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quinta-feira, 28 de julho de 2016
Posso contar-vos um segredo?
-Acho que o próximo passo é ir a Évora e conhecer melhor as tuas raízes.
- Faz sentido, mas só se depois me levares a Formentera. Plaseeee.
- Posso contar-te um segredo? Se me pedisses a lua eu arranjaria forma de lá chegar.
E foi assim que surgiram os maravilhosos prints da Oixica, pedidos à medida, feitos com todo o amor possível.
O azul característico do Alentejo, o azul vibrante e cristalino de Formentera e o azul escuro, que é assim que eu imagino a lua, vista num céu enigmático de noites estreladas ou sem piscas piscas vindos do céu.
Faltam as molduras do Ikea para poisarem no seu destino. Um espaço guardado para uma história que está a começar.
Posso contar-vos um segredo? Tenho medo de recomeços. Porque tenho ainda mais medo de fins.
Posso contar-vos um segredo? Estou feliz e recomendo. Estarei feliz até a vida deixar.
https://www.facebook.com/oixica/
sexta-feira, 14 de março de 2014
Do amor
A minha vida é feita de amor, é feita de falar de amor e, convenhamos, principalmente de desamor, do medo de perder o amor, do fim do amor, da difícil escolha e luta pelo amor.
Sou terapeuta de casal há 15 anos.
E ontem perguntava aos meus alunos - como resiste um psicoterapeuta a tanto sofrimento, como aguenta lidar com os sofrimento dos outros, durante tanto tempo e, será que trabalhar consecutivamente com a mudança, com gerar mudanças, também não o faz mudar?
Aguenta, aguento, pelos finais felizes, que nem sempre tem de ser de mãos dadas rumo ao pôr do sol.
Aguenta, aguento, pelo sentimento de realização, de dever cumprido, por ajudar alguém a tomar a sua decisão, por ajudar alguém a mudar, a saber o que quer, a fazer mais e mais e mais e melhor. A lembrar-se novamente daquilo que já soube de cor.
E muda, e mudo. E cresce, e cresço. E vivo a vida como no cinema, vivo várias vidas através de tantas estórias de amor e de desamor e de resgate e da redenção, e da resiliência e do perdão.
Mas aqui não sou um espectador passivo, mas um actor participante na vida de tantas pessoas que já me procuraram.
A Sara convidou-me a falar de amor, do meu amor e eu fiquei sem fala. Porque é mais difícil falarmos de nós, nós que estamos sempre a reflectir sobre os outros. Mas também nós, temos de reflectir sobre o que se passa cá dentro e do que se passa entre nós. Tantos nós, tantos laços mais lassos ou menos lassos. Tantos nós.
E eu emprestei-lhe o poema que escrevi, há 14 anos. E que continua actual.
Obrigada Sara pelo convite.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Duas sugestões para o dia dos namorados ou o amor também é isto
Ora bem, o dia de São Valentim foi uma data a que nunca dei muita atenção. Acho que só experimentei sair para jantar fora com a minha cara metade, duas vezes na vida, há anos, antes dos filhos e arrependi-me profundamente porque toda a cidade tinha decidido o mesmo. Demasiada confusão para o meu gosto.
E uma parte de mim, uma parte grande de mim, achava que estas datas só serviam para enriquecer os vendedores, que o amor não é só naquele dia que deve ser expresso, mas sempre, todos os dias, em pequenas coisas.
Depois fui crescendo, amadurecendo e fui percebendo que os rituais são uma coisa muito importante na vida das pessoas. Fazem falta e já há poucas celebrações, datas festivas, datas simbólicas, datas que ajudam a mais facilmente deitarmos cá para fora o que temos guardado no peito. A sermos positivos, a gritarmos viva à felicidade.
E é neste estado de espírito que vos deixo as minhas propostas.
Uma para oferecer e guardar, ficar à vista para lembrar e outra para oferecer e desfrutar. A dois.
Porque o amor deve ser celebrado sim, no dia 14 de Fevereiro e nos outros dias do ano.
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| A triologia do AMOR, quadros da É impressão minha? |
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| Dermofashion |
E hoje, já disse "amo-te"?
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