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terça-feira, 28 de julho de 2020

15 anos de blog

Incrivelmente faz hoje 15 anos que esta aventura começou. E que aventura!! Tinha o Manel 1 ano! Hoje tem 16! O Afonso tinha 4. E eu só tinha 29. Ia fazer 30 um mês e pouco depois. Que loucura. Tanta vida dentro desta vida. Tantas experiências, tantas emoções, tanta alegria e tanto sofrimento também. Alguns desgostos, vá.
As voltas foram tantas que já me esqueci de metade. Ainda bem. Não podia ser de outra maneira. O nosso sistema de armazenamento de informação, a memória, é como um computador. De vez em quanto temos de fazer delete, para que a máquina continue a funcionar devidamente. Dizem que é libertar espaço.
Lembro-me de quando começou. Lembro-me que mudou de nome 3 vezes durante o percurso. Lembro-me que só parou em 4D quando a Concha, a última dos 4, vinha a caminho.
Começou por ser um anti mommy blog. Tinha 29 anos. O Afonso tinha tido um avc 7 meses antes. 7 meses insanos. E eu queria escrever sobre tudo, menos sobre crianças e famílias. Era um escape. Mal sabia eu, ou talvez lá no fundo sempre soubesse, que eles iam ser o palco desta peça a que chamamos viver, durante muito e muito tempo. Eu, eles, as nossas peripécias, os sítios que visitávamos, as coisas que usávamos...e as pessoas queriam saber. Tiravam dicas, vibravam e usufruíam do que postava. E percebi, não logo logo, mas depois, que era uma influencer, na altura em que esse nome nem existia.
Sim, eu fui do tempo dos blogs serem muito desacreditados. Não eram nada. Não se sabia o que realmente eram. Ainda não tinham um nicho, encontrado o seu espaço. Os que não escreviam achavam que os bloggers tinham a mania que eram escritores. Que tinham a petulância de juntar letras num écran de computador e autodemonimarem-se de escritores. E o que chateava a malta é que estavam acessíveis. À mão de semear. Bom, se não eram escritores eram espertos, Chico espertos. Ai como se achou que Portugal era o reino da chico espertice. Por isto e por tanta coisa mais. Ainda não nos tínhamos apercebido que o nosso país irmão, por exemplo, já andava nisto há algum tempo. Nisto, do mundo dos blogs. E estava a resultar. 
Bom, se olharem para nós como escritores foi difícil, então verem-nos como figuras de destaque, targets com que as marcas deviam trabalhar para promover produtos, foi o fim do mundo. Devíamos fazer esses favores às marcas e pronto. Não devíamos ter a ousadia de querer dinheiro em troca. Quanto muito as marcas ofereciam um miminho. Porque queriam. Não porque era uma prestação ou uma troca de serviços. Não foi fácil. Nada fácil.
E eu? Em que categoria eu estava? Acabou por ser a Família, tendo até recebido o primeiro prémio num concurso Nacional de blogs.
E sim, fazia sentido. E um blog que tinha começado por ser de poesia e de política, passando depois a um blog de mães e filhos. E foi tão bom. Conheci tanta gente, fui a tantos sítios, vivi tanta coisa por causa do blog. Ter trabalhado com a C&A, com a La Redoute, com a Zippy, com a Mattel, com a Milupa, com a Staples, com a Lego, com o Oliveira da Serra, com a Roventa, com a Tefal...foi o ponto alto desta, talvez, carreira. E as feirinhas, os mercadinhos. Juntar 2000 pessoas no mesmo espaço? Sem rede, sem equipa, apenas eu. Que tempos, que tempos!! 
Mas eu não era só isso. Era psicóloga clinica, coach, terapeuta familiar e de casal, terapeuta do divorcio e mediadora de conflitos. Professora universitária. Tanta coisa. Era tanta coisa. Múltiplos eus. Tinha tanta coisa que queria partilhar, dar a conhecer, fazer pensar. E como fazer tudo sem me perder, sem perder sentido? Não sei. Apenas fui indo. Fluindo. Umas vezes melhor outras vezes pior. Umas com mais graça, outras em tom mais sério. Tentando não cair em desgraça. Preferia o esquecimento.
E os blogs, de serem mal afamados passaram para o estrelato. Eram o máximo. De se comer, termo tão utilizado no momento. E depois de serem in, voltaram a estar out. No fundo parece que voltaram ao inicio, a uma espécie de limbo. É o ciclo do eterno retorno, como sempre disse Zaratustra. Ou o Gary Jules na letra do Mad World. Caramba, que geração de ouro nós somos. Passámos por tanto. Era pré e pós internet. O velho e o novo mundo. E nós no meio disto tudo.
Quero muito reactivar o blog. Haja é tempo para isso. E algum feedback da vossa parte. Manter-me ainda aqui, diria que é uma espécie de arte.
E é assim. E é isto. Ia fazer 30 um mês e meio depois. Foi aí que tudo começou. Agora vou a caminho dos 45. Engulo em seco, confesso. E não consigo resistir a dizer...se eu soubesse o que sei hoje!!!
Bom...Beijos e abraços. Obrigada por tudo. Por TUDO. Obrigada pela companhia. Obrigada pelo carinho. OBRIGADA pelo caminho percorrido.
E, no ano mais louco de todos, termino dizendo, como não podia deixar de ser, como o nosso querido Bruno Nogueira, vá vão para dentro.





quarta-feira, 19 de julho de 2017

Já aprendeste com os teus erros?



Uma das coisas que me tem incomodado bastante nos últimos tempos é perceber como é que podemos aprender com os erros. Sim, não sou daquelas que digo que nunca erro, que não faço asneiras, que numa ou noutra ocasião não possa ter deitado tudo a perder.

O que me incomoda é como é que se errámos, com outros ou connosco próprios, esse ou esses erros não são suficientes para aprendermos com eles, para não os voltarmos a cometer.

Tantas vezes que nos sai um “nunca mais” – faço isso, caio nessa, me engano, me enganam, magoo alguém ou a mim própria. Então porque é que volta a acontecer?

Uma das coisas que tenho percebido é que somos péssimos a julgar o futuro, a imaginar-nos no futuro, a pensar como temos de proceder no futuro. Será um problema do nosso cérebro? Pronto, e assim parece que estamos já a arranjar um culpado em vez de assumirmos apenas que somos nós que somos assim.

Mas porque é que cometemos os mesmos erros ou outros muito semelhantes vezes e vezes sem fim?

É fácil, num dia muito feliz, de celebração, ou num dia muito ruim, é fácil dizer e acreditar que as coisas vão ser diferentes. Mas depois não são. Sabemos cá dentro o que tem de mudar, mas não avançamos da ideia para a acção. E provavelmente nem essa verdadeira mudança cognitiva é feita. Mas porque é que os nossos cérebros permanecem exactamente na mesma? Tantas vezes a tomar a pior das decisões, a virar-se contra nós?

Porque é que resistimos à mudança, mesmo quando precisamos dessa mudança, quando sabemos que ela nos vai salvar, quando sabemos que não temos tantas oportunidades assim para fazer da nossa vida uma vida nova, diferente?

Será que a resposta é que, quando uma coisa boa acontece….ou uma má, olhamos para o futuro a querermos acreditar que vamos fazer diferente, mas esquecemo-nos de olhar com olhos de ver para o passado, para percebermos mesmo o que é que fizemos de errado?



Isto leva-me a outra questão. Será que não aprendemos com os nossos erros porque achamos que um erro define tudo o que somos e que nem vale a pena tentar ser diferente? No fundo, queremos mudar, mas queremos continuar na mesma, porque mudar implica dor, sofrimento e ao mesmo tempo uma dose muito grande de sensibilidade e auto-estima para nos perdoarmos. Para pensarmos que a mudança leva tempo e que o cérebro encontra gatilhos e estratégias para mantermo-nos no padrão mais conhecido que temos, mesmo que seja o mais destrutivo. Que errar é humano. Que esta “desculpa” não pode, nem deve servir para sempre, mas ajuda a atenuar os danos colaterais. E até a motivar-nos a fazer melhor.



Até parece que estou a falar de acções complicadas ou de coisas muito sérias. Tipo lobo mau. Não, estou a falar dos nossos erros diários, que parecem pouco, mas que continuam a persistir se começam a parecer com um monstro com mil cabeças. Os nossos nervosismos, o hábito de gritarmos, o Hábito de descontar em quem não merece, o hábito de procrastinar, o hábito de não lutarmos pelo que queremos, de não sabermos perdoar, de não deixar que a vida nos defina a nós, mas nós a ela…

Sim, são hábitos e por mais que de fora pensemos “se são maus hábitos é tempo de os mudar”, também temos de pensar que mudar um hábito demora, leva tempo, necessita de ser contrariado e domesticado. Não é que não tenhamos aprendido com os erros, mas os hábitos são difíceis de alterar.



A silly season pode servir para não pensar em muita coisa e descansar do ano difícil que tivemos. Mas porque não utilizarmos esta altura do ano para pensarmos o que é que andamos a fazer de correcto e de incorrecto nas nossas vidas?

E se Setembro é o tempo dos recomeços, eles não aparecem do nada e não se constroem sozinhos.



Talvez seja a altura certa para entre um mergulho e outro meditar sobre o que temos mesmo de mudar. Para haver mudanças, têm de haver novas acções, novos comportamentos, novas formas de estar na vida. E uma fé inabalável em nós e na ideia de que conseguimos essas mudanças. Com uma dose certa de perdão, uma espécie de shot, que é suficientemente forte para não nos deixar ir abaixo, e suficientemente pequeno, para não nos deixarmos abater demasiado pelos nossos erros. Concluindo, é mesmo importante percebermos o que é que aconteceu para dar errado, em nós e nos outros e à nossa volta (eu não nos quero transformar nos maus da história, mas se não nos puser a olhar para dentro de nós, será tão mais fácil, basta culpar tudo o resto e continuarmos na mesma). É urgente olhar para o que é que deu errado para começar a dar certo.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Quantas coisas más já fizeste na vida?

Eras capaz de ser violento, até de matar, de roubar...
Dentro de circunstâncias atenuantes que até parecem as certas.
No fundo, já pensaste nisto? Até onde eras capaz de ir? Mesmo que só apenas para proteger ou vingar os teus?
No fundo somos assim os seres humanos. Está na nossa natureza. Estará?
Muitos de nós nunca admitiríamos, mas que há um lado negro que todos temos, camuflado, atenuado, culturalizado, domesticado, reprimido por um enorme super ego, lá isso há.
A Psicologia Social mostrou vezes e vezes sem conta que todos, por uma razão ou por outra, somos capazes de passar para o lado mais sinistro, mais negro, se formos levados a tal.
Calma. Então somos todos uns monstros? Já não há cordeiros? Foram todos comidos pelos fortes e grandes lobos maus, sempre à espreita?
Não. Nós também somos capazes de carinho, de empatia, de gestos de caridade, de lealdade, de amor profundo e verdadeiro pelos outros. Muitas vezes por aqueles que nem conhecemos, como tão bem mostrou a tragédia das últimas semanas e tantas antes dessa.
Quando eu era miúda e o meu pai, viciado em westerns, lembro-me de lhe perguntar sempre, até ao ponto de quase o chatear: "Pai, quem são os maus?", para tentar fazer uma separação, para entender a história, que, com a idade que eu tinha, e porque os filmes trabalham muito bem essa questão, era mandatário saber de que lado é que me devia posicionar. Quem eram os bons. E sim, sempre quis ficar do lado dos bons. Chamem-me betinha. Mais tarde, já na faculdade de psicologia lembro-me de ouvir que esse termo se chamava clivagem e que só as crianças e os loucos o faziam. Os outros sabiam que ninguém é só bom ou só mau. Somos uma mistura de tudo o que nos acontece, de todas as experiências que vamos tendo e que ficam presas em nós, desde a infância.
Até aqui tudo bem. Mas será que sabemos avaliar-nos até que ponto conseguimos fazer o bem.... por exemplo, sem olhar aquém, ou fazermos mal se a isso formos levados, forçados ou apenas só porque sim, porque tivemos um dia não e apetece-nos mesmo enviar uma foto comprometedora ou uma piadola a alguém que não gostamos? Quantas e quantas vezes descarregamos as nossas raivas e frustrações nos nossos maridos, companheiros, pais, filhos...

Já não somos mais crianças. Já conseguimos perceber que todos nós, gente mais ou menos normal, sente raiva, ciúme, inveja, sentimentos de inferioridade, orgulho doentio, ganância..
Mas também sentimos compaixão, humildade, empatia, generosidade, amor, confiança, fé, felicidade só por fazer ou mesmo só por ver outros felizes..

Nós somos ambos, os que fizemos o bem e os que fizemos o mal. E por vezes nem pensamos nisto. Mas eles estão dentro de nós, a lutar pelos seu espaço, a vencer as suas dores, a curar os seus demónios.

Quem ganha?

Se eu tivesse a resposta...

Se eu tivesse a resposta talvez dissesse: Talvez aquele que alimentares mais....

terça-feira, 11 de julho de 2017

Como é tão fácil estragar tudo

Se calhar estragamos tudo quando despendemos todas as nossas forças e energias a mostrar aos outros ou ao outro, em particular, como somos bons, engraçados, especiais. Uma necessidade visceral de mostrar que somos melhor do que somos. E não apenas comuns. Porque comum é mau, é a morte do artista. Todos o sabemos.
Também julgamos mal os outros porque ao princípio queremos apenas ver aquilo que queremos ver. Nem mais, nem menos. E não deixamos que os outros vejam em nós aquilo que também somos. Porque ninguém é apenas isto ou aquilo.
E porque é que ficamos tão zangados e magoados e vamos perdendo o encantamento quando a pessoa mostra aquilo que sempre lá esteve, mas que não quisermos ver, ou que pela confiança e à vontade foi-se mostrando pouco a pouco?
Para nós essa pessoa perdeu a magia…mas será que conseguimos alguma vez entender que está a acontecer exatamente o mesmo com ela? Tudo o que fomos colocando atrás do ecrã vai potencialmente tender a descer e apercebemo-nos que o outro não é perfeito. Mas porque seria? Nós somos? Não, de todo. Ninguém é.
E estamos tão presos às crenças iniciais que muito dificilmente conseguimos soltar-nos da perfeição que esperávamos daquele com quem escolhemos ficar e o vemos apenas como uma pessoa, com qualidades e defeitos, com partes divertidas e outras aborrecidas, com momentos de muita alegria, mas também outros de muita tristeza. A tal bagagem que todos trazemos connosco e que se vai mostrando pouco a pouco.
E se aos 20 essa bagagem já pesa, mas é ainda bastante leve…o que dizer quando é uma bagagem que carregamos connosco há 40 anos, por exemplo?
Não é por mal. É porque queremos a perfeição, o amor especial, a vida que sentimos que merecemos viver, como a dos contos de fadas que nos contaram em crianças e que nós acreditámos. Como aceitar que não é assim? Que as princesas e os príncipes também podem ser neuróticos às vezes e que talvez até vamos conseguir encontrar no outro algumas das características que não gostamos em nós?
Não é por mal, mas no fundo somos profundamente egoístas quando não nos conseguimos descentrar do queremos ou queríamos ser ou ter ou alcançar… E desistimos. Simplesmente desistimos.
Pergunto-me se investimos mais em nós, num falso nós, do que propriamente na relação e no descascar as camadas que todas as relações vão tendo?
E quando percebemos isso já arruinámos tudo. Porque sim, se por vezes pode não ser tarde demais, outras vezes pode.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Pelos olhos da mãe


Desde sempre os blogs que me prendiam a atenção eram os blogs de fotógrafas e fotógrafos. Quase sempre mães fotógrafas que mostravam o dia-a-dia da família. E agora no instagram perco passo o tempo que não tenho a ver fotografias de outras vidas e é como no cinema, vivemos um bocadinho daquelas estórias também.

Um dia quero ser uma grande fotógrafa. Para já fica o olhar de uma mãe.







































Vicente: polo Lacoste, calções Ralph Lauren e ténis Primark
Concha: vestido Laranjinha e lonas Victória na Maria Nuvem. Fio Terços da Lupinha e flor Galinha Doida




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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pelos olhos da Elisabete



No sábado estivemos com a Elisabete e, como escrevi aqui, estava mortinha por ver as nossas fotos.
Ficaram tão bonitas, tão simples. AMEI.

De um encontro feito surpresa a magia aconteceu. Obrigada Elisabete. E obrigada Ângela pelas tatuagens de pincel e tintas coloridas.























Tudo sobre os outfits, aqui






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terça-feira, 28 de maio de 2013

Dia 1 de junho, uma manhã animada e uma oferta de entrada



A queridíssima equipa do Barrigas & Companhia convidou a sua amazing blog team (cof, cof, cof) para estar presente no dia da criança, para passar juntamente com a família uma manhã mega divertida. Eu não contei nada à minha gente, confesso, porque não podíamos ir. Os testes falaram mais alto. E como dizer aos miúdos que éramos para ir a um sítio cheio de crianças e diversão e insufláveis e pinturas faciais e ateliers e jogos tradicionais...mas que afinal não íamos? Impossível.

Podia sim dar um miminho a um(a) seguidor(a) e convidar uma família a ir divertir-se (sem mim buáááááá) e foi o que fiz. Lancei a semana passada o passatempo via facebook. Que bom que está a ser ver a vossa adesão!


Mas sempre ouvi dizer que o que tem de ser tem muita força (e se tem de ser, que seja agora, já dizem os Deolinda).


E o teste do Afonso foi alterado e estamos a fazer um esforço para ver se conseguimos não faltar a este momento mágico!












Então qual d@s meus querid@s seguidores quer ganhar um convite para uma ida em família a uma quinta espectacular?
No dia 1 de Junho de manhã podem festejar com os filhotes e com imensos bloggers conhecidos, o dia da criança e a possibilidade de se realizarem sonhos.
E nós em princípio também lá vamos estar!









As regras são simples:

1 - Like na página 4D no facebook
2 - Like na página Barrigas de Amor no facebook
3 - Tornar-se seguidor do blog 4D
4 - Partilhar a imagem aqui de cima com partilha pública (no fb)
5 - E escrever: If I wish I get it!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

eu, ela e eles. e ainda as parcerias e reflexões várias



aqui ficam algumas fotos que mostram a cumplicidade entre mãe e filha. ela gosta mais do pai mas acho que também tem um fraquinho por mim.

as primeiras fotos foram tiradas no dia da mãe e no dia a seguir, quando fui lá à creche fazer figurinhas:)

esta minha filha é um amor. tal e qual eu a imaginei.

e foi delicioso pensar em peças para ela. Sim, para as parcerias, pelo menos para uma grande parte, a minha inspiração foi a menina vidrinhos, a mais doce e mais birrenta das princesas.


falo mais dela por ser a menina da casa e só por isso. Há dois anos atrás, exactamente por esta altura, tive a confirmação absoluta que iria ter uma menina, depois de três rapazes... Sempre achei que não iria ser só mãe de boys, embora me visse perfeitamente adaptada e adequada a esse papel.


ter sempre um deles a dizer-me "estás tão bonita hoje, mãe" é muito, muito bom. podem não gostar de ir comigo às compras mas são do mais cavalheiro que há.


e tenho pensado imenso na questão de blogs mais virados para os rapazes e blogs mais virados para as meninas. sendo mãe de 3 rapazes e com idades tão diferentes, há uma série de coisas que talvez valha a pena falar aqui no blog. não sei. o vosso feedback poderá ser precioso neste momento. por onde devo avançar?




mãe: blusa 4D & P&M
saia - 4D & Alperce
fio - Vintage Affair

Concha:
vestido - 4D & Azul Inglês
merceditas verão - Branco Puro
laço - Branco Puro 


no dia em que andou a pintar-se para "fazer" beijinhos para o dia da mãe
com a "nossa" querida Joana
Camisa - Pó de Talco
Macacão - Tapa Fraldas




Na festinha do dia da mãe
mãe:
tshirt - 100% mãe Maria Nuvem
calças - Massimo Dutti
botins - It Shoes

Concha:
Túnica - 4D & Ratinho Feliz
Calções - New Code
meias - Calzedonia
carneiras - Nós e Tranças
Laço - Mix your Life








camisa - Ovo Estrelado
calções- 4D & Isabel
casaco - 4D & BebéZé
Meias - Calzedonia
carneiras - Nós e Tranças
Fios - Stone by Stone e Terços da Lupinha
laçarote - Mix your Life




long sleeve -4d & Mundo de Cores
Tapa Fraldas - Cenoura
camisa de gola - DOT
collants - calzedónia
carneiras - Nós e Tranças
fios - Stone by Stone e Terços da Lupinha
laçarote - Mix your Life








vejam todas as peças das parcerias aqui.

 sim, o frio andou por aqui mais uns dias e até choveu. foi mais forte do que eu e tive de lhe voltar a vestir os benditos collants. 




túnica - Zippy
casaco - Knot
calções - Galinha Doida
collants - Condor
merceditas - Nas Estrelas











esperemos que o sol volte em força e que amanhã, no Zoo, esteja um dia magnífico!




este mês vai ser um mês super agitado. temos a ida ao Zoo, a convite da Milúpa, já amanhã. depois temos a formação em coaching, no Porto e o convite da Red Apple - Formação Contínua e Estudos Superiores para participar num encontro de mães e pais bloggers, Conversas com Pais na Rede. foi complicado aceitar, mais uma vez porque gerir tudo não é fácil, mas estar com outros bloggers, o convite da querida Ana Manta, colega de profissão, alentejana como eu e com mais uma série de coisas em comum, e o facto de ter um cariz solidário a favor da Casa do Caminho e de ter mais uma brigada móvel para recolha de novos dadores de medula óssea e outra de sangue ditaram definitivamente o sim. lá vamos nós a 25 de Maio para Matosinhos. quem nos vai dizer olá? vai haver hora do conto, vão haver actividades de psicomotricidade, vai haver uma aula de baby yoga, vai haver o cantinho da fotografia e ainda um excelente serviço de babysitting. 




o tempo é escasso por estes lados. acho que não é apenas pelo facto de ser multitasker e nem pelo facto de serem 4. é pelo facto de ter pelo menos um filho que já exige mais responsabilidades da nossa parte em termos escolares. um filho a um mês de terminar o 7º ano não é fácil. ainda por cima quando ele tem queda para a imaturidade e adoraria passar todo o tempo livre a brincar em vez de estudar. sinceramente não tenho a noção de haver tantas exigências no meu tempo. acho que estudar faz bem, é importante, trazer alguns trabalhos de casa também. os testes são necessários e há que aceitá-los porque não conheço um sistema melhor de avaliação. mas parece que quando começam nunca mais acabam e é terrível ter muitas vezes de escolher e ter de declinar convites e não poder proporcionar aos mais pequeninos o que proporcionámos aos dois mais velhos quando eram mais minis. e depois fico a pensar...bom, se é tão difícil para mim, adulta, ter de fazer escolhas e ter de aceitar as responsabilidades inerentes ao cargo de mãe... também deve ser muito difícil para uma criança ter todo o auto controlo e responsabilidade necessários para perceber que tem de estudar porque o estudo é importante (principalmente quando são matérias chatas e de pouco interesse). e depois é engraçado porque há de tudo. há pais que me procuram porque os filhos são responsáveis demais para a idade, pequenos adultos em miniatura. no meu caso gostaria que o meu fosse um bocadinho mais responsável. e depois há o conflito entre trabalhar a aceitação e estimular mais e incutir mais responsabilidades nos nossos filhos. alguém disse que ser pai e mãe era fácil?


:)








aproveito para vos pedir encarecidamente que se juntem à Maria Raquel, uma bebé muito pequenina que precisa urgentemente de um transplante de medula óssea. é esta a única forma de superar a doença rara que tem. sinceramente acho que depois de tantos apelos não pode haver mais nenhuma desculpa para mantermos a cabeça enfiada na areia, não acham? nestas alturas sinto-me tão mini e insignificante. preocupada por causa das sequelas do avc do meu filho, preocupada com a sua imaturidade, preocupada com a sua desatenção. O que é isso ao pé da Maria Raquel, do Rodrigo, do Alexandre... o que é isso?




sábado, 20 de abril de 2013

Dia de confissões




Hoje foi a festa do perdão e o Manuel confessou-se pela primeira vez. Ena. 


“Então Manel, que vais dizer?” (olha a mãe a querer saber tudo) 
“Vou dizer que às vezes arrelio a mãe, o Afonso e o Vicente e que às vezes não quero fazer os trabalhos de casa”. 

Ohhhh, só por esta confissão quase que o absolvi logo ali. 


A sô dona Concha portou-se tão mal na igreja. O que vale é que aquela carinha linda faz toda a gente sorrir e Deus parece que desculpa sempre os loucos e os borrachinhos ehehehehe. 




E já que estamos numa de confissões, eu tenho três para fazer. 



1ª – 

Por vezes tenho dificuldade em falar de marcas que não conheço, de roupa que nunca vi ao vivo e a cores. Claro que lá vou mostrando e sugerindo mas confesso que tenho sempre medo de estar a sugerir gato por lebre, porque nem tudo o que parece é. 

E por isso acho tão importante que venham dia 4 de Maio ver as marcas, tocar nas peças, ver as cores sem ser através do filtro das máquinas fotográficas, senti-las. Acreditem que já tive más surpresas. Mas acreditem também, já agora, que as boas superaram em muito as más. 



Até há pouco tempo não conhecia a marca Maria Bebé. E há poucos dias chegou cá a casa um presentinho para a Concha, um fofo lindo, amorosíssimo. Amei. Amei o tecido, a confecção e a forma como lhe assenta, dando-lhe um ar coquette. 



E porque gostei mesmo muito, é com todo o gosto que recomendo a Maria Bebé. Parabéns e obrigada! 



















2ª – 

Então, lá vou eu abrir o meu coração mais uma vez. 
Eu gosto de ajudar e ajudo quase sempre que me pedem. Ajudo se me identifico com as causas, com as marcas, com os produtos, com as roupas. Por vezes ajudo só porque sim mas a maior parte é porque conheço o trabalho e reconheço o mérito. 


Enfim, gosto de ajudar mas confesso que me custa imenso quando as pessoas que enviam as mensagens a pedir essa ajuda nem sequer gostam da minha página ou acabaram de fazer um like naquele preciso momento. Não é pelo like, é pela atitude. Por isso acho que todos compreendem as minhas escolhas para o dia 4 de Maio. 80% das marcas eu já conhecia, e sei que seguem o meu trabalho quase desde o início e tenho mesmo o seu apoio. E as que não conhecia ainda, lá fui conhecer antes de dar o sim definitivo. Por isso é que tem lá a palavra friends. Claro que privilegiei quem me ajudou a mim. É natural, ou não é? 



E por isso hoje fiquei muito surpreendida quando descobri que uma seguidora do 4D, uma menina-mulher que me visita regularmente, tem um projecto, uma página e nunca me pediu um like ou uma partilha. Nunca. E só por isso (atenção, não conheço o famoso bolo da Rita) tenho todo o gosto em partilhar a sua página e convidar-vos a espreitar. E ela nem sabe. O meu desejo é que tenha muito, muito, muito sucesso!






Bolo de Chocolate da Rita







3ª - 

Por vezes estes dois põe-me a cabeça em água. Primeiro era só o Vicente a queixar-se da mana e a ter ciumitos. Agora são os dois. Ela pôs as garrinhas de fora e faz com cada birra quando quer o que o mano tem. Puxa a vida!




os dois a chorar porque cada um quer andar primeiro do que o outro!



Vicente com ar de vitória!



Bom fim de semana!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O Manel, a boneca e a boneca



Estou tão orgulhosa. Ontem fui com os meus alunos ao colégio dos meus filhos mais velhos para eles dinamizarem uma actividade artística com os pequenos. Os meus alunos saíram-se muitíssimo bem. Os pequenos saíram-se muitíssimo bem e o meu Manel esteve fantástico. 

Claro que desesperei um bocadinho porque os amigos do meu filho queriam conselhos e o meu não queria nada de mim. Ainda ficou um bocadinho chateado comigo porque eu lhe disse que cabelo de palha d' aço numa boneca para oferecer à mana era capaz de ser um bocadinho perigoso.



E o resultado foi 5 estrelas e a mana adorou (e o mano V. fez birra por não ter ganho um boneco também).






túnica - Benetton
calções - Tapa Fraldas
cacaso -Ancar na Rosa e Azul








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