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sexta-feira, 11 de março de 2011

Que pequenos que somos.

Sei que se calhar devia ter falado da geração rasca ou à rasca ou parva, ou lá o que é.
Bom, mal comparado sinto em relação a isto o que senti quando vi toda a gente e todas as lojas a abarrotar de roupa a imitar os anos 40 e 50. O que é que eu fiz? O que é que eu fiz quando era o meu estilo até aí, quando mais do que imitações vestia originais? Pois que deixei de vestir. Pelo menos moderei bastante.
Não gosto de seguir modas e falar desta coisa de fazemos muito pela vida mas não nos pagam ou não fazemos o suficiente ou a culpa é nossa ou a culpa é dos nossos pais ou do país ou ou, sinceramente não me agrada. Nunca me agradou. Depois pareço alheada do mundo mas acreditem que não é por ter ou não ter opinião. Simplesmente incomoda-me e é só.

Hoje devia falar do Japão e do sismo e da tristeza que sinto e do peso e da inevitabilidade e da imprevisibilidade e do acaso.
Mas também hoje, ou pelo menos hoje, apetece-me guardar para mim o que estou a sentir.
Claro que penso que andamos todos a preocuparmo-nos com as coisinhas erradas mas também sei que não é bem assim. Aconteça o que acontecer temos que nos preocupar com as nossas coisinhas, que sejam grandes ou pequenas, são as nossas, são o que nos confere identidade.


Mas claro que não consigo deixar de pensar, mais do que em "que parvos que somos" é em "que pequeninos que somos". Meros peõzinhos, meros peões.

4 comentários:

A mãe que capotou disse...

Minusculos, somos todos minusculos.

RAINHA MÃE disse...

cada vez mais pequenos neste mundo mais global....

evilkat disse...

Somos pequeninos... mas o nosso pequeno mundo e de quem ele faz parte eh o unico que realmente existe, o unico que realmente importa.

Marta disse...

Mas somos grandes para os nossos, é nisso que temos que pensar!

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