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domingo, 17 de janeiro de 2021

A Joana e eu

 

Daqui a 3 dias faço um mês que casei.

Queria contar tanta coisa, mas tem sido difícil ter tempo para tudo.

Gostava de deixar umas palavras a agradecer à Joana, a menina-que-fez-maravilhas-comigo.

 

Como costuma dizer: não é sorte, é trabalho.

Mas para mim foi uma sorte o destino tê-la colocado no meu caminho.

 

É mega talentosa, mega empenhada, mega simpática.

E fez 1 hora de viagem para me vir maquilhar no dia do meu casamento.

 

O marido disse: tens de andar mais vezes assim!

Os meus filhos, especialmente o Vicente, volta e meia diziam: a mãe está linda!

 E estava. Ou pelo menos sentia-me.

 

Sempre disse que se me casasse segunda vez ia ser muito diferente. E foi.

 

Regra número um:

Comprar tudo novo, mas comprar tudo o que pudesse ser usado muitas vezes. Não é como o meu primeiro vestido de noiva, que está num sótão e que não o vejo desde o dia que casei, fez em 2020 20 anos.

Desta vez…

Um vestido Molly Bracken. Umas botas da Mango. Uma bandolete da Parfois. Um casaco de pelo da Springfield. E roupa interior Intimissimi.

 

O que não podia faltar: o bouquet e a maquilhagem.

Do bouquet falo noutro post, que a Matilde merece.

 

A maquilhagem tinha de ser especial.

Confesso que há 20 anos não me preocupei muito com isso. Era uma miúda, qualquer coisa ficava bem e não se falava em maquilhadoras profissionais. Foi a minha cabeleireira que me maquilhou.

Tanto que evoluímos desde então.

Nos últimos anos, por causa do blog, tenho trabalhado com verdadeiras pros da maquilhagem. E é outro nível.

 

Estava com receio, confesso. A minha pele não é propriamente a pele de uma menina de vinte e poucos anos. É uma pele madura. E eu lembro-me de dizer à Joana que não queria parecer a mãe da noiva e de ela rir. Rimos muito durante todo este processo. Só por isso já me conquistou.

 

Adorei o resultado.

Adoro a Joana.

Deixo-vos aqui uma mini mini entrevista - há tanto tempo que não faço entrevistas que já nem sei como se faz! - para que a possam conhecer melhor.

 

Joana Fernandes: “Tirei a formação em 2017, mas já só comecei a trabalhar oficialmente como maquilhadora profissional em 2018, nesse ano já tive 3 noivas, e foi aí que me apaixonei por este mundo. Em 2019 tripliquei o número de noivas (acho q até mais) e em 2020 fui reconhecida como uma das melhores profissionais de referência na área da beleza em casamentos, pelo casamentos.pt.

2020: deu para abrandar o ritmo, parar para pensar, no que quero, no que realmente me apaixona, fiz muitas formações e planeei muitos projetos q vão sair em 2021. Maquilhei-te, que foi um momento muito feliz!

2021: continuo a sentir, apesar do que estamos ainda a viver, que é um recomeço, que vai ser um ano de muitas oportunidades, embora tenhamos de esperar mais um pouco para elas chegarem. Mas eu confio!”

 

A Joana já era para mim especial. Era a menina com a boca em forma de coração. Era a maquilhadora que eu gostava de ter no meu casamento. Agora é a minha amiga Joana, a maquilhadora que esteve comigo no meu casamento. Que fez uns bons klm para me maquilhar, que estava à minha espera quando saí do cabeleireiro, que falou comigo e rio comigo, ajudando a passar o nervoso miudinho. A amiga que me ajudou a correr o fecho do vestido e a primeira a ver-me pronta para o grande dia.

Uma pequena cerimónia, mas um grande dia.

O dia em que resolvemos fintar o sofrimento e toda a angústia de 2020 e dizer: podemos celebrar e agradecer mesmo nos dias complicados. Queremos sair deste ano de loucos...casados.

 

A Joana ainda nesse dia postou uma foto dela junto ao mar. Acho que isso quis dizer paz e objetivos cumpridos.


https://www.facebook.com/joanafernandesmakeup

Joana Fernandes - makeup artist

Joana Fernandes Makeup Artist





Me, by Joana

Me, by Joana



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Os meus anos e os meus desejos








Amanhã faço anos, 38.

Sinto-me bem na minha pele, mas sinceramente parava agora por aqui. A aproximação dos enta hummmmmmm...enfim.

:)


Amanhã faço anos, 38.

E vou acabar as férias a fazer coisas de miúdos, com os miúdos. Sim, é acabar em beleza umas férias bem grandes.




Amanhã faço anos, 38.

E apetece-me imenso desligar, desaparecer por uns dias, evaporar-me, eclipsar-me no ar.




Amanhã faço anos, 38.

Please life, be good to me. You know I love you.




Sinto-me bastante preenchida depois de ter feito um verdadeiro balanço da minha vida.
Principalmente com a sensação que lutei para ser o que sou, para ter o que tenho, para ser feliz.

Provavelmente vou continuar com dúvidas, com dias menos felizes, com vontade de desistir. Mas estou bastante determinada a fazer com que os dias felizes, os sorrisos na cara e o tal sentimento de preenchimento e realização sejam o ponte forte deste ano.

Amanhã faço 38 anos... mas sinto-me como duas de 19! 





Deixo-vos um beijo e um desejo. Quem sabe se quando cá chegar não terei uma surpresa gira, gira à minha espera.




Não têm de gastar dinheiro, só têm de convidar os amigos a visitarem o 4D. Se gostarem, tornar-se-ão seguidores do blog ou da página do facebook.




Acho que seria um presente maravilhoso.


E eu sei que tenho um presente espectacular para vocês no meu regresso:)




Beijos meus, beijos nossos.




quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pardon my french




Uma das minhas expressões favoritas de todo o sempre.

E o vintage, um estilo que amo há anos - a minha colecção de malas de 1940/1950, os turbantes, as sabrinas à Audrey Hepburn...

Este estilo tornou a minha vida muito mais colorida.




Obrigada Bazaar à Porter. Esta merece um post.






















calções - desenhados por mim


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Gente gira como nós - 4D






Esta entrevista é muito especial. Eu cá acho e palpita-me que vocês também vão achar.
É um presente meu para todos os que me/nos acompanham.
Que eu iria ser a sexta entrevistada já sabiam. Que as perguntas iam ser feitas por vocês, também. Mas porque quis surpreender, em vez de cinco escolhi seis perguntas (peço desculpa a quem desta vez ficou de fora) e pedi às duas pessoas que me conhecem melhor para responderem também. Para além disso pedi às entrevistadoras que se identificassem, porque também elas são peças-chave desta engranagem.
Desejo tudo mas tudo de bom a quem gosta de nós. A quem não gosta, desejo tudo o que me desejarem, mas em dobro. Sim, eu sei, sou umas mãos largas:)





1-       Raquel d'Orey, 42 anos , 2 filhos. Costureira/Mãe . Segue o 4D desde sempre. Palavra para definir o 4D: consistente
 Acha que não viver em Lisboa a deixa um pouco à margem de tudo o que vai acontecendo por cá?


Sofia: Evidentemente. Já recebi alguns convites que infelizmente tive de declinar, assim como já soube de algumas situações em que nem sequer recebi convite exactamente por isto mesmo. Mesmo assim gosto de mostrar que este mundo digital prima precisamente pela capacidade de estar perto, mesmo estado longe. E que um convite feito atempadamente, para poder gerir a minha agenda, será sem dúvida muito bem acolhido. Acho que essa foi uma das principais razões porque aceitei o convite da Pais e Filhos e mais tarde da Maria do Laço para fazer o Christmas photo shooting com a minha filha Concha.


Marido: Obviamente que deixa à margem.


Mãe: Um pouco, claro. Em Lisboa passa-se tudo e a distância, quer se queira quer não, é um handicap. Impede muita coisa.


2-       Sara, 37 anos, 2 filhos. Psicóloga Clínica.  Segue o 4D mais ou menos há 6 meses. Uma palavra para o definir: inquietante
 Defina cada um dos membros da sua família nuclear com uma palavra.


Sofia:


Eu: Exigente

Marido: Enigmático

Afonso: Especial

Manuel: Amuadiço

Vicente: Furacão

Concha: Delicada


Marido:


Sofia: Preocupada

Eu: Calmo

Afonso: Cabeça na lua

Manuel: Rebelde

Vicente: Traquinas

Concha: Linda



Mãe:


Sofia: Temperamental

Alexandre: Boa onda

Afonso: Deixa andar

Manuel: Artista

Vicente: Força da natureza

Concha: Princesa


 3 - Cláudia Ribeiro Correia, 3 filhos. Completamente mãe. Segue o 4D há cerca de 2 meses. Palavra para o definir: fantástico

 O que é que se imagina a fazer daqui a dez anos?


Sofia: Não sei. É que não sei mesmo. Gostava de estar a morar noutra cidade, gostava de estar a fazer outras coisas. Quando faço o mesmo de sempre, durante muito tempo, sinto-me a estagnar e a ficar muito pouco motivada e isso não pode ser. Claro que dez anos é mesmo muito tempo. Nem faço ideia se ainda vão existir blogs. Acham que sim? E custa-me a imaginar a C., por exemplo, com 11 anos ou o A. com quase 22. E pensar nisto faz-me ficar mesmo muito emocionada, confesso.


Marido: A Sofia daqui a dez anos vai ter uma loja de roupas para bebés ou então vai ser escritora, já consagrada, ou então qualquer coisa relacionada com publicidade e psicologia, sempre na área das crianças e dos bebés. Ou então vai fazer isto tudo e muito mais. Mulher para isso é elaJ


Mãe: Profissionalmente o mesmo. Sem blog. E como mãe as eternas preocupações com os filhos.


4-    Susana Alves, 35 anos, 2 filhos. Educadora social. Desde o inicio do ano, no blogue e desde junho, no facebook. Palavra para definir o 4D: real.

 O que acha do seu blog? Como é que acha que ele se destaca?


Sofia: Eu gosto muito do meu blog. É meu e isso basta para o acarinhar muito e sentir-me orgulhosa dele. Basicamente é como com os filhos. Mas também sei que tenho de praticar a parentalidade positiva com ele. Há dias que estou com pouco tempo ou mais com a neura e não lhe ligo muito. E como acontece com as crianças, muitas vezes perco a paciência para a picardia entre ele e a mana 4D, a página do facebook.

Acho que a característica mais forte é ele servir como facilitador terapêutico/coaching para muitas pessoas. A partir dele, e principalmente a partir dos posts mais reflexivos, muitas pessoas me procuram para pedir alguns conselhos, dicas ou simplesmente para desabafar. E isso é bom. De resto sou uma leiga que acha piada a certos temas como a moda infantil e a decoração de interiores, por exemplo. E tenho-me vindo a perceber que muita gente gosta e confia no meu gosto, o que é óptimo. E depois o facto de sermos família numerosa também sei que torna tudo mais atractivo. Só por isto vale a pena ter mais um (I’m joking!).


Marido: Em primeiro lugar não sigo blogs e não sigo o da Sofia mas sei que é uma espécie de diário. Não é?
Pontos fortes dela: tem muita criatividade e uma capacidade de escrita incrível.

Mãe: Gosto muito do blog. Acho que o que a destaca mais são os posts que nos obrigam a todos a reflectir mais sobre uma série de coisas. Para além disso as peripécias deles, é claro. Por ser uma família com 4 crianças ainda tem mais piada.


5-       Cíntia Trincão, 29 anos, 1 filha.Delegada Comercial. Segue o 4D há cerca de 1 ano.
4D numa palavra: Companhia

 Como é que é um dia seu?

 Sofia: Qual deles? O início da manhã e o meio/fim da tarde são sempre iguais. De resto é tudo diferente de dia para dia. Uns dias estou a trabalhar em casa e noutros fora. Uns com mais tempo e calma e outros muito mais agitados. Quando estou sozinha gosto muito de aproveitar o silêncio. Estou numa fase em que é raro colocar música quando estou a fazer as minhas coisas. Quero usufruir do silêncio e acaba por ser uma forma de recarregar baterias para quando eles chegam a casa.


Marido: Imagino que sejam dias muito interessantes. A Sofia vive intensamente tudo e por isso são dias stressantes, intensos e preenchidos mas também muito engraçados. É sem dúvida uma grande correria.


Mãe: Filhos, aulas, blog, aulas, consultas, blog, filhos, filhos, filhos, aulas e blog.


6 - Sofia Serrano, 32 anos, 2 filhos. Médica e blogger (cafecanelachocolate.blogspot.pt). Segue o 4D há cerca de 1 ano. Palavra para o definir: tesouro.
 Diga-me três coisas que levava para uma ilha deserta?


Sofia: Coisas ou pessoas? Prefiro coisas porque decidir-me por três pessoas ir ser uma carga de trabalhos.

Computador, partindo da ideia de que apanhava net numa ilha deserta e que a bateria do mac era ilimitada. Bom, se no Lost tudo pode acontecer, porque é que comigo não pode também?


Marido: Computador não levava que não havia rede nem internet. Mas era para lá estar quanto tempo? É que isso era importante saber.
Um livro, pinça para as sobrancelhas e um espelho.
Acho que ela não durava lá muito tempo.

Mãe: Como não tinha internet nem os filhos acho que a Sofia estaria mal.
Uma máquina fotográfica, alguma coisa para comer, de preferência alguns docinhos, e um livro.





Beijo e um excelente 2013!






segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A Duchess

deu lugar à 4D. Assim como assim é por este nick que me tratam.
Mas podem tratar-me como quiserem: Duchess, 4D, Sofia, amiga, querida... mas só nomes fofinhos, aviso já.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Ressabiada eu?

Como é que agora toda a gente vem dizer que ouvia os Cure na adolescência?
Meninas queques ouviam the Cure??
Ou foi só no momento em que eles lançaram o Friday I'm in love?


Não me digam que gostavam de músicas como Forest, Killing an Arab, a Stange Day ou  Charlotte Sometimes?
Ou não me digam que também tinham o quarto coberto de posters com o Robert Smith e companhia.

Vai na volta também gostavam de Siouxsie & The Banshees, Joy Division, Bauhaus, New Order e Echo & the Bunnymen.


Não, não digo isto de forma ressabiada por não os ter ido ver ao Optimus Alive. Nãããããão.
Por acaso já os tinha visto no Sudoeste so long ago.
Ok, não fui a Alvalade porque só tinha 11 anos na altura.

Me at sweet sixteen

terça-feira, 3 de julho de 2012

Ontem

Ontem foi um dia muito estranho.
Aconteceram uma série de coisas que me deixaram em baixo.
Sou uma reparadora patológica, eu sei. Quero consertar as pessoas. Mas há pessoas que não têm conserto.

Há pessoas que não querem ser salvas.
A vida é uma selva e há dias em que se vê isso na perfeição.

E fiquei tão em baixo que nem me deu vontade de deixar aqui a pergunta da semana.

Mas hoje é um outro dia, há passatempo giríssimo no fb e a pergunta da semana vai já já sair.

Life goes on.



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O tempo foge. Inglourious bastard.
Foge e foge-nos e escorre-nos por entre os dedos.
E nem esperes que olhe para trás.
Desta vez só mesmo uma felicidade inventada.
Isto é só um poema. Mas sou eu? Arrasto-me pela incoerência. E não confesso.
Sacana do tempo. Cada vez maior a distância.
E não se deixa apanhar.

Sabias que já há muito que não acordava a chorar?

É de mulher?
É de gente.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Bom, se ainda tenho tempo para passar por aqui significa que nada está perdido ou que ando mesmo maluca de todo, com tanto que tenho para fazer.
Sinto-me tão capotada que valha-me deus.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Re-começo

Pedem-me para pensar nos outros. Quero pensar nos outros. Quero sair do casulo onde me encolhi.

Mas se neste momento não consigo sequer pensar em mim, se não consigo tomar decisões e sentir-me bem como elas, como posso ajudar alguém de fora?
O que vou fazer em prol da mudança?
Tentar encontrar-me para deixar de viver virada para dentro.
Acho que pode ser um bom começo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Porque se eu não gostar de mim quem gostará?


Ai não és romântico?
Deixa lá que eu sou, de mim para mim.

E esta coisa amorosa já lá canta pendurada no meu velhinho.

Nota: Não, não é ao pescoço do maridão mas no meu querido rodinhas.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Não pensar pode ser o melhor remédio

Gosto do que faço. Bom, nem sempre. Gosto de fazer coisas diferentes. Gosto de ter a possibilidade da minha vida renovar-se, pelo menos, de 4 em 4 meses. Não gosto do nervoso miudinho de começar sempre tudo de novo. Over and over again.

Ontem foi um dia engraçado. Convidaram-me, em Setembro, para dar uma formação interessantíssima, a psicólogos e/ou estudantes de psicologia, agora para Fevereiro. Nessa altura Fevereiro era tão distante e não tinha porque não achar piada e disse que sim. Depois quando me voltaram a lembrar, a meio de Janeiro, só pensei, oh porfavor, que não haja vagas suficientes para abrir o mini-curso. Pleaseeee.
Mas houve. Mais do que as esperadas. E eu fui. Pois que não podia fazer mais nada do que ir.
Ontem foi a primeira de três vezes. Correu muitíssimo bem. Fiquei feliz, claro. Mas quando saí de lá, cerca de 9 horas depois, parecia que um camião Tir me tinha passado a ferro. E as dores senhores, as dores.
Hoje ouvi da minha mãe: "Então e como vai ser daqui a uns meses?"

Posso não pensar nisso agora??

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Estamos quase no fim de mais um special day. Mas isso são só datas, os sentimentos não mudam.
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