segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Socorro, o meu filho é maior de idade
Hoje é um dia feliz. Não, hoje é um dia super feliz. Hoje talvez seja um dos dias mais felizes de toda a minha vida.
Dizemos sempre algo parecido a cada ano que passa. Em cada ano que se soma, em cada primavera que se acrescenta. O primeiro aniversário é o primeiro. Há poucas palavras para descrever o que se sente, quando, finalmente, passados onze meses, podemos contar 1 – e não interessa nada porque voltamos logo daí a um instante a fazer tudo como dantes e os 12, os 13, os 14 meses é que contam, porque o nosso baby ainda não pode ser um rapaz, isso não!
O terceiro aniversário é tão doce quanto o primeiro e agora sim, tão verdadeiro, estamos prontas para largar assim com um adeus saudosista, os meses dos nossos dedos e da nossa lista e começamos a ver cada vez menos um bebezinho na cara linda do nosso rapaz.
O sexto é assim à séria, tira a barriga da miséria, já não chega para uma mão. É um número redondo, dos joelhos esfolados, dos tombos e de alguns ais. Dos risos desdentados, da ida para a escola e das letras, dos números, das namoradas e dos namorados e um pouquinho do adeus aos pais.
O décimo segundo é a entrada na adolescência e nós sempre a pensar – mas se a adolescência acaba mais tarde, porque é que não é mais tarde que vai começar?? Lá vêm os desafios, as mudanças de voz, o gostar mais dos avós, a falta do beijo ao deitar.
O décimo quinto é a adolescência em pleno. Para alguns é um sossego, para outros é melhor nem sequer falar. É a escolha definitiva da área, num futuro profissional que ainda está tão distante. Porque é que tem de se ser já adulto quando ainda se é tão infante?
E depois o número que intimamente desejamos e tememos, o número da sorte, do crescimento, do desapego, o número que significa o princípio do fim ou o início de um maravilhoso mundo novo.
18 anos, socorro. Aqui para nós, pais, que já o vivemos. Não é nada, mas ao mesmo tempo mete cá um respeito...
Confesso que não escrevi este post hoje. Hoje não seria capaz. Estou demasiado emotiva para o fazer.
Hoje, dia vinte e um, do um, de 2019, só me consigo reportar ao dia vinte e um, do um de 2001 e às benditas 26 horas de trabalho de parto. Foi nesse dia, às 4.40 da manhã que me estreei nisto que é o “negócio” da maternidade. Já lá vão 18 anos. Mal eu sabia onde me estava a meter. Tinha 25 anos e achava que estava pronta para tudo. Olhando para trás, meio enternecida, só vejo uma miúda, que pouco ou nada sabia da vida.
Não, hoje não. Hoje estava demasiado emocionada para o fazer.
Há meses sem fim que não escrevia no blog. Curiosamente foi o único desejo que pedi para ser concretizado para 2019, voltar a escrever. E sim, Afonso, esperei por ti.
O meu filho é hoje maior de idade e eu nem sei como continuar…
- Mãe, lembras-te quando me dizias que aos 18 podia sair à noite e não ir só a jantares?
(Mas quando disse isso faltava uma eternidade. Como faço agora para me desenvencilhar?)
- Mãe, achas que aos 18 podia experimentar a fumar os vipers, aqueles cigarros que não têm nicotina e são de vários sabores?
(What?? Prometo que escrevo um post sobre isso, imprimo e dou-te para ler, para refletires sozinho e depois temos uma conversa sobre isso, ok? Acho que não fazes ideia dos malefícios. Mas não te vou chatear hoje com isso.)
Sim, fazer 18 é uma coisa em pleno, quase parece que tudo se alinha no mapa astral, não só para os nossos putos que se sentem grandes, uns crescidos, mas também para os pais, sobretudo do ponto de vista emocional. Tudo muda. Ou quase tudo. Até do ponto de vista legal!
As hormonas já dispararam, embora não me possa de todo queixar. Tenho o filho mais amigo, mais companheiro e preocupado que se possa imaginar. Ele não diz que vai fazer isto ou aquilo, ele não informa. Ele pede, como sempre pediu e eu sei que isso não vai mudar. E ele próprio escolhe aquilo que acha que deve pedir e não arrisca quando sabe que vai ouvir um não. Chama-se ter um bom locus de controlo interno. Tenho muita sorte, pois então!
Os amigos são o mais importante do mundo. A parte das redes sociais, das conversas e da vida online. O estudo fica muitas vezes num lugar distante da lista de prioridades e custa quando eu vejo nele tantas capacidades. Mudou de área, voltou atrás. Foi uma decisão ponderada, discutida, reflectida. Foi o melhor que fez. A moratória que tanto Erickson falava tem de ser isto. Os adolescentes escolhem o seu futuro cedo demais. É importante terem mais tempo para reflectir, para decidir, para experimentar, para arriscar, para errar e poderem voltar atrás, a caminho de novos rumos, se assim tiver de ser. Numa sociedade de competição desenfreada, ensinar aos meus filhos que a felicidade está em ter juízo e o juízo está em saber dar tempo ao tempo é algo que eles levam consigo e que espero que ensinem também aos seus filhos um dia mais tarde. Não estou a ensiná-los a ser irresponsáveis, longe disso, mas a dizer-lhes que a responsabilidade leva tempo a ser aprendida e apreendida, substanciada, desenvolvida. É que ser responsável é também perceber que há vários caminhos e que não há só uma linha reta, uma linearidade absoluta que nos conduz do ponto A ao ponto B.
Aparece também nesta fase a lógica adolescente – ficamos com a quase certeza que todos os miúdos entre os 15 e os 18 deviam ir para direito, relações públicas ou relações internacionais. Não há ninguém como eles a defenderem o seu ponto de vista. Eles são os tais! Mesmo que não digam nada de jeito defendem o que acreditam com unhas e dentes e não largam até que os pais desistam, vencidos pelo cansaço. São mestres nisso. E do improviso.
E quando falam por entre dentes e nós não nos contemos e atiramos com um “O que é que disseste?” ou “Repete lá isso outra vez” e eles, muito a custo, lá nos dizem um “Nada”, sabendo nós que foi um nada como que a querer dizer tudo.
Não, eu não odeio teenagers, muito pelo contrário. Tanto em casa como no consultório tenho tido ao longo dos últimos anos experiências maravilhosas. A adolescência tem sido para mim uma feliz descoberta.
Sim, claro que há desafios. Já apontei uns quantos. E quando eles adoram apontar-nos as falhas? Tal como nós lhes apontámos algumas, senão bastantes vezes. Será que andámos por aqui a criarmos uns pequenos grandes e giros monstros?
O meu filho tem crescido a olhos vistos. Não só em altura, mas também em maturidade. Penso que as coisas não vão mudar por cá assim tanto. Eu penso que sempre seguirei a velha máxima, obviamente adaptada à idade – My house, my rules!
Se ele é um adulto? Nem pensar. Espero que se ele ler isto acabe a concordar comigo. É um miúdo. Pelo menos o meu miúdo. Um grande filho. Um grande amigo. Mais crescido do que já foi. Mas sempre o meu miúdo. Mas até eu nem sempre me sinto uma adulta! Vamos lá a ver bem as coisas. Este é ou não é um processo sem fim?
Esperemos para ver o que o futuro lhe/nos reserva. Agora estou cá para ele. E sei que ele está cá para mim.
Feliz 18 anos meu amor maior.
Da tua, sempre tua,
Mãe
quinta-feira, 26 de julho de 2018
A Staples facilita-nos a vida para irmos de férias descansados
Confesso aqui, perante tanta gente (pode ser que sejam
apenas uns dez, vá), que sou um autêntico caos na preparação do regresso às
aulas. Não só não ponho os meus filhos de quarentena, umas 48 horas antes, com
música zen, nada de televisão, nada de horários tardios e coisas que permitam
um tremendo excitex, como a maior a maior parte das vezes saltamos do ritmo
frenético das férias (onde é que já se viu ir de férias para descansar? Não
conheço de todo esse conceito), para o ritmo monocromático, certinho e sem
falhas (deves!), de um voltar às rotinas, sem os preparar para a transição.
Sim, podem chicotear-me à vontade. Quem diz a verdade não merece castigo.
Deixo-os sorver até à última gota o sabor a mar e a areia que ainda trazem nos
pés, nas mochilas e no coração, podendo encontrar-se ainda alguma nos cadernos
pautados, que se pautaram pelos dias azuis de praia, sol, banhos de mar e que
devem ter, eles sim, aproveitado para fazer gazeta, ou hibernar, num movimento
contrário ao de muitos animais.
Para piorar ainda mais as coisas, como se fosse preciso,
sempre trabalhei até ir de férias, ficando o tempo restante guardado para fazer
mil coisas mais. Mentira, ficando guardado para me imaginar já com os pés
dentro de água, com a ponta do nariz pelada, os mergulhos com eles de mãos
dadas – sim, não sabem que antever a coisa pode ser tão bom como a coisa em si?
É um facto que desde o divórcio, os pais dos meus filhos
tentaram organizar-se melhor entre si, porque é tão mais fácil resvalar para
uma desorganização justificada, quando há uma guarda partilhada.
Estava eu neste chove não molha, exactamente como o tempo,
sem me decidir se este ano é que era, quando recebi um e-mail da Staples. Sinal
dos deuses ou da divina providência. O mail era claro e o pressing nada subtil.
A compra de livros escolares é feita na Staples e ponto. É encomendar já, até
19 de Agosto (atenção Sofia, não procrastinar!), sem preocupações ou ralações e
ainda com 6% de desconto imediato e portes grátis. Tudo sem sair de casa
(online, meus senhores, online. Esta devia ser a palavra do século XXI).
Podendo eu não estar convencida, mas estava, que a mim
convencem-me rápido, continuava dizendo que há um serviço, Colibri, que forra
imediatamente os livros quando chegam, se for activado. E se não for, demora no
dia apenas 20 minutos no total. Eu já experimentei na Staples, no Verão
passado, e é mesmo bom, embora no meu caso tenha sido mais ou menos 20 dias
depois de as aulas terem começado cof, cof, cof.
Parece que este serviço foi agora melhorado ou reformulado,
como queiram, e está melhor do que nunca. Rapidíssima aplicação, permite
reutilização porque não estraga os livros, pode ser aplicável em qualquer
tamanho, não deixa bolhas (oh sim Meu Deus, SIM) e ainda pode ter elementos
decorativos, para quem queira (vou esconder esta parte da Concha e do Vicente).
Ele seriam só bolas e ela unicórnios e fadas. Eu que já tive uma queda pelos
unicórnios, a humanidade voltou a ressuscitá-los quando eu já não os podia ver,
de tão enjoada que estava. Sim, era bem capaz de abater qualquer bicho alado
que me aparecesse pela frente e com um grande corno na testa. É que não há
pachorra, para tanto brilho, tanto glitter, tanta fantasia, tanto enjoo.
Percebem porque é que as modas são recicladas? Para não nos podermos fartar
delas desta forma. Quando nos esquecemos que já não podíamos com o denim, com
as calças skinny ou super extra size, aparecem novamente, uns cinco anos
depois. Talvez sete seja a conta certa. Entramos todos numa espécie de amnésia
selectiva e passamos novamente a adorar o que já tínhamos adorado e passado a
odiar. Nietzshe explica isto como ninguém. Então por amor de Nietzshe, está na
hora de mandar os unicórnios para a unicorlândia, que fica para lá de Júpiter e
de todas as luas e do sol posto.
Então depois deste e-mail, que foi um chamamento dos deuses,
uma espécie de contrição feita ali na igreja do bairro – Não deixarás para
depois o que podes fazer já! Se formos espertos percebemos que isto até tem
razão de ser. Faz sentido, não é?
Obrigada senhores da Staples por me tornarem uma pessoa
melhor, uma anti procrastinadora, uma mãe cheia de garra, de competências e
resiliências (e também cool, com ar novo e giro e…)
Agora vou só ali fazer uma sesta e depois trato de tudo,
ok?? Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
sexta-feira, 20 de julho de 2018
Amigos
Um dia disseram-me que não podíamos confiar em ninguém e que amigos verdadeiros só nos contos da nossa infância. Que as amizades eram de ocasião, de conveniência, que nada era o que realmente parecia ser.
Eu queria lutar contra isso, com todas as forças que tinha, mas a cada queda, a casa esquina, ia-me apercebendo que há sempre propósitos, objectivos, que nem sempre são consentidos, numa comunicação pouco aberta, sem um jogo verdadeiramente limpo.
Todos precisávamos uns dos outros, até aí entendia. Mas que nos aproximávamos mais por necessidade do que por vontade, pelo desejo do coração, que havia sempre outros interesses mais escusos, que tantas vezes tudo terminava, esfumando-se com o passar dos dias, desaparecendo como D. Sebastião numa manhã de nevoeiro... Isso não, não, não..
Aos poucos fui aceitando que nem sempre vamos entender tudo o que nos acontece, não vamos compreender a tal razão. Vamos perceber que há amigos para a vida e outros para uma estação.
Mas continuo a acreditar nos amigos que enchem o peito para dizer que são nossos amigos, mesmo que não sejamos nada de jeito, só pelo feito de sermos amigos deles também.
Continuo a acreditar que os amigos são os que habitam cá dentro, que nos lêem o pensamento, que estão quando precisamos. São nossa família, são manos. São mais do que sangue até. É algo que vai mais além.
Que não nos deixam ficar tristes, mas se não nos conseguirem alegrar, simplesmente não desistem, dão o corpo às balas e ao tempo, aceitando o nosso silêncio, aceitando a nossa dor. Abraçam-nos sem dizer nada. Simplesmente ficam lado a lado, com o coração a compasso. Isso também é amor.
Amigos que dizem aquilo que precisamos de ouvir, mas que sabem que há-de ser ao nosso tempo, que a brisa do momento, os guiará ao que é certo. Que o ser-se honesto nesta dança, neste laço, é que mesmo não dançando a compasso, não se cansam de nós pela diferença, pela nossa tristeza, pelos dias que nem sempre são dias bons, porque na amizade também há zangas, também subimos de tom.
Quero amigos que não se cansem de mim. Do meu jeito sério nos dias não. Da loucura nos dias sim. Amizades destas duram toda uma vida, são feitas de histórias e memórias. Confesso que quero isso para mim.
Amigos que se preocupam, que cuidam, que protegem, que vivem aventuras mil. Que sorriem ao verem-nos florescer, mais, cada vez mais, de Janeiro a Janeiro, ou de Abril a Abril. São amigos que nos merecem também. Tanto, tanto, tanto. Tanto até mais não. Porque sem pedirem nada, recebem em troca tanto e tanto. Tanto mil vezes tanto. Mil vezes mais do que aquilo que já dão.
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Salgados Palace. 4 dias de sonho num 5 estrelas de chorar por mais
O grupo Nau Hotels & Resorts convidou-nos para passarmos uns dias com eles, no Salgados Palace.
Este complexo é bastante pensado para famílias, tendo muitas actividades para crianças. Até as refeições, reparei, têm opções, como a sopa, com ou sem sal. Para não falar dos gelados, onde os miúdos faziam fila.
Só tenho uma coisa a dizer: foi realmente péssimo porque engordei na boa uns 4 ou 5 Kgs. Era impossível parar de comer!
O regime Tudo Incluído é, de facto, uma bênção e um pecado. Isto para quem não sabe fechar a boca, que eu bem vi lá uma senhora, com ar francês, que levava apenas uma torradinha, um iogurte e fruta, num pratinho de pequeno almoço.
Não sei se é por ser portuguesa, se é outra coisa - não, não passei fome quando era pequenina, graças a Deus e não tenho traumas com isso, mas é impossível ver aquelas mesas cheias de coisas boas e não "atacar" simpaticamente quase tudo. E depois não parava. Porque a seguir ao pequeno almoço abria o lanche da manhã, vindo a seguir ao almoço, depois o lanche da tarde, o jantar e a ceia, para quem ainda conseguisse rebolar até lá.
Não era só a quantidade, mas a qualidade. Pratos variados, diferentes de dia para dia, com pessoal super simpático, num 5 estrelas em que não nos sentíamos com vontade de andar em bicos dos pés, mas normalmente, sem peneiras ou pudores.
Ainda conseguiram o feito de agradar aos meus miúdos que têm idades diferenciadas, que vão dos 6 aos 17. Brincaram estupidamente na piscina, na relva com a bola de futebol que levaram de casa, fizemos uma aula de pilates em família e os granizados foram a bebida eleita para todos os dias.
Os quartos são um espanto e, confesso, fiquei com inveja do duche ser do tamanho da casa de banho mais pequena cá de casa. Se calhar até um bocadinho maior. Fogo. Dava praticamente para a família tomar banho ao mesmo tempo :) :)
No Domingo ainda fomos conhecer o Salgados Palm Village, que os mais pequenos estavam mortinhos para ver como era o insuflável a cair para a piscina.
A vista soberba, que ajudou a que as fotos ficassem espectaculares e a luz, aquela luz maravilhosa, fez, inclusivamente, que eu parecesse uma fotógrafa de excelência (espero que não esteja nenhum fotógrafo profissional a ler isto, ups!).
Não me posso esquecer da sala para ver os jogos. É verdade que não foi um momento muito feliz, aquele sábado em que saímos da disputa pelo título, mas foi super interessante. Vimos o jogo anterior no bar do rés do chão, onde aqui a mãe aproveitou um bocadinho para relaxar e bebeu uma das duas únicas bebidas alcoólicas dessas 4 dias e o jogo de Portugal, porque o Manel não queria barulho, foi passado na sala de cinema, preparada para a visualização dos jogos. Como o mais velho e a mais nova não ligam ao desporto rei - enquanto os do meio são fanáticos - aproveitaram o momento para jogar ping pong e beber mais granizado. Houve uma manhã em que ao levantar-se o Vi vomitou um bocadinho de água. Fiquei na dúvida se seriam dos pirolitos na piscina ou dos granizados a mais. Mas férias são férias e deixei-os à solta, só me preocupando com o facto de estarem bem protegidos do sol. Sim, usámos Garnier, mas foi oferta do ano passado!! :)
Enfim, foram dias especiais que tenho a certeza que vão ficar na memória deles, e na minha, para sempre.
Houve algo que ainda tornou esses dias mais queridos. Como estou sozinha, sem namorado - pobre de mim - foi a minha mãe que me ajudou a cuidar das tropas ou da equipa maravilha. E acho, sinceramente, que conseguimos alguns momentos, nós as duas, muito especiais, já que estamos afastadas o ano todo por 300 km de distância. Não namorei com um homem, mas "namorei" com a minha mãe e soube-me mesmo, mesmo bem.
Senhores queridos da NAU Resorts. Eu sou óptima a fazer reviews. Eles são óptimos a darem-me o feedback - que foi um redondo "Amámos, mãe! Queremos mais!" Portanto, podemos continuar a fazer parcerias. Abram hotéis em todos os sítios lindos que se lembrarem que nós iremos visitá-los, um por um, para fazer um review como deve ser. Se for preciso dizer mal também digo, mas gostámos tanto que até na internet, no site do hotel, deixámos o nosso parecer. Acho que foi a primeira vez que fiz isso. E a minha mãe fez questão de dizer: temos uma certa ideia, parece-me que com um toque de veracidade, que os algarvios tratam muito melhor os estrangeiros do que os portugueses. Curiosamente vi muito mais portugueses do que estrangeiros no hotel - embora houvesse um pouco de tudo - e, pelo que reparei, todos foram imensamente bem tratados. A menina do check in, que foi a mesma do check out, ficou no nosso coração.
E o menino do bar ficou particularmente no meu. Bastava-lhe ter mais 10 anos:) :)
Não posso postar todas as fotos, quem me dera. Posto as que gostei mais, focando na Concha que parecia estar a viver uma verdadeira passagem de modelos.
Há uma fotografia que amo - vamos ver se vocês descobrem qual é - em que depois de não sei quantas fotos iguais, me viro para a minha filha e lhe digo "Ó Concha, faz aí qualquer coisa diferente" e aquela miúda gira, de 6 anos de idade, saiu-se com uma pose de modelo que ainda não sei onde a foi buscar. O que vale é que a mãe gosta disto e ela também. Os rapazes já não têm assim taaaaaaanta paciência.
Mais fotos no meu instagram.
Beijinhos e até já.
As primeiras fotos têm o look Maria Chicória, bem como o primeiro fato de banho, em tons de ver de e bordeaux, o chapéu de palha e o pandant manos queridos em amarelo clarinho. O Vicente quando viu disse, a imitar os manos mais velhos: sabes que eu não gosto de camisas. Mas depois viu o capuz e ficou derretido. Sim, é uma camisa/túnica que consegue adaptar-se a várias situações, mantendo sempre o seu ar cool.
O macacão preto e branco veio da Maria Minho e dava-lhe um ar relaxado, de férias, mas muito engraçado.
O look do vestido azul com mangas em bordado inglês é da Sonho Meu (mais as Victoria mostarda).
E o fato de banho às risquinhas e o maravilhoso amarelo com andorinhas é da Catavento.
O azul é do ano passado e confesso que já não me lembro da marca, mas penso que é espanholita.
Eu dei destaque ao meu vestido da Pedra Solta Design/ Loja da praia. Acabei a fazer um match com eles no dia em que éramos todos uns canários à solta:)
A tshirt roxa do Vicente é Ralph Laurent e a saia tijolo da Gocco...
e acho que não e estou a esquecer de mais nada!
Ahhhhhh, a tshirt da Levis do Afonso, que fica sempre bem, seja numas férias 5 estrelas seja num festival de Verão!
E o meu saco do coração, trazido da Linhas de Pau.
O mais interessante é que todas as marcas que apontei, são lojas, não apenas online, mas também real, fisico. Uma está em Lisboa, outra em Évora, mais uma em Leiria, duas em Coimbra, uma em Santarém e uma na figueira da Foz. É fantástico poder alhear a compra online, que é muito mais rápida com a possibilidade de ver ao vivo, na loja física.
Digam lá agora se adivinham qual é que é a foto da pose da Concha e se eu e o Afonso não parecemos irmã e irmão? Ai não :) :)
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