tão pouco de mim, eu que não mostro tendências, sinto uma profunda gratidão e respeito por quem me segue e pelas marcas que continuaram a ver potencial em mim e me continuam a procurar.
Tenho uma mágoa que tenho trabalhado para passar e que não tem sido fácil de ultrapassar. Ao início trabalhei duro para que o blog crescesse. O blog que fez há 5 dias 12 anos e antes de haver espaços destes como cogumelos, em que até se era olhada de lado por ter um blog - mas o que é isso? É para se mostrar? Mas agora tem a mania que é escritora ou que tem estilo? Foram tempos difíceis. Quem não os viveu não percebe, agora que qualquer pessoa, seja um perfeito desconhecido, seja uma figura pública tem um blog. E onde há um nicho grande consegue viver ou quase viver disto.
Eu sou do tempo em que as marcas não percebiam que isto era trabalho e que, por mais que gostássemos do produto que estávamos a divulgar, tinha de haver um pagamento ou uma troca. Isto era valorizar o que fazíamos. E como era novidade para todos, não as grandes marcas, que sempre perceberam o potencial da coisa, mas as pequenas marcas também tiveram dificuldade em aceitar. Então agora faz um passatempo e pede um produto em troca? E foi engraçado, porque na minha cabeça sempre pedi o que é justo. Muitas vezes era eu que abordava as marcas - infelizmente não havia cá intermediários - e propunha: olhe, acho imensa piada à sua página, acho que isto ou aquilo tem imenso potencial, por isso proponho divulgar e em troca quero um para mim. Sempre fui Clara, sem fazer jogos, honestos, justa. Mas começou a correr o boato que eu era uma pedinchona. Quando soube doeu muito, achei tão injusto. Mas a vida é assim. Continuei a trabalhar, a fazer o que achava certo. Até que as grandes marcas apareceram e era tão claro, tão simples. Tão correcto.
Enfim, um percurso dificil, duro, sofrido, mas que eu me orgulho!
Afinal foram 12 anos. Como não fazer parte da minha identidade?
Portanto, celebremos os 12 anos, com o que de bom e mau trouxe.
Esta foto é especial. É uma foto de alegria, brincadeira e alma em paz.
Não é um sítio in, mas foi onde me senti mais bem recebida, mais acarinhada no último ano.
Por isso amigo Carlos, obrigada pela tua amizade. Amigos como tu há poucos.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Já aprendeste com os teus erros?
Uma das coisas que me tem incomodado bastante nos últimos tempos é perceber como é que podemos aprender com os erros. Sim, não sou daquelas que digo que nunca erro, que não faço asneiras, que numa ou noutra ocasião não possa ter deitado tudo a perder.
O que me incomoda é como é que se errámos, com outros ou connosco próprios, esse ou esses erros não são suficientes para aprendermos com eles, para não os voltarmos a cometer.
Tantas vezes que nos sai um “nunca mais” – faço isso, caio nessa, me engano, me enganam, magoo alguém ou a mim própria. Então porque é que volta a acontecer?
Uma das coisas que tenho percebido é que somos péssimos a julgar o futuro, a imaginar-nos no futuro, a pensar como temos de proceder no futuro. Será um problema do nosso cérebro? Pronto, e assim parece que estamos já a arranjar um culpado em vez de assumirmos apenas que somos nós que somos assim.
Mas porque é que cometemos os mesmos erros ou outros muito semelhantes vezes e vezes sem fim?
É fácil, num dia muito feliz, de celebração, ou num dia muito ruim, é fácil dizer e acreditar que as coisas vão ser diferentes. Mas depois não são. Sabemos cá dentro o que tem de mudar, mas não avançamos da ideia para a acção. E provavelmente nem essa verdadeira mudança cognitiva é feita. Mas porque é que os nossos cérebros permanecem exactamente na mesma? Tantas vezes a tomar a pior das decisões, a virar-se contra nós?
Porque é que resistimos à mudança, mesmo quando precisamos dessa mudança, quando sabemos que ela nos vai salvar, quando sabemos que não temos tantas oportunidades assim para fazer da nossa vida uma vida nova, diferente?
Será que a resposta é que, quando uma coisa boa acontece….ou uma má, olhamos para o futuro a querermos acreditar que vamos fazer diferente, mas esquecemo-nos de olhar com olhos de ver para o passado, para percebermos mesmo o que é que fizemos de errado?
Isto leva-me a outra questão. Será que não aprendemos com os nossos erros porque achamos que um erro define tudo o que somos e que nem vale a pena tentar ser diferente? No fundo, queremos mudar, mas queremos continuar na mesma, porque mudar implica dor, sofrimento e ao mesmo tempo uma dose muito grande de sensibilidade e auto-estima para nos perdoarmos. Para pensarmos que a mudança leva tempo e que o cérebro encontra gatilhos e estratégias para mantermo-nos no padrão mais conhecido que temos, mesmo que seja o mais destrutivo. Que errar é humano. Que esta “desculpa” não pode, nem deve servir para sempre, mas ajuda a atenuar os danos colaterais. E até a motivar-nos a fazer melhor.
Até parece que estou a falar de acções complicadas ou de coisas muito sérias. Tipo lobo mau. Não, estou a falar dos nossos erros diários, que parecem pouco, mas que continuam a persistir se começam a parecer com um monstro com mil cabeças. Os nossos nervosismos, o hábito de gritarmos, o Hábito de descontar em quem não merece, o hábito de procrastinar, o hábito de não lutarmos pelo que queremos, de não sabermos perdoar, de não deixar que a vida nos defina a nós, mas nós a ela…
Sim, são hábitos e por mais que de fora pensemos “se são maus hábitos é tempo de os mudar”, também temos de pensar que mudar um hábito demora, leva tempo, necessita de ser contrariado e domesticado. Não é que não tenhamos aprendido com os erros, mas os hábitos são difíceis de alterar.
A silly season pode servir para não pensar em muita coisa e descansar do ano difícil que tivemos. Mas porque não utilizarmos esta altura do ano para pensarmos o que é que andamos a fazer de correcto e de incorrecto nas nossas vidas?
E se Setembro é o tempo dos recomeços, eles não aparecem do nada e não se constroem sozinhos.
Talvez seja a altura certa para entre um mergulho e outro meditar sobre o que temos mesmo de mudar. Para haver mudanças, têm de haver novas acções, novos comportamentos, novas formas de estar na vida. E uma fé inabalável em nós e na ideia de que conseguimos essas mudanças. Com uma dose certa de perdão, uma espécie de shot, que é suficientemente forte para não nos deixar ir abaixo, e suficientemente pequeno, para não nos deixarmos abater demasiado pelos nossos erros. Concluindo, é mesmo importante percebermos o que é que aconteceu para dar errado, em nós e nos outros e à nossa volta (eu não nos quero transformar nos maus da história, mas se não nos puser a olhar para dentro de nós, será tão mais fácil, basta culpar tudo o resto e continuarmos na mesma). É urgente olhar para o que é que deu errado para começar a dar certo.
terça-feira, 18 de julho de 2017
Há dias em que devia sair vodka do teu chuveiro. Com morango. Ou manga. Ou até laranja. Tanto faz.
Há dias em que tudo corre mal, não há?
E os piores são aqueles imprevisíveis. Em que estás na tua, a desfrutar de uma vida normalzinha, vá, e de repente o céu parece cair-te em cima da cabeça.
E quantas vezes, em vez de arregaçares as mangas só te apetece vestir a tshirt velhinha de trazer por casa, aquela a dizer "Olá, sou miserável" e tapares-te até ao pescoço, fechares portas e correres as persianas até abaixo e esqueceres que a vida existe? Ou melhor; quantas vezes consegues pensar, depois de uma hetacombe, "que se lixe"?
O problema é que sabes que a vida nunca se vai lixar. Se alguém tiver de se dar mal, esse alguém não há-de ser a vida, pois não? Queria dizer isto de uma forma mais fofinha e serena, mas não sei como. Somos nós que pagamos um preço bem alto por vivermos tudo com tanta intensidade. E isso não tende a melhorar.
Porquê a mim? Porque é que tudo parece correr mal comigo? É o stress. Esse nosso grande inimigo. Pronto, é isso. Valerá a pena falar mais sobre algo que já usamos como palavra do dia a dia, como se fizessem parte de quem somos, da"la famiglia"? Bem, tem de se falar. Porque quando começas a sentir isto todos os dias, ou quase todos os dias, por causa do trabalho, por causa da relação com o marido, por causa dos filhos, por causa da falta de tempo, por causa das mil quinhentas e quatro decisões que tens de tomar quase de seguida...o stress passa a ser crónico e nunca mais te vai largar, por mais que o queiras dar- lhe um grande chute no traseiro. Esse stress mata, deixa sequelas irreversíveis, dá cabo de quem és ou querias ser, da tua auto-estima. Claro que temos sempre a hipótese de ignorar os efeitos desta "pessoinha" miserável e mesquinha e continuar a viver como se ela não existisse. Mas até quando vamos conseguir aguentar? Se for de quando em vez ainda é possível. Todos os dias? Nem pensar.
O stress pode acabar connosco e é importante que se fale nisto. Porque a medicação não chega para resolver tudo. Embora ajude, se bem administrada, nas doses certas e não para toda a vida.
E se calhar, pode parecer estranho ou até já é algo bastante batido, o stress não existe de facto. Sim, há muitas pessoas que conseguiram e conseguem, efectivamente, passar por aquilo que passamos e lidar razoalvelmente bem com isso, sem o tal Mr Monster, the Stress a atrapalhar.
Isso significa que, depois de tanta coisa, ele não existe? No fundo, a verdade é que não são os factos em sim que são stressantes, mas a forma como os encaramos, como lidamos com eles.
Bem, nem tudo. Há coisas que acontecem porque acontecem e fariam doer a qualquer pessoa, e fariam sentir raiva e o coração com a sensação de que acabou de correr a maratona de Lisboa, Londres ou Sevilha. Porque é a chamada causa efeito.
Mas no stres há qualquer coisa entre a causa e o efeito, que são as nossas cognições, as interpretações que colocamos naquilo que acontece.
Se formos chamados à escola do nosso filho porque ele faltou às aulas, se batermos com o carro, se a nossa chefe nos ligar a ameaçar que podemos estar quase a ser despedidas...isto só deixa uma mossa valente porque são coisas com as quais nós nos importamos, que mexem connosco, que põem a nossa cabeça num virote a pensar no que vai ou não acontecer a seguir e, quase sempre, a pensar nas piores consequências e na falta de forças e capacidades para lidar com tanta coisa junta. Sem isso não há stress.
O stress aparece da forma como nós lemos e lidamos com os acontecimentos com que nos vamos deparando na vida. São as nossas vozes interiores e a forma como olhamos as coisas que causam a ansiedade, nunca o acontecimento per se. E, mais uma coisa, obviamente que não o fazemos conscientemente. O mais certo e provável e que não nos damos conta é que todo este processo acontece dentro de nós, que dificulta muito mais as resolução dos problemas porque dificilmente conseguimos pôr a voz da razão a falar mais alto. A voz da razão que ajuda que um problema só seja um problema dentro da nossa cabeça. Mudando a música ou banda sonora que vem nesse momento aos nossos ouvidos, e que muitas vezes custa a desaparecer, tudo muda.
Mais facilmente dizemos que sentimos stress do que sentimos medo, mas no fundo as duas vêm de mãos dadas.
Até o stress que sinto de ter obras no prédio todo o santo dia é uma forma camuflada de ter medo de não conseguir trabalhar em casa, de descansar o suficiente, de estar em paz com os meus filhos. O stress que sinto quando vejo os meus filhos a brigar é o medo que tenho de não me sentir uma boa mãe ou o medo da falta de tempo para eles. E podíamos continuar assim eternamente.
Que a vida não está para nos lixar, que isso é feio demais e não fica bem dizê-lo num texto tão elegante. A vida está cá para nos para nos pôr à prova. E somos nós que escolhemos a banda sonora, os argumentos, as discussões, o guião...o medo...que passa ou não passa nessa altura pela nossa cabeça. Aliás, pelo nosso corpo todo.
Afinal como diria muita gente, segundo a internet (desculpem, mas não encontrei o verdadeiro autor da frase), para todos os problemas há uma solução. E parar de viver com medo parece-me uma bastante adequada. Tal como aprender a ter a sensação que controlamos o que nos acontece e que não é precisamente ao contrário. E que facilmente perdemos o controlo sempre que algo mexe connosco.
Se nunca mais vamos sentir medo? Vamos. Se vamos sentir que perde o controlo de vez em quando não é normal? É. Se o stress não vai ganhar algumas batalhas? Vai. Que o stress é causado pela forma como nós pensamos e não pelos outros? É verdade. Mas se não vivermos obcecados com isso a vida ganha um novo sentido. É uma verdadeira mudança de foco. Uma mesmo grande. Talvez a maior proeza seja deixares de sentir que não és uma vítima, a vítima da tua própria vida. Sentires-te uma vítima é perderes todo o poder que tens dentro de ti. É perderes a força, a auto-estima e até o auto-conceito - saberes quem és e/ou a ideia que tens de ti próprio.
E aproveita para ensinares com palavras, mas principalmente com exemplos, tudo isto aos teus filhos.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Quantas coisas más já fizeste na vida?
Dentro de circunstâncias atenuantes que até parecem as certas.
No fundo, já pensaste nisto? Até onde eras capaz de ir? Mesmo que só apenas para proteger ou vingar os teus?
No fundo somos assim os seres humanos. Está na nossa natureza. Estará?
Muitos de nós nunca admitiríamos, mas que há um lado negro que todos temos, camuflado, atenuado, culturalizado, domesticado, reprimido por um enorme super ego, lá isso há.
A Psicologia Social mostrou vezes e vezes sem conta que todos, por uma razão ou por outra, somos capazes de passar para o lado mais sinistro, mais negro, se formos levados a tal.
Calma. Então somos todos uns monstros? Já não há cordeiros? Foram todos comidos pelos fortes e grandes lobos maus, sempre à espreita?
Não. Nós também somos capazes de carinho, de empatia, de gestos de caridade, de lealdade, de amor profundo e verdadeiro pelos outros. Muitas vezes por aqueles que nem conhecemos, como tão bem mostrou a tragédia das últimas semanas e tantas antes dessa.
Quando eu era miúda e o meu pai, viciado em westerns, lembro-me de lhe perguntar sempre, até ao ponto de quase o chatear: "Pai, quem são os maus?", para tentar fazer uma separação, para entender a história, que, com a idade que eu tinha, e porque os filmes trabalham muito bem essa questão, era mandatário saber de que lado é que me devia posicionar. Quem eram os bons. E sim, sempre quis ficar do lado dos bons. Chamem-me betinha. Mais tarde, já na faculdade de psicologia lembro-me de ouvir que esse termo se chamava clivagem e que só as crianças e os loucos o faziam. Os outros sabiam que ninguém é só bom ou só mau. Somos uma mistura de tudo o que nos acontece, de todas as experiências que vamos tendo e que ficam presas em nós, desde a infância.
Até aqui tudo bem. Mas será que sabemos avaliar-nos até que ponto conseguimos fazer o bem.... por exemplo, sem olhar aquém, ou fazermos mal se a isso formos levados, forçados ou apenas só porque sim, porque tivemos um dia não e apetece-nos mesmo enviar uma foto comprometedora ou uma piadola a alguém que não gostamos? Quantas e quantas vezes descarregamos as nossas raivas e frustrações nos nossos maridos, companheiros, pais, filhos...
Já não somos mais crianças. Já conseguimos perceber que todos nós, gente mais ou menos normal, sente raiva, ciúme, inveja, sentimentos de inferioridade, orgulho doentio, ganância..
Mas também sentimos compaixão, humildade, empatia, generosidade, amor, confiança, fé, felicidade só por fazer ou mesmo só por ver outros felizes..
Nós somos ambos, os que fizemos o bem e os que fizemos o mal. E por vezes nem pensamos nisto. Mas eles estão dentro de nós, a lutar pelos seu espaço, a vencer as suas dores, a curar os seus demónios.
Quem ganha?
Se eu tivesse a resposta...
Se eu tivesse a resposta talvez dissesse: Talvez aquele que alimentares mais....
terça-feira, 11 de julho de 2017
Como é tão fácil estragar tudo
Não te arrependas de não teres lutado mais,
quarta-feira, 5 de julho de 2017
O meu filho ficou retido
terça-feira, 4 de julho de 2017
Tanta coisa boa para fazer
Há 4 anos escrevi um post sobre o que fazer antes que o verão acabasse. Foi um sucesso.
Foi impossível fazer tanta coisa, mas continuo a fazer de tudo para lhes proporcionar experiências diferentes, divertidas, que fiquem na memória. Espero conseguir.
Depois do Parque Aventura fomos ao Aquafun também na Figueira, no Cabedelinho. Um insuflável, umas bóias, um itenerário dentro de água e muita diversão.
Depois das fotos do Bruno e das minhas, estas não fazem jus, porque tivemos de arranjar uma máquina à prova de água antiga e só mais no final é que nos lembrámos que a tínhamos de ir desembaciando duhhhhhh
Espero que mesmo com um ar muito oldschool consigam ver como aquilo foi divertido para as minhas crianças, as grandes e as pequenas. Não percam! As vossas também vão adorar.
Obrigada https://www.facebook.com/Aquafun-praia-do-cabedelinho-1109989229058278/
segunda-feira, 3 de julho de 2017
O parque Aventura, a surpresa para o Bruno e a minha câmara.
Antes de nos irmos embora disse que não te ias ficar a rir porque tinha fotos tuas, género souvenir.
Nunca pensaste ter que fazer o percurso para os apanhar lá do alto, pois não? Mais um corajoso. E ainda por cima sempre a proteger a máquina. Cá de baixo tirei algumas, tuas e deles.Espero que gostes. Espero que o Parque Aventura adore.
Beijinhos e muito obrigada Bruno Lé Photography. Temos mesmo de repetir!
https://www.facebook.com/BrunoLe.Photography/
Obrigada Parque Aventura pelo excelente acolhimento.
https://www.facebook.com/ParqueAventuraPT/











