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quarta-feira, 28 de maio de 2014

A minha experiência com a Purah – alisamento escova progressiva



Os meus pais vieram visitar-nos no fim-de-semana. Quando cheguei a casa, vinda de uma reunião na Quinta onde vai ser o 4D&Friends, a mãe já lá estava. Das 1ªas coisas que me disse foi “Fizeste o alisamento da Purah?” e eu assustei-me. Cheguei a pensar que devia ter uma etiqueta no cabelo ou qualquer coisa do género. Como é que a mãe sabia? Fácil, Sherlock Holmes, tinha visto um saco com os produtos, champô e máscara, lá em casa. Disse-me que andava há uns tempos para fazer um, mas que tinha algum receio que o cabelo ficasse com aquele aspecto estranho - muito agarrado à cabeça. Só que ao ver o meu, que estava fantástico, tinha-lhe aguçado novamente a vontade de experimentar. O mais curioso é que falámos de valores e este que fiz estava definitivamente mais em conta do que os preços que a mãe conhecia. A Marisa já me tinha referido isso, mas quando confirmamos com alguém que não tem nada a ver com o assunto, ainda é melhor.

E pronto, elogio de minha mãe é algo muito sério e a ter em conta. Não é pessoa de elogiar só por elogiar. Definitivamente percebi ali que realmente tinha valido a pena.



A Marisa, da Marisa Imagem & Alda Roque, um cabeleireiro recente numa das zonas mais sofisticadas de Coimbra, convidou-me a fazer um alismaneto/tratamento/escova progressiva Purah.

Já falei imensas vezes do meu interesse sobre este tema e já fiz 3 alisamentos, dois japoneses e um indiano – estou cada vez mais internacional! Infelizmente tive sempre de me deslocar a Lisboa porque não encontrei cá nada que realmente me agradasse.


O convite da Marisa veio numa óptima altura. Fez-me ter vontade de experimentar e fez-me ficar muito curiosa sobre os resultados. Não tenho cabelo afro, nem cheio de caracóis. Tenho cabelo forte e com muitos jeitos.


Este é de todos os alisamentos o menos agressivo, sendo até considerado um tratamento, porque revitaliza imenso o cabelo. Fica tão hidratado e brilhante que dá gosto. Perfeito!


Estava com medo daqueles primeiros dias, em que não se podia lavar – nem apanhar ou colocar atrás das orelhas, para não vincar. Como ia trabalhar estava super preocupada se ficaria com aspecto oleoso e meio blhac. Que nada, nem um pouco.

Depois voltei a ter medo do resultado após primeira lavagem em casa. Laveis, usei os produtos que são indispensáveis (mas calma, os dois produtos ficaram por menos de 30 euros) e sequei com o secador, usando apenas os dedos (pode-se também usar prancha). E ficou impecável.


Pelo que a Marisa me disse, o alisamento dura de 4 a 6 meses, dependendo do cabelo, e principalmente se usarmos champô e máscara sem sal (aconselham-se os da marca). Todas as mulheres podem fazê-lo – grávidas, mamãs a amamentar, com coloração ou madeixas. Se se conseguir lavar no máximo 3 vezes por semana, já que as lavagens reduzem o efeito do alisamento.


Eu fiquei completamente fã e, de facto, 80 euros é um preço fantástico, comparativamente aos 150 e 160 praticados em outros espaços.


A Marisa trabalha com a Redken e em parceria com a marca ainda tem dois dias por mês chamados de dias low-cost.


Vale a pena visitar! E muito obrigada pelo convite.



Rua Jorge Anjinho lote 11 Rc Dto C, 3030*428 Coimbra
239 403 348













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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Quem cuida de mim II


Perguntei à minha amiga Carla que cabeleireiro me aconselhava para o look do evento de Évora e ela respondeu-me que havia um novo que era a minha cara. E foi assim que os conheci.

Há cerca de 4 meses o Gianni mudou-se para esta cidade maravilhosa, de malas e bagagens.

Gianni fez parte do mundo da moda por mais de 16 anos. Foi modelo da Elite, depois estilista (licenciou-se em design de moda) e por fim cabeleireiro e make up artist, completando a sua formação nas escolas de Antónia Rosa, Longueras, Dessange e Vidal Sasson.

Viveu um pouco por todo o mundo, trabalhou para a SIC e para a Globo, fez catálogos, editoriais, produções de moda, saiu em todas as importantes revistas de coiffure (e não só - Elle, Vogue, Maxima...), é giro que se farta e tem cara de miúdo, mesmo com 40 anos.


Gianni disse-me que veio à procura da calma do Alentejo, depois da vida agitada e de saltimbanco que levou. Ele e o Cláudio, com formação na área das finanças empresariais, abriram o salão Gianni Bach e defendem a beleza sustentável, usando técnicas mais naturais e orgânicas.


Cortou-me o cabelo comigo de pé, encheu-o de brilho e luz, maquilhou-me com toda a calma e profissionalismo (foi a 1ª vez que me maquilharam de máscara na boca), falámos imenso e rimo-nos muito e por fim sugeriu-me a trança para rematar o look. E ficou tudo P-E-R-F-E-I-T-O. Mesmo perfeito.



Obrigada querido Gianni por cuidares de mim. Obrigada Cláudio. Évora merece um espaço assim.










(créditos foto: Cláudio Xavier)



(créditos foto: E-motions Photography)


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Fifty Shades of Grey


Já ando há uns meses para decidir isto, e ainda não fui capaz.

As imagens são lindas, mas a realidade é um pouco diferente.


No último ano os brancos - não fica muito melhor dizer os cinzentos? - chegaram em força.

E queria decidir-me a mantê-los, mas não é fácil.

A humanidade não lida bem com o envelhecimento e tudo o que nos aproxima da morte nos mete um medo do caneco.


Mas pelos vistos já foi uma tendência entre a malta hipster. O branco, mas especialmente o cinza prateado. Se calhar vou esperar até que volte outra vez!




Para a semana vou ter com o Cláudio e o Gianni ao Gianni Bach. Estou em pulgas. Vamos ver o que eles me aconselham. Talvez os deixe mesmo decidir por mim.



















Kate Moss

Penelope Cruz

Katie Holmes



A transição


Segundo o cabeleireiro Celso Kamura, deixar a raiz crescer sem retocar a pintura pode aumentar uns bons anos no bi. Para que isso não aconteça há duas opções: descolorir tudo e, em seguida, aplicar um tonalizante prata ou cortar bem curtinho para o grisalho crescer de maneira uniforme.

Mesmo quem gosta da ideia de assumir os fios brancos fica apavorada com a possibilidade de simplesmente deixar o cabelo crescer e ver a raiz branca ganhar cada vez mais destaque. Uma das razões é que pode facilmente ser interpretado como desleixo. 


Para quem quer uma transição gradual, a melhor solução é ir clareando os fios aos poucos, de acordo com a tonalidade natural ou a coloração que se usa habitualmente.


Para as mulheres que gostam de madeixas claras, uma alternativa é partir para um loiro bem claro, como o platinado, e, num segundo momento, assumir a raiz, que não destoará tanto do restante. 



Quem conquistou o loiro a partir de luzes, mechas ou reflexos deve apenas continuar o processo, diminuindo a quantidade de fios a cada sessão. Aos poucos, os brancos naturais tornam-se os pontos iluminados do cabelo. 

Quem escurece os cabelos nos tons castanho e preto, deve investir em luzes finas e subtis na cor original dos cabelos, que costuma ser mais clara. Assim, o grisalho pode ir aparecendo gradualmente, sem chamar tanto a atenção no visual. 

Já os fios virgens, que nunca receberam pintura, só exigem paciência para esperar os brancos predominarem. Também nessa situação as luzes finas e de cores mais claras rendem um efeito interessante. 

Outra estratégia que vale para todos os tipos de cabelo é passar da coloração permanente para o tom sobre tom, que não cobre totalmente os brancos, tornando mais suave a transição. Só é preciso ter mais cuidado com os tons vermelhos e acobreados, cujos pigmentos são mais difíceis de sair. 

Durante o processo, também será interessante pensar em cortar, como já referimos inclusivamente, já que quanto mais longo o cabelo for, mais demorada a transformação vai ser. 

E um corte moderno, médio ou curto, com pontas repicadas e movimento, emprestará um ar mais jovem à aparência, mesmo com grisalhos.

O cabeleireiro Silvio Olivera sugere fazer luzes até dois tons mais claros que a cor natural dos fios em toda a cabeça e aplicar tonalizante louro-médio-acinzentado. É preciso repetir esse processo mais duas vezes, com intervalo de uma semana entre eles.

Já as mulheres que estão com 70% ou mais da cabeça cheia de brancos devem fazer mechas em tom escuro, para deixar o cabelo mais cinza do que prata. 



Cuidados especiais


Além de ser responsável pela cor dos fios, a melanina também interfere em aspectos relacionados com a elasticidade e maciez do cabelo. Como não possuem este elemento, os brancos tendem a ser mais ásperos e rebeldes. 


Por isso, quem resolve assumi-los precisa estar preparada para redobrar os cuidados com a hidratação. No dia a dia, xampoos e condicionadores com ingredientes altamente nutritivos são a melhor forma de mantê-los disciplinados. 
Cabelos brancos exigem cuidados especiais. O cloro, o sol, a poluição, a coloração ou o álcool de alguns produtos (shampoos, cremes amaciadores, fixadores, etc) tendem a amarelá-los,ou a deixá-los num tom triste e feio.


Para neutralizar o aspecto amarelado, muito comum aos fios brancos, também é interessante usar, a cada 15 dias (outros cabeleireiros aconselham pelo menos uma vez por semana), um xampoo específico, com pigmentos acinzentados ou violetas. Uma vez por mês, é recomendado aplicar máscaras hidratantes em casa ou no cabeleireiro para garantir um cabelo mais macio e luminoso e ainda aplicar um tonalizante incolor, no cabeleireiro.

E, se um dia enjoar do tom grisalho, voltar a pintar é sempre uma opção e os fios brancos funcionam bem tanto como cor de fundo para um loiro mais claro, como para mechas claras num cabelo escuro.


Um dos produtos recomendados para um tom prata, é o shampoo à base de flor de centáurea. O da francesa Klorane é considerado um dos melhores. Não é coloração ou descoloração. É apenas um shampoo especializado e o efeito aparece com a continuidade do uso.


Outro shampoo do género é o da Payot..Pelo que li não é tão bom como o da Klorane, mas vale a pena experimentar.










Informação retirada daqui, daqui e daqui

Dêem uma espreitadela ao livro de Anne Kramer, Going Gray, aqui





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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Me time



Estes dias têm sido super agitados, como devem calcular.

Sem tempo para dormir, sem tempo para descansar, sem tempo para cuidar de mim.


São muitas coisas a acontecer ao mesmo tempo, muitos lados para onde me tenho de virar. É óptimo, claro, mas por vezes tem de ceder por algum lado. E geralmente o elo mais fraco é quem? Somos nós, não é mães?


E sem estar a contar recebi um convite tão engraçado. A Corinne, que eu já conheço há tantooo tempo (desde que entrei no cabeleireiro dela em 1995 para fazer um corte diferente e uma madeixa azul no cabelo!) fez-me uma proposta-desafio difícil de recusar para quem gosta de desafios.


Ela, que é considerada há já muito uma das melhores cabeleireiras da zona centro, soube que no outro evento, de 4 de maio, eu falei numa mudança de visual e agora resolveu propor-me o mesmo.

Medoooo. A menina da madeixa azul e do corte diferente é agora mãe de 4 criancinhas e uma senhora respeitável. Será que vou virar avantgarde outra vez?


Não sei, mas ela disse-me para confiar e eu confio. Aquele pedacinho de tempo a cuidar de mim vai saber-me a rabanadas, a filhós e a pudim. Vai saber-me pela vida. Sim, sim, sim.




segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Gestão de tempo, definição de prioridades e be creative!




Ando completamente estoirada. 60 horas de formação para certificação em dois fins-de-semana seguidos deram cabo de mim. A bem dizer as minhas férias – se férias forem sinal de descanso – foram em Julho, quando os miúdos estavam com os avós e só tinha, à vez, um comigo, no máximo dois.

Depois fomos então de férias, a 6, com tudo o que isso implica, com tudo o que conseguirem imaginar. 

Setembro foi tempo de regressar, com todas as exigências inerentes a esta altura do ano: comprar roupa para eles, comprar material escolar, comparecer nas reuniões de pais, levar os mais novos para a escola nova, entrando o mais tarde que conseguisse e indo buscá-los o mais cedo que pudesse. 

Era tempo de fazer e corrigir exames de época especial, preparar novas disciplinas, ir a reuniões, supervisionar estágios e dar mais um passo na certificação de life coaching. E ainda tempo de continuar as consultas de terapia familiar e de casal e preparar formações e escrever posts e preparar passatempos e fazer pesquisas para o blog… Ficaram cansados só de ler? Imaginem eu.



Estou sempre a dizer a mim própria que vou parar, que vou definir prioridades, que há coisas que vou deixar para trás, mas é complicado, principalmente porque aquilo que mais facilmente poderia deixar para trás, é aquilo que até me dá mais gozo fazer.



Enfim, no meio de tudo isto estou entusiasmadíssima com a remodelação / decoração do quarto da Concha.

Já colocámos todos os quadros e quadrinhos na parede – não foi fácil. Estava com medo, confesso. Que ficasse de menos, que ficasse demais, que ficasse com ar mais kitsch do que clean… não sou pró nisto e estava apenas a servir-me do meu gosto e da minha sensibilidade. 

E felizmente estou a adorar. Faltava-me apenas um tapete novo e transformar os cortinados e pintar o candeeiro. Não, não estou armada em Querido Mudei a Casa, mas achei que aqueles cortinados e aquele candeeiro tinham definitivamente de ficar. Só teríamos de fazer uma pequena alteração – a barra do cortinado passaria de azul para rosa pálido e o candeeiro, de azul clarinho a branco. 



E neste momento só falta mesmo isso, porque o tapete já o trouxe comigo na sexta feira, da loja Quadrinhos da Mó. O mesmo tapete tem duas medidas e cores lindas, desde as mais pálidas às mais vibrantes. O rosa chiclete é fantástico! Vejam a página e visitem a loja, vale tanto a pena. Curiosamente já é a segunda ou a terceira vez que me surpreendo pela positiva quando conheço as lojas ao vivo. Não que as páginas não estejam bonitas, mas ao vivo brilha tudo de uma forma tão mais intensa.



Antes da formação fui fazer uma experiência que parece-me, deu certo e por isso vou falar dela aqui.



Eu sou mega fã de alisamentos. Fiz o primeiro há 2 anos e o segundo um ano depois. Estava na hora de fazer o terceiro, mas confesso, não me estava a apetecer dar novamente 150 euros – os que fiz ficaram excelentes e foi esse o preço que paguei. E realmente o preço era também uma das razões porque andava a pensar se voltava a fazer um terceiro agora.



Recebo imensa publicidade, imensos mails para aderir a isto e aquilo e para comprar isto ou aquilo. Quase 99% das vezes nem abro para ver. Em Junho abri um mail do Clube Fashion porque a palavra saltava à vista “Alisamento”, por 19,90.

Obviamente que achei que era impossível que fosse verdade ou, pelo menos, que fosse alguma coisa do género do que eu tinha feito. Mas pensei “nem que seja apenas uma espécie de brushing, perco muito pouco se experimentar”.



Naquela altura não me dava jeito nenhum marcar, mas sabia que até Novembro ia arranjar tempo para usufruir do voucher. E assim foi. Marquei facilmente, sem conhecer o sítio, sem conhecer ninguém que tivesse lá ido experimentar. À aventura mesmo.



Quando lá cheguei a ficha caiu-me - uohhh, este cabeleireiro é um bocadinho simples demais, não é? É que os olhos também comem. 

Não que tivesse desarrumado, ou sujo, mas era demasiado simples, demasiado à cabeleireiro de bairro, sem estilo, sem carisma. Claro que fiz um mega juízo de valor e rematei com a convicção absoluta - estou feita. Valerá a pena sequer experimentar?

Mas continuei, eu e o meu voucher, sem medo, prontos para tudo.



A dona foi simpática, mas começou logo com uma conversa que me deixou ainda mais desconfiada – sim, sou desconfiada por natureza. Que este tratamento era mesmo muito fraquinho, que o cabelo ia ficar mesmo com aspecto sujo e que eu não podia lavar até domingo – e a minha formação? – e que havia outro mais forte, que era impecável, que podia chegar a casa e lavar e que durava muito mais tempo. Não era alisamento japonês, mas era indiano. O único problema é que o preço era diferente. Ok, pára tudo outra vez. 



Fiz cara feia, mas perguntei quanto é que tinha de pagar a mais. “São mais 20 euros” disse-me a dona. Confesso que suspirei de alívio e fiz contas à vida – os outros 20 já tinham sido pagos há imenso tempo e mais 20 não era nada exagerado. Se fosse banha da cobra, também não ia morrer por causa disso. Sabia é que tinha o poder de decidir que não, se assim o entendesse. E também que não queria arriscar ficar com o cabelo todo blhéc, isso é que não.



Vamos lá resumir isto. Fui muito, muito bem tratada. Ri-me imenso à conversa com a dona e o cabelo ficou impecável. Claro que como boa desconfiada que sou, mesmo assim pensei “Quando lavar o cabelo fica tudo igual”. Mas não ficou. Ficou lindo e brilhante e sedoso.

Claro que não sei quanto tempo é que vai durar. Isso só o tempo o dirá. Mas fiquei muito contente por ter arriscado, fiquei contente por me ter saído bem e por, no final de contas, fazer por 40 o mesmo que tinha feito duas vezes por 150.



Noto que o sistema low cost, finalmente e felizmente, está a entrar realmente no nosso vocabulário. Há imensos grupos no facebook de compra e venda, inclusivamente de roupa de criança muito engraçado e a funcionar muito bem. As vendinhas de roupa em 2ª mão organizadas pela Ana Lemos também são um sucesso. E as lojas Kid-to-Kid funcionam muito bem, pelo que sei.

Tem mesmo de partir de nós mudarmos o paradigma de que só o que é caro é bom. Basicamente o lema é: Deixa-te surpreender e adapta-te à crise. Be Creative!







Estive então a terminar a minha certificação em life coaching. Foi um fim de semana extremamente intenso, mas muito gratificante. Ontem fizemos exame e eu recuei completamente no tempo. Para além de recuar no tempo senti uma empatia imensa pelos meus alunos – há séculos que não estava do outro lado. Voltei a sentir o nervoso miudinho e o medo de falhar. Se isso foi mau? Não, na realidade acho que foi bom. Conectou-me com uma série de memórias e de experiências, fez-me mais uma vez pôr-me à prova, redefinir limites e pensar no que quero mesmo fazer. Tão bom que me apetece muito começar a escrever novamente sobre temas da psicologia e do coaching aqui no blog. Tenha eu tempo para tudo :)



E prometo ainda que vou tentar ver hoje quem é que ganhou o fantástico prémio do fantástico passatempo Capitão Iglo, em parceria com aquele blog fantástico, o 4D. Conhecem? :)

Imagino que está tudo em pulgas!









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