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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O tempo foge. Inglourious bastard.
Foge e foge-nos e escorre-nos por entre os dedos.
E nem esperes que olhe para trás.
Desta vez só mesmo uma felicidade inventada.
Isto é só um poema. Mas sou eu? Arrasto-me pela incoerência. E não confesso.
Sacana do tempo. Cada vez maior a distância.
E não se deixa apanhar.

Sabias que já há muito que não acordava a chorar?

É de mulher?
É de gente.

10 comentários:

Princesa disse...

Gostei...

Isa disse...

Ontem, por acaso, também senti necessidade de referir algo sobre o tempo.
Dependendo das circunstâncias do momento, pode fugir, como se pode arrastar penosa e lentamente...
Gostei do poema.
Bjs

Uma boa parte de mim disse...

É de Mulher e de gente, certamente, mas com P grande, de Pessoa. De Pessoa que sente a vida sem se anestesiar dela e lhe ficar indiferente.
Abraço forte

sofia disse...

Um abraço

Duchess disse...

Muito obrigada.

Abraço forte, apertado, sentido.

O tempo tem com as pessoas uma relação estranha, sem dúvida.

Mamã Petra disse...

Gostei muito do poema, e sim eu tenho uma relação dificil com o tempo, eu queria ter muito mais tempo.

Beijinhos

Duchess disse...

Obrigada:)

Sandra disse...

Mais um post LINDOOOOO .... AMEIIIIIIII.

Beijo mais bom em ti.

Sandra Gonçalves

raquel disse...

adorei
beijo doce*

Ana disse...

É de gente grande.
Beijo.

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