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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Grávidas a preto e branco com a fabulosa Rachel Zoe



“I don’t dress that much differently pregnant than I do when I am not pregnant, honestly”


Todos sabem que a adoro.

Este post aqui é prova disso. 

Ela já nos tinha presenteado com ideias muito úteis de roupa para grávidas.

E agora, a estilista de celebridades que virou designer,  decidiu lançar a sua linha de maternidade, em parceria com A Pea in the Pod - por acaso tenho um vestido desta marca e adoroooo.


Não se fala de outra coisa!

(Quase) tudo a preto e branco. Uma colecção boho chic, com um twist rocknroll, que chegará às lojas em Março (nas lojas A Pea in the Pod, na loja online, bem como na Destination Maternity e na Macy’s).

Os preços variam entre $98 e $248.



“As a mother of two young boys, I understand how important it is to look and feel your best while you’re expecting and to never sacrifice style for comfort”
















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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Reflexão para todos os pais


Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiares importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar.
A mãe costuma pedir ajuda ao pai: Ajude aqui, por favor, fique um pouco com as crianças! Ele acha que está apenas ajudando a mãe e não se sente fazendo a sua parte. Muitos pais nada fazem enquanto suas mulheres não pedem. Para os filhos não interessa se é a mãe que está muito ativa ou se o pai é muito passivo. O que eles precisam é de pai e de mãe. Neste ponto, alguns pais reclamam que suas mulheres os tratam como se fossem filhos.
Paternidade é a atitude de estar pronto a atender seus filhos, sem esperar que a mãe peça.
Um pai acomodado, além de não ser um bom exemplo na família, estimula o filho a explorar a mãe. Numa família assim pode se estabelecer uma confusão entre pai acomodado/pai bonzinho e mãe ativa/mãe rabugenta – quando na realidade o pai é negligente e a mãe ativa é obrigada a cobrar as obrigações de todos.
Fica muito clara esta situação quando uma mãe reclama que ela é a “pãe” da família. Ela tenta preencher também as funções de pai, o que é quase impossível.
Há muitos homens, no entanto, que já assumem bem mais seu papel. Muito longe de querer substituir a mãe, eles querem tomar parte na educação do filho. Reparei em um passageiro que, em pleno voo, trocava as fraldas de seu bebê, que deveria ter um ano de idade. A mãe não estava presente. Um bebê cuidado pela mãe e pelo pai cresce com menos preconceitos e com menos machismo. Aquela família parece estar desenvolvendo a Alta Performance.
Texto de Içami Tiba para seu livro Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação







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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Querida mãe



Querida mãe, esta noite acordei a estranhar o silêncio. Não havia barulho algum e pensei que o mundo tinha acabado e que te tinhas esquecido de mim. Comecei então a chorar, assustado, e tu apareceste. Que bom. Fiquei tão feliz a embalar-me no calor do teu peito que acabei por adormecer antes de mamar tudo o que precisava. Quando percebi que me ias colocar no berço, chorei outra vez. Vamos falar a sério, sei que estavas com pressa para ir dormir mais um bocadinho. Deste-me o teu peito, assim meio de repente, e a seguir trocaste-me a fralda. Estava tudo calmo, um silêncio bom e nós dois juntinhos, tão especial aquele momento que eu até perdi o sono. Eu acho que até foste compreensiva, mas começaste a bocejar um pouco e resolveste que eu tinha mesmo de dormir. E eu não queria dormir. Talvez precisasse de mais dez minutos ou meia hora contigo, mas tu estavas mesmo decidida a pôr-me na cama e ires deitar-te. Estavas cada vez mais nervosa e até chamaste o pai. Eu não queria o pai e aos poucos fomos ficando todos muito irritados. No fim, acordei a casa toda cinco vezes. De manhã cedo estávamos todos com cara de quem foi à discoteca. Acho que estraguei tudo. E acabaste por dizer ao pai que eu eu tinha um problema de sono. Eu não, juro! Tu é que vens dar-me de mamar cheia de pressa e eu sinto que não queres estar comigo. Os adultos têm hora certa para tudo, mas eu ainda não entendi essas coisas de relógio e tarefas estafantes que vocês precisam fazer. Quando o meu corpo está com o teu, quero ficar do teu lado para sempre. Do alto dos meus 3 meses ainda não entendi lá muito bem que tu és uma pessoa e eu sou outra. Um dia eu vou sair pelo mundo, vou telefonar e posso deixar-te doida de preocupação. Nessa altura vais entender como eu me sinto agora. Mas até lá vamos acabar por nos entender, inclusivamente através das palavras. Agora sinto a angústia da separação, porque acabei de passar por essa experiência. Tu também, eu sei, mas vives tudo isto como uma adulta consciente. Para mim tudo ainda é tão novo aqui fora. Mas eu tenho a certeza absoluta de que vou aprender tudo tudo o que me ensinares, principalmente através dos teus sentimentos em relação a mim. Mãe queres um conselho do teu filho bebé? Quando eu chorar à noite não venhas a correr desesperada, como se o mundo fosse acabar. Espera um bocadinho, respira fundo, ouve o meu choro até que ele atinja o teu coração. Demora o teu tempo e depois, por favor, acorda e vem. Abraça-me devagar, não acendas a luz, fala baixinho e dá-me a tua maminha para eu mamar. Depois de eu arrotar, peço-te mais um pouco de paciência. Não te esqueças que nós bebés somos sensíveis aos sentimentos dos adultos. Se eu sentir que estás com pressa, sou capaz de desatar aos gritos, mas se esperares um pouco mais, até o meu segundo suspiro vá, quando meus olhos estão mesmo fechados e o meu corpo muito molinho, aí sim podes colocar-me no berço que eu de certeza que não acordo antes de sentir fome outra vez. À medida que trabalhares a tua paciência, querida mãe, eu estarei a desenvolver a minha tranquilidade e nós não teremos mais noites desagradáveis. Apenas noites de mãe e filho, que um dia passam, como tudo na vida. E aí acho que vais ter saudades.


 Texto de Claudia Rodrigues autora do livro "Mamães mais que Perfeitas", adaptado por 4D

domingo, 3 de novembro de 2013

Lista para a maternidade



Fiz esta lista quando estava a preparar a vinda do Vicente. Tinham passado 6 anos desde o nascimento do Manel e estava completamente esquecida. E, de facto, em 6 anos as exigências mudam um bocadinho. Deixo também algumas conclusões e algum feedback, escrito depois de o Vicente vir cá para fora.

Esta lista foi-me tão útil, que acabei por guardá-la e utilizá-la quando estava à espera da Conchinha.

E agora que estou a promover um passatempo para grávidas, é uma boa altura de a partilhar convosco.




Uma hora pequenina!










Para o dia (mala dos dois):

1 mantinha

1ª roupa completa

1 fralda de pano

2 fraldas descartáveis

1 camisa para mim

2 pares de cuecas

2 pensos higiénicos (odeio os da maternidade!!)

Bolsa para o parto (acho que que não vou usar mas achei tanta graça à mariquice!): spray água termal, fita e elástico para o cabelo, lenços de papel, creme para os lábios, garrafa de água







Não valeu de nada levar essa bolsa na mala das primeiras coisinhas. Não usei nada nessa altura.


Levei pensos mas afinal até gostei e usei os da maternidade. Muito maiores e bastante absorventes. 


4 roupinhas (exteriores e interiores)



Ora bem... ele usou duas roupinhas porque só trocou uma vez, dado que se dá banho dia sim dia não. De qualquer forma vale a pena levar, não se vá sujar.

2/3 fraldas de pano

2 chupetas (não querem que se use mas eu levei e usei)

2 babetes (não usei) 

1 ou 2 mantinhas

1 sabonete líquido de bebé (não levei e usou-se o de lá)

Creme hidratante para as assaduras (e disseram-me para pedir ao marido para levar óleo de amêndoas doces)

Toalhetes - os meus filhos sempre usaram compressas, mas nestes dias levei toalhetes, para o caso de me ser difícil andar a ir molhar as comrpessas.




Fraldas - tamanho 1 mas de farmácia que são mais pequenas - Libero. Aconselho muito. Vale a pena comprar logo uns 5 pacotes. Duram dois a três dias cada pacote e são mais baratas do que as da Dodot, e cada embalagem traz mais duas.





Sacos de plástico para o marido ir levando a roupa suja do bebé e a nossa.



Toalha de banho (1 é suficiente porque tomam banho dia sim dia não. Mas para não stressar podem levar duas.


Camisas de dormir (3)

Cuecas

Cinta

Soutiens de amamentação. Levei dois e acabei por comprar um terceiro já depois.


Meias quentes e perneiras e casaco de malha (parece parvoíce porque todos dizem que está muito quente lá mas eu das duas primeiras vezes, principalmente da segunda, tive um choque térmico daqueles, o que resultou num frio polar). Só na última não tive assim este frio.



Chinelos


Chinelos de plástico para o banho. Indispensável.



Discos protectores (aleitamento) para os seios (pelo menos para mim não valeu a pena, não foram precisos. Os para amparar o leite também não foram precisos porque quando se deu a subida já estava em casa).

Creme para as maminhas: gretalvite, purelan, medela (comprei purelan e usei logo lá. Em casa depois comprei também cicalfate e foi muito bom - só que o cicalfate tem de se limpar o peito antes de se dar de mamar)



Maquilhagem (em todos disse que levava e nunca levei. Pareço sempre uma morta-viva nas fotografias mas nunca levei. levei ganchinhos e bandoletes e mimei-me dessa maneira.





Bolsa com: escova, pasta e escova dos dentes, espelho, pinça, touca se não quiser molhar o cabelo.



Livro? Revistas, bloco e canetas. Deu para ler sim senhora e para escrever. E na ultima vez deu até para levar o mac e aceder ao facebook:)



Carregador do telemóvel



Garrafas de água (não é mesmo necessário. Dão lá)










A roupa de entrada é a mesma da saída?

Deixei pronta a roupa de saída em casa e o marido depois levou-a. Um vestido ou umas leggins ainda de grávida com um camisolão ou camiseiro, depende da altura do ano. Sim, adorei ver a princesa a mostrar a sua barriguinha do pós-gravida, mas eu opto por roupa mais larguinha.









Para casa:




Betadine para ter em casa pelos vistos não era preciso. Não aconselham usar em bebés tão pequeninos.




Aero-Om - agora já nem sei se ainda existe!




Soro fisiológico (limpei-lhe os olhinhos com ele)




Algodão




Álcool 70º (também já não aconselham para o cordão mas eu utilizei à mesma porque estava a deitar cheiro).




Compressas esterilizadas de não-tecido (muito boas para limpar o rabinho depois de cada fralda tirada. Melhor do que as toalhitas. Aconselhado pelo pediatra. Eu usei muito, pelo menos até aos 6 meses.




Saco de água quente para a subida do leite. Foi o que mais me ajudou com o peito tipo pedra. Muitas vezes tinha que alternar entre sacos com gelo e botija de água quente. 





E muito amor do maridinho. Aceitar ajudas e mimos. Pedir se tiver de ser. Não é uma boa altura para entrar em guerras desnecessárias. Pensar, na parte racional que ainda conseguir desencantar (sim, porque as hormonas estão a fazer uma grande rave aí dentro), que é tudo fruto das mudanças hormonais. Este pensamento pode ajudar a focar, a relaxar e a substituir pensamentos negativos por outros mais positivos.




Podem deixar em comentário mais itens que achem necessários. Obrigada. Espero que tenha sido útil.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Fui à festa de Natal dos putos e sobrevivi para contar

E pronto, hoje foi a festa de Natal dos mais piquenos e correu tudo bem. Quer dizer, o costume. Lá tive de me chatear porque não tolero lugares vazios marcados com casacos. Pronto, mexe-me com os nervos. Mas até foi bom porque falei com a directora e o facto de não ter óculos e de ver mal ao longe e de precisarmos de 4 lugares e já não haver, levou-nos aos lugares da frente, aos que tinham sido reservados mas que estavam desocupados. Menos mal, muito menos mal.
Depois no fim ainda houve o episódio do bolo. Bolo, qual bolo, perguntam vocês? O bolo de manteiga que fiz com muito amor e carinho e quando cheguei lá reparei que havia mais uns 300 bolos de manteiga iguaizinhos ao meu, decerto todos feitos com muito amor e carinho. Fiquei logo com a neura. Pensar outside the box só para o movimento Pipoca Say Yes, pelos vistos.

A C. portou-se maravilhosamente bem. Sorriu, dançou imenso, bateu palminhas, tudo na maior. E eu a pensar "pronto, este ano vai correr bem". até que é a vez do V. e pronto, passou o tempo a chorar. O costume.  E a dizer "mamãããããã", com soluços e tudo. Até o M. me dizia "mãe, acho que o mano chora em todas as festas em que já participou".

Este meu filho sofre de mãezite aguda.

E vamos lá, agora estou pronta para outra...mas só daqui a muitos meses, vá. Eu digo isto, chateio-me quando penso que tenho de ir, nunca fui a reuniões para fazer a peça final com outros pais, detesto quando os fatos têm de ser de costureira (no JD havia muito essa mania, neste é completamente diferente) mas depois adoro lá estar e fico contente por ter ido...mas também por ter acabado:)









quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Top 3 must-haves

Ou coisas que nos mudam a vida




Tira-borboto
Tanto para nós como para eles. Mesmo com as malhinhas dos bebés, que se mexem muito e por melhor que seja a qualidade da malha facilmente fica com mau aspecto. Foi uma ajuda essencial para andarmos sempre impecáveis.



Copos da Avent
Pelos vistos foram criados com o propósito de armazenar leite. Por cá sempre serviram para guardar as sopinhas. Com a medida certa de uma taça de sopa. Bestial. E agora que ele já come um pouco mais, a medida certa é um copo grande e um copo pequeno por refeição. Maravilhoso. E daqui a pouco tempo servirão para os dois. Na mouche.




Itzbeen
Dizem que é excelente para o primeiro filho, portanto, para marinheiros de primeira viagem. Para mim vai ser ideal no quarto, onde a minha cabeça já não aguenta tanta informação. É considerado um relógio para pais: quando mudou a fralda, quando mamou a última vez (e de que mama senhores, que coisa boa), quando tomou a última vez o remédio, há quanto tempo está a dormir.... Quando falei nisto ao marido ele disse-me “Então mas não podes apontar num papel como fazias das outras vezes?”. Poder podia, mas não era a mesma coisa (claro que perdia o papel, não tenho dúvidas; para além de não perceber depois metade do que lá estava escrito). Ainda não posso dizer se resulta porque o meu ainda vem de viagem. Mas está quase, quase a chegar. Yupii.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Revolução de 28 de Abril - o que é um mundo justo ou a revolução das mulheres-mães à procura de uma melhor gestão do tempo

Num mundo fatalista, com uma visão do mundo pessimista, de copo-sempre-meio-vazio, se calhar aqui a je tem que finalmente assumir que não está mal (mas queremos sempre melhor, não é?).

Trabalha a tempo inteiro no papel, a tempo mais do que inteiro em alturas específicas, mas a tempo parcial uma boa parte do tempo.
Tenta escolher horários e nem sempre consegue. Sabe que vai trabalhar pelo menos uma noite por semana. Sabe, e detesta, que a vão chamar para reuniões a qualquer hora, marcadas praticamente de um momento para o outro. Mas mesmo assim é livre. E conseguiu por isso ficar com o seu petit garçon durante o primeiro ano de vida em casa. Se tem tudo? Não. Tem que gerir muito bem os seus horários, tem que dizer não a algumas reuniões e alguns trabalhos, ouve muitos suspiros quando alega impossibilidades, tem que dizer não a momentos mais seus. Mas mesmo assim sente-se livre, mais livre do que a maioria. E seria diferente se esse tempo-integral-no-papel passasse a tempo parcial (no papel)? Sim, mudava ainda mais a gestão do tempo mas também mudava a conta bancária.
O ideal? Bom, como costumo dizer aos meus clientes… o ideal não existe, é um valor que está lá, para não ser alcançado, mas para nos impelir a avançar, a batalhar, a lutar. Vamos procurar o Bom. Isto significa desistir? Significa contentarmo-nos com pouco? Não, de todo. Significa conseguirmos mudar a forma de ver as coisas para aceitar o que deve ser aceite e mudar o que deve ser mudado. Significa deixar de ver, sempre, o copo meio vazio e fazer até um esforço para o começar a ver meio cheio.
Trabalho muito em casa, a preparar trabalho para fora de casa. Mas se podia ser pior? Então não podia. Se podia.

Vivo uma vida dupla e começo a aceitar que não é má de todo.

 
 
A revolução maior encontra-se no http://apanhadanacurva.blogspot.com/



Uma revolução começa cá dentro, não é?

quarta-feira, 23 de março de 2011

Tenho muita dificuldade em conter-me nestas coisas.

Uma mãe-amiga foi de viagem e comentou que estava muito aflita com saudades dos filhos.
Eu sempre a tentar relativizar e brincar com a situação. Mas caramba, eu sou mesmo a favor de se continuar a viver e a ter experiências e a crescer com elas, mesmo com filhos, ou especialmente com filhos. Sempre quis que os meus filhos olhassem para mim e vissem uma mãe carinhosa, presente, mas também com mundo, com estórias de vida para contar.

Ora que só me enervei quando alguém disse que também ficava com o coração apertadinho e rematou dizendo:  "as mães são assim (algumas!)".

E eu não me contive e respondi:
Ai tantos mitos que por aí há sobre o que é ser uma boa mãe...



Este é só um deles, só um. Mas há mais, muitos mais. Quem os conhece que se chegue à frente.
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