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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Work (hard) and no drama



Depois de ler este artigo fiquei a pensar nestas questões.

Com que idade é que acham que as crianças podem e devem começar a trabalhar fora de casa, em empregos de verão?

Quem trabalhou durante a licenciatura, para ajudar a pagar o curso?

Quais são as vossas experiências neste campo?

O que aconselham a outras mães?



9 comentários:

Fil disse...

Estou totalmente de acordo com o artigo! Aos 16 anos comecei por ser guia turística nas caves do vinho do Porto e mais tarde na faculdade tinha muito tempo livre e trabalhei num café. Muita gente me perguntava "estás a trabalhar porque estás de castigo?", mas para mim era importante sentir que estava a fazer alguma coisa com o tempo livre que tinha E mais importante do que isso, a ganhar o MEU dinheiro para poder fazer o que quisesse com ele!
Incomoda-me muito esta mentalidade do "vou ficar em casa a jogar joguinhos no computador e pedir €20 aos meus pais para ir jantar fora".
Acho importantíssimo que os miúdos aprendam a desenrascar-se sozinhos... Acho 15/16 anos a altura ideal para começar! A minha filha só tem 8 meses mas espero educá-la com esta mentalidade!

eucomplicotucomplicasnoscomplicamos disse...

Eu tenho 33 anos e começei a trabalhar nas férias e aos fins de semana com 15 anos, quando fui para o secúndário trabalhava á noite depois de sair do liceu as 19h...chegava a casa a 24h...trabalhava os fins de semana, os meus pais nunca foram de acordo, mas eu adorava ser independente, fazer mais para além da escola.. aprender mais...ser mais independente...terminei liceu sempre a trabalhar e não me arrependo e nunca me prejudiquei na escola. Hoje sou mãe e faz-me muita confusão os miúdos ficarem em casa nas férias...estarem dias sem fazerem nada...nada...

Saia á noite, ia ao cinema, comprava roupa, oferecia prendas, fartei-me de passear e viajar...tudo com o meu dinheiro...(e os meus pais podiam-me dar dinheiro) e o prazer que me dava ter o "meu" dinheiro...

bJOS

Socorro, tirem-me deste filme!!! disse...

Olá, eu li o artigo até ao fim e posso dizer que eu fui uma das afortunadas que os pais tudo deram e tudo podiam (até agora...com esta crise...) eu andava por aí e sempre que precisava de dinheiro lá estava a mesada... Mas mesmo assim trabalhei num call center, não durou muito, depois fui dauqlas miudas incritas numa agencia e fazia conferencias, na fil estava a receber clientes, trabalhei num pavilhao na expo98, fiz publicidade a marcas dentro e fora de supermercados, trabalhei para a sociedade ponto verde a ensinar os miudos a reciclar, emfim mas tenho noção que aquilo que fiz não foi o suficiente, não senti que trabalhava porque se precisava os meus pais davam dinheiro. Até parece que estou a ser mal agradecida mas o que não me deram foi o incentivo para trabalhar para viver. Fiz a universidade toda às custas deles, sem nunca me importar de saber quanto custava, quanto lhes custava, quando fui trabalhar para uma companhia aerea considerei este o meu primeiro trabalho e até hoje foi o que mais gostei e muita pena tenho eu de não ter continuado, de ter cedido a opiniões contra e ter largado. A primeira vez que vi o saldo da minha conta com o primeiro ordenado daí, fiquei em extase... Dai casei e fui trabalhar para o ramo da hotelaria... hoje e olhando para trás acho que deveria ter iniciado mais cedo, ter tido orgulho e ter tido de trabalhar para saber o que custa e dar valor, hoje às vezes ainda me custa a acreditar na minha vida laboral, como a geri mal e hoje já com quase 40 ando à deriva...mas tenho orgulho de em tudo por onde passei ter dado tudo de mim e ter realmente trabalhado. Ao menos não vivo do subsidio. Mas hoje quando vejo a malta nova, não se esforçam pq se sairem vao para o fundo de desemprego, continuam a sair à noite e a beber e fumar e dançar e durante o dia queixam-se de nao ter dinheiro... enfim, claro que não posso generalizar, há muitos que se esforçam mas como hoje em dia já não há carreiras pelas quais suspirar, também isso afecta a decisão de muita gente...

Marta A M disse...

Sempre tive mesada dos meus pais, mas nunca era muito. Então, e em paralelo á escola e ao curso tinha trabalhos por fora, muitas vezes durante as ferias, aos fins de semana, e de manhã bem cedo. E foi assim que consegui fazer algumas viagens, comprar roupa que considerava indispensável, e poder ir de férias com os meus amigos. Acho saudável um jovem ter que trabalhar, da-lhe a noção do dinheiro e do esforço.

micaju disse...

Comecei a trabalhar ao fds e nas férias com 14 anos, por minha iniciativa, não por incentivo dos meus pais. Queria ter o meu dinheiro, primeiro para coisas de menina, depois para férias com as amigas e saídas à noite. Terminei o 12º ano com boa média, mas não entrei no curso que queria. Decidi (contra a opinião do meu pai, que achava melhor eu concorrer a um curso em q entrasse e depois veria..)voltar a concorrer no ano seguinte, enquanto estudava para melhorar a média e procurar trabalho. Trabalhei, nesse ano numa fábrica, em q eu era a única com mais do q o 6º ano, e q pretendia um curso superior. Não me achei melhor nem pior, integrei-me bem e trabalhava com gosto de receber ao fim do mês. Continuei a estudar, melhorei a média, entrei no curso que queria, e só deixei de trabalhar quando cheguei à faculdade, porque a carga horária do curso, não o permitia. Entretanto, trabalho desde 2002, sempre na mesma àrea, embora em ambientes diferentes, por vezes hostis, nunca me faz confusão. Adapto-me sempre bem, aos ambientes e aos horários.
Penso q se deve ao facto de trabalhar desde os 14.
Os meus irmãos mais novos nunca trabalharam, agora, ao primeiro reparo do chefe, ou de um cliente, vão-se abaixo. E eu acho que é isso que nos diferencia, eu ter trabalhado desde sempre, e eles não.

Polly disse...

Eu comecei também a trabalhar aos 17 anos. Quando entrei na faculdade e sempre trabalhei ao longo do curso, em part-time, agencias de figuração, etc. Os meus pais pagavam-me o curso, mas para as minhas "coisas", como carta de condução, computador portátil, roupas de "marca" (lol)etc, fui eu. Ainda que não precisasse deu-me um gozo muito grande.
Nunca vou esquecer um trabalho de verão que fiz num parque, a apanhar ervas com uma amiga, durante o mês de Julho. Custou-me tanto, mas aprendi imenso. Ver os outros a passear e eu a trabalhar. Ainda tenho a cópia do cheque de 15 contos. A amizade com ela também. Tinha 14 anos.

Polly disse...

Eu comecei também a trabalhar aos 17 anos. Quando entrei na faculdade e sempre trabalhei ao longo do curso, em part-time, agencias de figuração, etc. Os meus pais pagavam-me o curso, mas para as minhas "coisas", como carta de condução, computador portátil, roupas de "marca" (lol)etc, fui eu. Ainda que não precisasse deu-me um gozo muito grande.
Nunca vou esquecer um trabalho de verão que fiz num parque, a apanhar ervas com uma amiga, durante o mês de Julho. Custou-me tanto, mas aprendi imenso. Ver os outros a passear e eu a trabalhar. Ainda tenho a cópia do cheque de 15 contos. A amizade com ela também. Tinha 14 anos.

Filipa - Rosa ou Azul disse...

Bem...eu comecei cedo cedo cedo... No Verão desde os 13/14 anos... Sou do Ribatejo, e o que se fazia por lá no Verão? Apanhava-se tomate de rabo para o ar e a apanhar sol quentinho (entenda-se, escaldante). Ganhava ao cesto e no final das "férias de Verão" conseguia comprar umas Levis, ou umas All Star e ficar com mais uns trocos. Durante o curso, trabalhei sempre durante o dia, e fiz o curso à noite. Havia noites em que chegava às 00h a casa, e tinha que arranjar tempo para fazer trabalhos...sendo que, às 7h da matina, o despertador era impiedoso.
Assim, fiz o meu curso todo. Os avós pagavam-me o quarto em Lisboa, e eu ganhava dinheiro para tudo o resto. Foi duro? Foi, pois. Mas cresci. Aprendi. Fico muito orgulhosa de mim!
Nada nesta vida se consegue sem esforço....e feliz ou infelizmente, sei-o desde cedo!
:)

Diana Mora Moraes disse...

Poder comprar o cd, o leitor de mini cds... aqueles ténis... :) é bom!! :)

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