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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Como estimular o bebé parte III


Hoje vamos falar um pouco sobre como ajudar o bebé a mover a cabeça para o lado enquanto está deitado de barriga para cima e como voltar a cabeça para o biberão ou peito.

Devemos estender um braço do bebé para um lado e puxar o outro para cima de forma a que o bebé se volte para o lado do braço estendido e devemos deitá-lo em posições diferentes, quer na cama quer no tapete de actividades.
Podemos colocar objectos brilhantes ou luminosos a 30-45cm do bebé, primeiro dum lado e depois do outro. Podemos também colocar uma espécie de varão atravessada no berço, onde colocaremos um objecto brilhante (por exemplo, uma bola de papel de prata ou alumínio). Começamos pelo lado esquerdo e chamamos a atenção do nosso filho para o objecto. Quando virmos que já está a fixar o objecto deslocamo-lo para a outra ponta do varão, ou seja, para o lado direito e voltamos a chamar-lhe a a tenção. O objecto deve ser mudado frequentemente.
Outra dica é falar e chamar o pequenino, ora de uma lado do berço ora do outro, tocando-lhe no braço desse lado. Se ele não voltar a cabeça sozinho devemos ajudar a voltá-la devagarinho, com suavidade, e depois recompensamo-lo com um grande sorriso e palavras carinhosas.

Em relação à hora das refeições, devemos colocar o bebé sempre na mesma posição quando lhe começamos a dar de comer para ele associar a posição ao acto em si. Podemos bater muito levemente com os dedos na bochecha do bebé ou tocar muito suavemente com os dedos por baixo do queixo e depois na bochecha e a seguir introduzir a tetina ou o mamilo. Se o bebé não voltar a cabeça devemos ajudá-lo, fazendo-o voltá-la suavemente mas só depois de lhe darmos a oportunidade de o fazer espontaneamente, sem ajuda.


Como estimular o bebé parte I
Como estimular o bebé parte II

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Como estimular o bebé


Os pais não nascem ensinados, se bem que nascem com um 6º sentido e a maior parte das vezes tudo flui sem grandes preocupações.

Mas se para conduzirmos um carro temos de tirar a carta, e até podemos chumbar, para conduzir vidas não deveríamos fazer mais qualquer coisa?

Desde os primeiros momentos pode-se começar a intervir tendo em vista o desenvolvimento óptimo daquele bebé.

Recém-nascido

Pendurar um móbil, não ao centro mas um pouco mais à direita ou à esquerda do berço, porque habitualmente a cabeça do bebé estará mais virada para um lado ou para o outro.  Aproximar a sua cara, ficando a cerca de 15-20 cm da cara do bebé quando falar ou cantar para ele (já que ainda não vê completamente bem mas dará mais atenção à face humana do que a qualquer outra coisa). Deslocar o bebé, mesmo para a outra ponta do berço, de modo a que a luz possa ir estimulando ambos os olhos. Atravessar com uma fita objectos, de um lado ao outro do berço. Sei que adoramos tons suaves e clássicos e pouco berrantes mas os bebés, pelo contrário, gostam e precisam de tons fortes, de objectos brilhantes, de formas irregulares e/ou com desenhos.
Toque com carinho no seu bebé, de forma suave e gentil. Os recém-nascidos são muito sensíveis a movimentos bruscos. Há crianças que se sentem muito mais seguras se estiverem embrulhadas num cobertor, numa mantinha, num pano fofinho. Algumas crianças choram menos quando as mães as encostam ao peito, sentido o bater do seu coração.
O bebé não deve beber o biberão afastado da mãe mas sempre ou quase sempre ao colo de um dos adultos que mais a mimam.
Faça massagens ao seu bebé, de forma terna e carinhosa e com a loção aquecida.



Espero que tenha sido útil.
Agradeço o feedback para saber se devo continuar.




Estamos a concurso. Para a categoria Pais/Filhos e para blogger do ano.

Para perceberem melhor vão até aqui.

Para votar é aqui:

Muito obrigada!


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Deixar um bebé a chorar não.

Eles calam-se porque se cansam. Eles cansam-se de chorar. De chamar a mãe e de ela não vir... Os bebés só nos conhecem a nós, ao nosso cheiro, à nossa voz....são completamente indefesos....




O método Estivill pode ser um pouco duro, até o autor o afirma, e deve ser adaptado à realidade e à personalidade de cada um, na minha perspectiva. É rápido e eficaz sim, mas se confiarmos nele, se acreditarmos no que estamos a fazer e não ficarmos perturbados. E principalmente não deve ser usado com bebés pequeninos. Atenção.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

1500 likes e um passatempo - 4D e Loja Nicho









Tal como já tinha dito, a querida S., da Loja Nicho, fez-nos uma surpresa e fez chegar até nós esta coisinha preciosa (não é a minha boneca, é a outra fofura). Um coelho Maileg, sabendo ela que eu era louca por todo o Universo Maileg, principalmente os coelhos. Eu adorei e a C. também. Então não se vê?


Então falei com a S. e perguntei-lhe se não quereria fazer um passatempo onde alguém, tão mailegomaníaca como eu, pudesse ganhar também este presente.

E vai dá surgiu mais uma parceria, Loja Nicho e 4D, um coelho da cartola.
Sim, porque vocês por um passe de mágica vão fazer aparecer um coelho. Querem saber como?

Cá vão então as regras:

- Façam uma fotomontagem divertida, gira, fashion, glamourosa, onde apareça um coelho Maileg.
- Deixem a vossa participação na página 4D, no facebook.
- Deixem like na loja Nicho e like no 4D e partilhem este post (com partilha pública).

A imagem mais gira, a imagem com que a loja Nicho mais se identifique, ganha um coelho Maileg (há para menino e para menina). 

É mágico ou não é?

Têm até dia 28 às 18h. A partir.... de agora!











sexta-feira, 27 de julho de 2012

C. de Coisas boas, muito boas.


A C. foi hoje à primeira sessão de fisioterapia. Sim, passado um mês da consulta, passado um mês de terem escrito “com carácter de urgência”.
E eu que fiquei aqui fechada imenso tempo, podendo não estar, podendo estar com os meus rapazes, que não querem estar cá e que não me podem ter lá, à espera que este dia chegasse, e agora quando estava prestes a rumar a Sul, eis que o telefonema chegou, ontem, e hoje foi a primeira sessão.

É verdade que comecei a falar e a falar e a dizer que assim não podia ser e que era inadmissível. E depois a secretária clínica explicou-me que os meninos crónicos, com o meu outro filho, estão parados por causa dos internamentos que chegaram. Que quando todos lá pensavam que as férias iriam ser um período de acalmia, depois de um ano esgotante, parece que este verão se revelou trágico: um menino paraplégico devido a um mergulho no mar e outro atropelado numa passadeira e mais um atropelado enquanto andava de bicicleta.

E eu compreendi, claro que compreendi. Fechei a minha grande bocarra e reduzi-me à minha insignificância.
E lá fomos hoje, felizes e contentes. Felizes e contentes por o que ela ter ser tão mínimo tão mínimo comparado com os casos que lhe “roubaram” a vez.

E voltei ao lugar que já conheço muito bem, há muitos anos.

E agora que íamos embora de férias, este fim-de-semana, para já só voltar em Setembro, vamos ficar, pelo menos, mais uma semana.

Ela está bem, muito bem, disse a fisioterapeuta, que eu já não via há uns dois anos e que me disse logo “ai que esta princesa nunca vai ser maria rapaz!”

A C. está bem, muito bem e só precisa de ganhar mais músculo no tronco. Fazer uns abdominais e voilá.

Senti-me tão feliz, tão feliz. E começo a acreditar, piamente, que um raio não pode cair duas vezes no mesmo lugar.





quarta-feira, 25 de julho de 2012

25 de Julho, what a special day!




Hoje é um dia cheio de coisas boas:

11 meses de C.
16 anos desde o nosso primeiro beijo,
16 anos desde que começámos a namorar.
7 anos de blogosfera

E para nós não vai nada, nada, nada?

Tudo










quinta-feira, 12 de julho de 2012

Notícia de última hora

Passou pela primeira vez da posição de deitada para a de sentada.

yesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyesyes

sábado, 30 de junho de 2012

Os looks da semana



Esta semana andei a descobrir novos recantos na casa

Fofo - Baby Mayoral
Body - Ratinho Feliz
Sandálias - Zippy




E andei a aprender a conduzir

Vestido - Kiabi


E andei a pôr-me ainda mais bonita para sair


Touca e fita da chucha -C. and F. newborns
Vestido - Zara Baby

terça-feira, 26 de junho de 2012

Conchita bonita

Vai mesmo precisar de fisio.
Uma imaturidade/dificuldade numa das omoplatas que não a deixam fazer torção do tronco para um dos lados e virar-se ao contrário. Com as pernocas está tudo bem. Achou que tinha bom tónus e bom prognóstico.

Obrigada, obrigada, obrigada pelas vossas palavras!
Beijo doce.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

You're like a dream to me


Sai do concerto da Madonna e já era hoje. Excelente. Diverti-me, dancei, revivi, entusiasmei-me e senti-me uma miúda, o que eu adoro. E voltei a lembrar-me do lema “Express yourself”. Acho fantástico cada um de nós ter o seu estilo próprio, na maneira de ser, na maneira de pensar, na maneira de vestir. Sempre fui mais rocknroll e a minha alma permanece rocknroll com alguns laivos pop, sem dúvida. Mas mais dark, new age, ou como lhe quiserem chamar. E gosto tanto dela assim.
Esta ideia que temos de ser todos iguais e temos de ser todos muito formatadinhos para sermos aceites e podermos ter êxito, deixa-me fora de mim.

Hoje é dia 25 e a linda e meiga e maravilhosa C. faz 10 meses.

Temos andado um bocadinho confusos. Um pediatra que diz que ela está óptima, uma pediatra que diz que precisa de fisioterapia para ganhar força nas pernocas, uma fisioterapeuta que diz que ela está bem e prestes a dar o salto, em termos motores. Não sei se será o tira-teimas mas resolvemos experimentar amanhã a última opinião. Desta vez de um médico fisiatra.


A C. é muito, muito esperta. Quanto a mim um bocadinho de porcelana e frágil e a gostar de estar sossegadinha no seu cantinho. Muito zen, como refere a minha amiga Lili. Do mais adorável que há, diz todo a gente.
Vai estar tudo bem e não vai ser nada. Os meus filhos sempre foram todos diferentes uns dos outros. E assim é que é, ou não é? Habituei-me talvez mal, com os dois primeiros que se desenvolverem muito depressa, tanto na linguagem como no andar. Já o V. demorou a soltar-se-lhe a língua mas aos 6 meses já rastejava para todo o lado. E agora aos 2 anos e 3 meses está do mais falador e engraçado possível. Quem diria que só aos 22 é que começaram a aparecer as primeiras palavras mais inteligíveis?
E agora ela. A menina-passarinho com o síndrome do ovinho. Não vai ser nada, nada mesmo. Mas se for cá estaremos para aguentar o barco uma vez mais. As vezes que forem precisas.

Life is a mistery…



camisa: home made by my mum
tapa-fraldas: Chocolate Azul
Sapatos: Zara Baby


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Suave


Os mais velhos usaram as famosas chupetas de borracha da Chicco.
O Vicente usou as personalizadas da Avent, compradas na MinhaChucha.
E depois ainda ganhou mais umas da Suavinex, em concurso, também da MinhaChucha.
E eu nunca liguei muito a esta marca. Até que vi isto. UAU!

E há à venda online aqui mas, claro, como quase tudo vinda da tierra de nuestros hermanos, só enviam dentro de Espanha. Mas querem saber uma coisa? A minha irmã está a completar a sua formação em Barcelona. Ai está está. Até Junho vou ter ideias e mais ideias e mais ideias. Estas não me escapam: vintage para ela, robots para ele. 

Em Espanha, pelo menos, são uma referência no mundo da puericultura.













sexta-feira, 2 de março de 2012

Serviço público

de vocês para mim!

Baptizado amanhã (ainda não consigo escrever sem p). Não o dela, claro.
Qual dos 3 outfits devo escolher?
Obrigadinha.



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Como o pouco se transforma em muito

Ontem foi talvez o dia mais miserável que teve para comer. Não tem sido fácil. E eu só queria que uma coisa me corresse bem. Só uma, bolas! E fui dar aulas com o cabelo salpicado de laranja-pêra e as skinny jeans com marcas da nossa luta.
Não só mas também por isso estava exausta. Não só pela necessidade de mais mimo, de mais rede de suporte mais perto, mas também por isso, estava exausta.

E hoje demorou os seus 45 minutos para comer mas comeu tudo. Obrigada aos dois copos de plástico, ao pacote de lenços de papel e ao bocadinho de folha de alumínio que roubei da prateleira e que lhe deram toda a concentração/desconcentração necessárias. Com muito interesse não pela comida mas pela brincadeira a coisa fez-se. Claramente foram substituídos pelo espelho, pelo nenuco que faz buábuá e pelo carrinho cantante, que não fizeram o trabalho requerido...e foram despedidos. Temos pena. Obrigada, obrigada, obrigada queridos copos de plástico, querido pacote de lenços e querida folha de alumínio com os seu machucar engraçado. Salvaram a minha sanidade mental.
E depois disso? A cereja no topo do bolo. Duas vezes cocó mole depois de quase 3 semanas, desde que começou a sopa, a fazer caganitas que ficam presas ao rabo e que lhe fazem doer. Não quero saber se conversa de cocós não tem interesse nenhum. Para mim foi o pouco que fez tanto. Agora durante umas horas vou ser uma pessoa feliz.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Coisas dele

Vicente


Depois de 2 filhos portugueses
apareceu-me um terceiro espanhol. Mas eu juro que não andei a fazer nada que não devesse.

Com ele descobri mesmo o que é os timmings de cada um. Por esta altura já os mais velhos praticamente pediam “era uma café e um copo de água ohfazfavor”.
Com ele assustei-me a sério e misturei cá dentro os meus medos de psicóloga e de mãe e pensei o pior. Não só não falava como não respondia ao nome, como não apontava, como não dizia nada de nada até tarde. Levámo-lo à consulta de desenvolvimento. Fez exames completo de audição. Afinal estava tudo bem e só estava ligeiramente atrasado na linguagem. E esperámos, entre o pacientemente e o amedrontados. E ele finalmente desabrochou e começou a dizer tudo. 
E com ele eu descobri que devemos estar sempre atentos sim. E com ele eu descobri que se temos dúvidas e receios devemos ir à luta, devemos ir perguntar e investigar. Pôr a cabeça na areia nunca. Mas com ele também descobri o que é aceitar que os filhos são todos diferentes e que há uns que falam mais cedo e outros bastante mais tarde. Que uns se desenvolvem de uma maneira e outros de outra.

Finalmente desabrochou. E está tão fantástico. Na fase mais engraçada de sempre.De se comer. Mesmo.

Ainda ontem deitei-o e saí do quarto. E ele:

- Oh mãeeeeeee.
Como eu não respondi
- Oh mamããããããã.
Como eu não respondi
- Oh Piaaaaaaaaaaa.





Não é engenhocas, não é um inventor.
Neste momento sódestrói é o segundo nome deste meu rapaz pequenino.
Tinham-lhe dado uma bicicleta tão gira mas tão gira pelo Natal, que ficou guardadinha até segunda-feira passada. E que bem que estava guardadinha. Uma bicicleta com um ciclista em cima e que andava sozinha e tinha música e luzinhas e tudo e tudo. Primeiro tirou uma perna ao ciclista. Depois tirou a outra. Mais tarde tirou-lhe um braço e juro que ontem o vi a tentar tirar-lhe o outro. Partiu a caixinha das pilhas...bem, caos total. Não se pode.

Comprámos-lhe um balão de hélio e amou. Recomendo vivamente!

E ontem trouxe a sua primeira mordidela no braço e eu não gostei mesmo nada. Até porque ele nunca fez nada do género, nem na escolinha, nem cá em casa. Há miúdos que gostam de experimentar a dar umas trincadelas a torto e a direito. O meu é um destruidor de coisas mas é muito meigo com as pessoas, principalmente com a irmã. Não suporto pensar que ele pode vir com esse comportamento aprendido lá de fora e começar às mordidelas cá em casa, especialmente no nosso elo mais fraco.

E está quase quase a fazer 2. Uau.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Mas não digam a ninguém

A manhã começou assim:
Levei os mais velhos à escola; venho para casa sem saber se devia mandar ou não o Vicente para a creche. Mas como ele estava aparentemente bem e a educadora queria que ele fosse, então lá o levei. A seguir tive reunião com a directora de turma do mais velho. Chego a casa à hora certinha de ela mamar e ela, que costuma estar sempre a dormir a essa hora, estava acordadíssima e com cara do mais infeliz e muito roufenha e ofegante. A minha rapariga das limpezas a dizer-me que ela não estava bem, que não estava não senhora. Não pensei duas vezes. Dei-lhe mama, mudei-lhe a fralda, meti uma fralda e toalhetes na mala e mais os papeis necessários de identificação e urgências pediátricas que se faz tarde.
Para a triagem foi um ápice. Devido à idade e baixo peso e alguma gravidade, não voltou para a sala de espera "normal" mas para outra mais resguardada. E foi aqui que passámos 2.30h.
Ao princípio ela estava bem-dispostinha e super calma. Às tantas começa a ficar impertinente com o sono e  não parava de chorar (mas atenção que ela não berra; ela só geme ou ronrona).
E só aqui é que me lembrei do óbvio...não lhe tinha levado a chupeta. Tivesse eu levado o meu chicote e ter-me-ia chicoteado logo ali. Ali mesmo, sem apelo nem agravo. Burra, burra, burra. Parva, parva, parva.
Mas não podia fazer nada mesmo e ela não se calava. Estava a desesperar. Eis senão quando me lembro que tenho uma chupeta do mano no bolso. Aquela que lhe tirei às escondidas para ele não levar duas para a escola. Então o que é que eu fiz? Dei-lhe a chupeta do outro. Sei lá se fiz bem ou mal. Fiz.
Coitadinha, dava uma lambidela-chorava, dava outra lambidela-chorava. A chupeta não era para a idade dela. Nem sequer era da mesma marca. Mas, pronto, lá se calou e adormeceu.




Então, mas para que é que eu estou a dizer isto a meio mundo?
Só para que não pensem que tudo é perfeito aqui na terra do lalaland.
Também discutimos muito, também brigamos, também choramos. Também fazemos asneiras.
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