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domingo, 18 de janeiro de 2015

Mum-of-four ou Famílias 4D - Gracinha Viterbo





Sempre tive um fascínio pela Gracinha.
Aproveitei para lhe prestar uma homenagem num post que foi bastante visto, o Mums-of-four ou famílias 4D.
E agora tenho-a aqui comigo, na primeira pessoa. Uau.
Vamos ficar a conhecer um pouco mais sobre a Gracinha-Mulher, Gracinha-Profissional e Gracinha-Mãe. Falar de como estes três vértices se completam e também de escolhas, de amor e de respeito.
De uma mulher cheia de vida, de mundo e de muita pinta. Uma grande, grande mulher.





Bem , tenho 36 anos, sou gémeos ascendente gémeos e com isto sinto os meus 8 braços a trabalhar diariamente, sou multi tasker, e camaleónica. Prática e complexa, artista e funcional. Ou seja encontro sempre o equilíbrio com o valor contrário. Gosto de simplificar…isto ensinaram-me os meus 4 filhos , tive 4 flhos em 5 anos e nunca deixei de trabalhar….e não acho que se é má Mãe por isso, nem julgo quem escolha o contrário. ADORO ser Mãe, mas exactamente por isso acho que devo ser Mulher, para que os meus filhos rapazes saibam o que é ser Mulher e respeitem as mulheres que um dia mais tarde entrem nas suas vidas e que a minha filha se respeite e tenha vontade de explorar todo o seu potencial como Mulher. É uma escolha pessoal com a qual vivo bem e como acho que todas as respostas são certas se acreditarmos nelas, acho que não há resposta certa para o dilema mãe que  trabalha ou não, as duas tem valor e muito Amor para dar.



A Gracinha Mãe vive em conflito com a Gracinha Profissional, mas a Gracinha Mulher é a mediadora…um dia os nossos filhos partem para acabarem de escrever as suas próprias Histórias e eu quero continuar a minha própria historia como legado que lhes posso deixar.
Assim, a Gracinha Mãe organiza-se e divide-se por 4 , cria momentos inesquecíveis, torna pequenos nadas muito especiais...mas também se zanga e educa. É sempre Mãe primeiro e depois amiga.


Adoro o meu trabalho. Sou apaixonada pela vida, por viver a vida, pelo mundo e por conhecer o mundo. Tenho o curso de Arquitecta de Interiores mas desenvolvi um approach ao meu trabalho diferente. Não sou uma vendedora de móveis, sou uma contadora de historias, interpreto vidas e torno-as mais práticas, mais funcionais, mais organizadas e, até, mais poéticas através dos meus projectos. A vida é feita de uma infinidade de momentos e os espaços também. Sejam casas, escritórios ou hotéis eu crio para esses momentos.


Hoje estou à frente da empresa mais antiga desta profissão em Portugal.  A minha mãe fundou-a há 43 anos e eu lidero-a há 7, lado a lado com o marido  e com uma grande equipa de profissionais de mão cheia. Temos escritórios em Angola e em Singapura . 

Tenho ganho prémios internacionais com os projectos Viterbo residenciais e de Hotelaria e tenho como missão pôr Portugal no mapa Internacional da minha profissão e dar trabalho em Portugal para o mundo. 

Como mulher quero sentir-me preenchida e activa. Como mãe quero descobrir infinitas formas de dar e de receber e tornar-me todos os dias uma pessoa melhor. Ui o que já aprendi destes meus 4 filhos - 3 rapazes e uma menina no fim.  Já publiquei um livro em 2009 sobre lifestyle e a vida depois do interior design, e tenho a certeza que a maternidade  dava para escrever outro livro, do tanto que aprendi e delineei experiência após experiência.  Também colaborei noutros livros e em parcerias com marcas, fiz as montras da Hermés no Chiado no princípio da minha carreira, e que durou uns anos; tenho um projecto pedagógico on-the-side que se chama I AM  e que tem a ver com crianças e criatividade, mais especificamente, como é que as crianças podem encontrar a sua criatividade e se motivarem a aprender todas as disciplinas através dela, porque a criatividade é o verdadeiro motor de curiosidade e de respostas para a Vida. 

Como equilibrar isto tudo? Como MUITA organização e um marido que ajuda MUITO. E …dormindo menos do que estava planeado, mas também faz parte .

Vivo entre Singapura e Portugal com a minha família. Rimos, choramos, zangamo-nos, corremos, vivemos , decidimos, temos dúvidas, vamos em frente  e, como toda a gente, temos dias bons e dias maus.
Uma verdadeira vida cheia e que um dia possa eu dizer que Vivi...e vivi muito!

Inspiro-me em e com tudo e se não me inspirar…olho outra vez ,como diz Sir Paul Smith.

Depois de tudo isto podia dizer que se tivesse de escolher, não pensava duas vezes. Escolhia a Gracinha-Mãe. Mas quero alimentar estas 3 Gracinhas e fazer o melhor que posso com o que a Vida me deu.  










Muito, muito obrigada.


http://instagram.com/gracinhaviterbo - instagram pessoal
http://instagram.com/viterbo_interior_design - instagram profissional


Leiam também esta entrevista aqui. Está muito interessante.






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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Porque é que as mães chegam muitas vezes atrasadas e deviam ser SEMPRE desculpadas por isso


1 - A minha filha quis vestir-se sozinha e não posso dizer-lhe que não quando ando a incentivá-la a ser autónoma.

2 - Estávamos a entrar no carro quando o meu filho se lembrou de pedir para fazer cocó, várias vezes seguidas.

3 - Não conseguia encontrar as chaves do carro, nem a chucha do bebé, nem a minha sanidade mental.

4 - Estivemos cerca de 15 minutos a decidir se ouvíamos os Caricas, a Xana Toc Toc ou a Rádio Comercial.

5 - Um dos sapatos da miúda eclipsou-se por artes mágicas. Sinceramente acho que nos assaltaram a casa durante a noite, enquanto dormíamos, e levaram-no. Só pode. Para quê? Não faço ideia. Talvez para fazerem chantagem, pedirem resgate ou para uma qualquer experiência científica. Pior do que isto só mesmo o insondável mistério das meias desaparecidas.

6 - O meu filho mais novo achou que era uma excelente altura para saber como nasciam os bebés.

7 - E o meu mais velho achou que era uma excelente altura para lhe contar a verdade.

8 - Ninguém pareceu ouvir-me dizer "Temos de ir!!", embora eu o tenha repetido cerca de 22 vezes seguidas, com o volume no máximo e ares esgazeado.

9 - O meu filho lembrou-se, mesmo à saída, que tinha prometido ao amiguinho levar o carrinho verde para a escola. Olhe que promessa de escuteiro é para cumprir. Sim, ele só tem 12 meses, mas há-de ser escuteiro um dia. E sim, ele ainda não fala, mas andam a praticar a leitura de mentes como projecto educativo.

10 - Os meus filhos decidiram começar a discutir sobre qual é que levava as meias do Homem Aranha, sobre qual deles é que era o Hulk e qual era o Homem de Ferro. Mas estabeleceram logo entre eles que eu era a Mulher Invisível. Indubitavelmente.

11 - Não conseguia encontrar o meu iphone. Eu NÃO posso sair de casa sem o meu iphone. Por causa dos miúdos, claro.

12 - O meu filho ficou com febre a caminho do colégio.

13 - O meu cão comeu o trabalho de casa do meu filho e teve uma indigestão. Ainda tentámos colar os bocadinhos, mas pareceu-nos muito pouco higiénico.

14 - O meu filho não quis sair de casa sem o trabalho de casa e eu...oh, eu fiquei a dar banho ao cão.

15 - O meu filho lembrou-se que se esqueceu que tinha o projecto de ciências para entregar.

16 - A minha filha decidiu fazer um desenho para si chefe. Mesmo à hora de sairmos de casa. Olhe que coisa mai linda!

17 - Não conseguia encontrar o meu filho. Parece mentira, mas é verdade. Está constantemente a acontecer-me. Não, não fui eu que o encontrei. Eu estive simplesmente a fazer chantagem durante 20 minutos, para que aparecesse. Finalmente acertei no boneco preferido da última meia hora.

18 - O meu filho de 7 quis entrar no carro pela mesma porta, ao mesmo tempo, que o meu filho de 3. Ainda por cima estava a chover. Sim, claro que é um facto relevante.

19 - A minha filha fez uma birra do tamanho da minha neura, que tinha de ser ela a colocar o cinto da cadeira. Sim chefe, ainda estamos a trabalhar naquilo da autonomia.

20 - Juro que tinha uma desculpa importantíssima para chegar tarde. Só que não me lembro qual. Perdi a memória e não há meio de a encontrar. Ser mãe é dose.








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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

E acabamos assim a rubrica Tal mãe, tal filho...



De uma forma irreverente...




com um pai!!

com o pai do blog E os filhos dos outros



Um pai cheio de graça, cheio de coisas interessantes para dizer, cheio de braços que se multiplicam e crescem para muitos abraços.




Obrigada João por aceitares o convite. Obrigada ainda ao João Maria e ao Manuel Maria.




Obrigada também a todas as bloggers que participaram nesta rubrica, que fez ligar pontas, pensar o passado e projectar no futuro.




Aos meus queridos leitores uma palavra final, se tiverem ideias para novas rubricas não hesitem. Contactem-me pelo mail do blog. Vou gostar imenso de vos ler.








João, 33 anos

pai do João Maria 3 anos e do Manuel Maria 10 meses.





1 - És pai amigo, pai cúmplice, pai autoritário, pai divertido? Peço-te que te descrevas enquanto pai dos teus filhos.


Sou um bocadinho de cada. Gostaria que os meus filhos me vissem como um amigo e os amigos respeitam-se. Mais, o amigos hierarquizam-se. Lá em casa, manda a Mãe e o pai (quando a Mãe deixa). Eles saberão sempre isso.




2 - Os teus filhos são mais mãe ou mais pai?


No mimo, são Mãe, sempre Mãe. Na galhofa, pai.




3- No que é que os teus filhos são mais parecidos contigo?


Fisicamente, o MM é muito parecido com a minha versão bebé. Já o JM o era. O JM é muito brincalhão como o pai, mas o ‘despacho’ e a tagarelice são claramente da Mãe. 




4 - As parecenças contigo deixam-te orgulhoso? 


Sim. Já uma vez escrevi sobre isso. Ver que os rapazes são parecidos consigo, deixa qualquer pai muito inchado. É uma coisa biológica, como fosse a própria vida a dizer-nos: «Estás a ver? Este é parte de ti. Cuida dele!»




5 - Preferias que eles fossem mais parecidos contigo em quê?


Sinceramente, não estou a ver nenhuma das minhas eventuais qualidades que não sejam suplantadas por aquelas que nasceram com os meus filhotes. Aos olhos deste pai, eles são perfeitos. Não mudava nada.




6 - No que é que preferias que eles não fossem parecidos contigo? 


O JM nasceu com uma aversão à comida que herdou, quer de mim quer da Mãe. Foi coisa que nos atormentou durante 2 anos, mas que vem sendo ultrapassada gradualmente. Se herdou mesmo isto dos pais, vai acabar um verdadeiro aventureiro culinário a querer experimentar as comidas mais exóticas, dos países mais remotos.


7 - Os teus pais, avós ou tios costumam dizer-te "ai que ele é tão parecido contigo. Fazia exactamente a mesma coisa"? 


Constantemente.




8 - Quem escolheu o nome deles? 


Foi sempre uma escolha mais ou menos consensual. O João herdou o nome do pai, do avô materno e do bisavô materno. O Manuel herdou o nome de um bom amigo que perdemos por altura em que soubemos da gravidez e do outro bisavô materno (também já falecido). São os dois Maria, porque nasceram em Janeiro… É fazer as contas para trás.




9 - Como é que os imaginas daqui a 10 anos?


Daqui a 10 anos, o JM terá 13 anos e o MM quase 11 anos. Se conseguirmos mantê-los na linha (assim espero), estarão na escola, com boas notas (especialmente a Matemática), amigos um do outro, amigos do futebol e da praia, eventualmente a tocar um instrumento musical.




10 - Como é que imaginas a vossa relação daqui a 10 anos?


Deverão estar a entrar na fase de testar a sua autonomia e a nossa paciência ao limite. Veremos...






João, pai, com cerca de 1 ano

João pai, por volta dos 3 anos




João Maria, 3 anos

Manuel Maria, 10 meses










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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Tal mãe, tal filha - com a Paula do Angel Luzinha


Conheço a Paula do Angel Luzinha há um pouco mais de um ano, quando nos encontramos num evento em Lisboa - parece que foi há muito mais tempo, não parece?
Ficámos imenso tempo à conversa e só não ficámos mais porque não podíamos.
Duas alentejanas com imensas coisas para contar. E um óptimo gargalhar.


Infelizmente não nos temos encontrado muitas vezes, mas a Paula é daquelas pessoas com quem dá vontade de estar. Eu considero-a uma pessoa muito especial.




Mãe: Paula, 37 anos

Filha: Rafaela, quase, quase a fazer 6. É já no dia 26!




1- És mãe amiga, mãe cúmplice, mãe autoritária, mãe divertida? Peço-te que te descrevas enquanto mãe da tua filha.


Antes de responder a esta pergunta, a primeira coisa que fiz foi ouvir a opinião da Rafaela. Ela, melhor que ninguém, sabe como responder a esta questão de forma genuína. "És a mãe mais querida, fofinha e amorosa do mundo!", disse ela. A verdade é que a cumplicidade entre nós é inexplicável. Sou a mãe lamechas que a enche de beijos a toda a hora e que nunca se cansa de dizer o quanto a ama. Sou a mãe que brinca e aproveita todas as brincadeiras para a estimular e lhe passar ensinamentos nas mais diversas áreas. Sou a mãe que se transforma em monstro das cócegas e rebola com ela no chão. Sou a mãe que passa tardes sentada no tapete a brincar com as Barbies e as Monster High. Sou a mãe que corre, pula e anda de bicicleta, skate e trotinete. Sou a mãe que regride no tempo e se transforma em colega de brincadeiras. Sou o ombro amigo com quem pode partilhar o que lhe vai na alma pois sabe que estou aqui para a ouvir, apoiar e proteger. Sou a mãe que passa horas com ela a fazer trabalhos e livros de fichas. Sou a mãe que lhe estimula a auto-estima para que cresça forte e segura de si neste mundo cada vez mais exigente e cruel. Mas também sou a mãe que lhe impõe regras, limites e que não tolera qualquer falta de respeito ou má educação.




2 – A tua filha é mais mãe ou mais pai?


A Rafaela é a cara chapada do papá com a personalidade (e o cabelo!) da mamã.




3 - No que é que a tua filha é mais parecida contigo?


Na maneira de ser. Posso afirmar que, até à data, é uma cópia quase fiel da minha personalidade. Por vezes diz-me que, quando for grande, quer ser igualzinha a mim. Fico babadíssima com tamanha admiração mas faço questão de frisar que deve ser sempre fiel a si mesma. Se há coisa que eu prezo é a originalidade.




4 - As parecenças contigo deixam-te orgulhosa?


Algumas deixam-me extremamente orgulhosa mas outras deixam-me preocupada.




5 - Preferias que ela fosse mais parecida contigo em quê?


Em mais nada, caso contrário seria um clone e isso não tem piada nenhuma! Felizmente tem a cara do papá e dele também herdou o gosto pelo mar (surf, natação), pela cozinha e pelos jogos de computador.




6 - No que é que preferias que ela não fosse parecida contigo?


Gostava que ela fosse mais calma. O meu marido é um homem bastante calmo mas eu sou uma ventania humana. Sou nervosa e super agitada e a Rafaela herdou este bicho carpinteiro! O papá chega a dizer que não sabe qual das duas é pior! Eu própria gostava de ser uma pessoa mais calma, menos perfeccionista, menos preocupada.... mas não consigo e a Rafaela é exactamente igual. Por outro lado, também é extremamente doce e sensível. É dona de um coração do tamanho do mundo e as pessoas assim acabam sempre por sofrer (eu que o diga!). Por outro lado, é esta energia explosiva que nos corre nas veias, que nos faz abraçar a vida e acordar sempre com vontade de mudar o mundo e fazer mais e melhor!





7 - Os teus pais, avós ou tios costumam dizer-te "ai que ela é tão parecido contigo. Fazia exactamente a mesma coisa"?


Sim, os meus pais costumam dizer que ela é uma versão melhorada (leia-se ainda mais enérgica!) que eu. É um upgrade que me faz chegar ao fim do dia exausta! Por outro lado, todos olham para aquela carinha e vêem o papá. Foi assim desde que nasceu! Foi exclamação geral!




8 - Quem escolheu o nome dela?


Fui eu e o papá adorou e concordou de imediato.




9 - Como é que a imaginas daqui a 10 anos?


Ui!!!! Daqui a 10 anos terá 16! Linda, feliz, carinhosa, extrovertida, sociável, enérgica, perfeccionista, organizada, responsável, teimosa, refilona, aventureira mas simultaneamente cautelosa... tudo aquilo que ela já é mas em versão teenager! E que tenha juízo porque os adolescentes nos dias de hoje estão muito à frente e isso assusta-me imenso. Por melhor que seja a educação nunca se sabe que pedras podem surgir no caminho. Se não tiveram uma boa auto estima e um grande sentido de responsabilidade, nada feito. É nisso que vou continuar a trabalhar arduamente até lá.




10 - Como é que imaginas a vossa relação daqui a 10 anos?


Espectacular, como é hoje, mas com as desavenças próprias de quem tem uma adolescente em casa. Por enquanto prefiro nem pensar nisso! Adoro ver a bicharoca fofinha crescer mas não deixa de ser um sentimento agridoce. 




Muito obrigada Paula e Rafaela.
Um grande beijinho.























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E para semana termina. Quem será, quem será?





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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Tal mãe, tal filhas - com a Marta do MAPSHOW



A Marta Aragão Pinto é gira que dói. 

Ela é muito gira, as filhas são giríssimas e é uma família cheia de pinta.
E até o blog (MAPSHOW) tem um estilo boémio chic que me agrada imenso.
Já gostava dela antes de a conhecer e agora ainda gosto mais.

Convidei-a por todo este glamour hippie que adoro, mas também porque queria muito ter nesta rubrica uma família reconstituída. Sei que muitas se vão identificar com ela. E adoro a forma descomplicada e maravilhosa que lida e fala da sua família.




E ainda por cima é cá das minhas. Escreve que se farta!!

:)



Mãe: Marta, 37 anos

Filhas: Mónica, 11; Vera, 9 e Joana 5 anos







1 - És mãe amiga, mãe cúmplice, mãe autoritária, mãe divertida? Peço-te que te descrevas enquanto mãe das tuas filhas.


Sou uma mãe feliz. Uma mãe do amor. Uma mãe abençoada. Uma mãe que quer ver sempre as filhas felizes. Uma mãe que quer ter sempre tempo para as filhas. Uma mãe que quer que as filhas contem com ela para tudo. Uma mãe que quer proteger as filhas de tudo mas ao mesmo tempo as quer preparar para a vida. Uma mãe que quer passar-lhes princípios e valores estruturais. Uma mãe que lhes diz que não há nada como a verdade. Uma mãe com princípios muito fundamentalistas e que não prescinde de os passar para as filhas como regras inquebráveis. Como espinha dorsal para enfrentar a vida. Uma mãe que sabe que um sorriso pode fazer uma grande diferença e que uma conversa sensata educa muito mais do que um berro. Uma mãe que leva as filhas para todo o lado e sempre que pode não sai de casa sem elas. Uma mãe que tem nas filhas as suas maiores companhias, as suas grandes companheiras. Uma mãe do bem que passa a mensagem que o mais importante é rodearmo-nos de quem nos quer bem. Uma mãe que que quer passar às filhas a educação que os pais lhe passaram. Uma educação baseada acima de tudo no diálogo, na comunicação e na compreensão. Uma educação baseada na liberdade que a verdade e a honestidade nos traz. Uma educação que faz as minhas filhas saberem que o seu porto seguro será sempre o colo da mãe. Uma mãe que passa a mensagem que se souber que as filhas se esforçam para dar o melhor delas em tudo o que se propõem a fazer vão ser sempre o meu orgulho e a minha razão de viver.




2 – As tuas filhas são mais mãe ou mais pai?


Elas são as 3 mãe, aliás cá em casa temos um género de contagem com as vezes que elas chamam mãe mesmo quando o pai está em casa.

Sou eu que estou mais disponível em termos de tempo por isso acabam por contar comigo em tudo. E mesmo quando estamos os dois em casa e podem pedir ajuda a um ou a outro vêm sempre ter comigo...é o hábito...Mas depois adoram ter o Pai em casa e são completamente meninas do Papá. Gostam de lhe mostrar tudo e mais alguma coisa quando percebem que as atenções dele estão completamente vidradas para elas. E mostram-lhe trabalhos, músicas, danças e lutam para ver quem vai à rua com ele. Mas têm as três o feitio muito diferente. A Mónica está sempre a rir, não vê maldade em nada, acredita nas pessoas e quer dar o seu melhor em tudo, quando não consegue o seu objectivo fica furiosa com ela própria. A Vera é uma “Peace and love”, deixa andar, para ela está sempre tudo bem desde que não a chateiem. É tão zen que se torna distraída para o que sabe que não é importante. A Joana é a gozona cá de casa. Tem um humor muito próprio que nos faz rir às gargalhadas. Só dá confiança quando lhe apetece e nem sempre se consegue arrancar um sorriso...personalidade muito própria.

Dizem que a Mónica é a mais parecida comigo...no feito complicado...porque está sempre a rir mas quando as coisas não são como ela quer, fecha a cara amua e fica “insuportável”.

A Vera é mais parecida com o Pai Ruca. É muito boazinha. Guarda tudo para dentro.

A Joana é Pai Filipe. Só dá confiança quando lhe apetece. Mas dizem que em pequenina também era assim, arisca...e acho que ainda sou... 




3 - No que as tuas filhas são mais parecidas contigo?


Resposta na pergunta acima... 




4 - As parecenças contigo deixam-te orgulhosa?


A parecença que todas têm e que me deixa muito orgulhosa é acreditarem nos seus princípios e valores e não abdicarem deles, mesmo quando o mundo todo está contra. E isso têm as 3 e essa forma de teimosia que herdaram de mim acho que só lhes vai trazer coisas boas. Porque vão sempre seguir o caminho em que acreditam e não serem influenciáveis e seguirem o caminho que outros lhes podem apontar. Se acreditarem sempre nas suas escolhas vão ser pessoas bem resolvidas o resto da vida com elas próprias.

O que mais prova que elas são bem resolvidas é com a questão de terem dois pais. O Filipe é um segundo Pai para a Mónica e a Vera desde sempre e elas chamam-no Pai Filipe. E desde que a Joana nasceu que o Pai Ruca quando vem buscar as mais velhas para irem para casa dele leva a Joana também. Elas não se separam nunca e têm a sorte de terem dois pais maravilhosos que fazem questão disso. Quando olho para as 3 com os dois pais, quando vejo e sinto o amor que está ali é impossível não ficar de lágrimas nos olhos. A união e o amor entre todos faz-nos uma família tão feliz. Sinto sem dúvida que essa é a minha maior vitória no que respeita a proporcionar-lhes a melhor harmonia familiar possível, mesmo tendo tido um casamento falhado. E contar com o Pai Ruca e Pai Filipe, com a cumplicidade deles nessa missão tão importante que é a felicidade delas acima de tudo. As minhas filhas têm a sorte de serem a prioridade da mãe e a prioridade dos dois pais. E são tão abençoadas por isso. 




5 - Preferias que elas fossem mais parecidas contigo em quê?


Naquilo que já são...e que me deixa uma mãe tão babada...saber que são como eu e que no seu dia nunca se esquecem de 3 coisas muito importantes: Respeito por elas próprias, pelos outros e pelos seus actos.




6 - No que é que preferias que elas não fossem parecidas contigo?


O feito da Mónica podia não ser tão parecido...porque se calha não fazerem a vontade às duas ao mesmo tempo(a mim e a ela) é melhor não ficarem, por perto... 




7 - Os teus pais, avós ou tios costumam dizer-te "ai que ela é tão parecido contigo. Fazia exactamente a mesma coisa"?


Sim...dizem que eu era arisca quando era mais pequena como a Joana. Que só falava a quem me apetecia, não dava confiança a ninguém e só me ria quando tinha mesmo vontade. Não fazia fretes, nem era simpática só por ser. Relativamente à Mónica o meu marido e ex marido dizem que é igualzinha a mim....com um feitio muito especial...não sei se isso é bom ou mau... 




8 - Quem escolheu o nome delas?


Desde sempre disse que queria dar o nome Verónica quando tivesse uma filha. O meu ex marido (pai da Mónica e da Vera) não gostava, então pusemos Mónica à primeira filha sendo uma derivação de Verónica e Vera à segunda. Dois nomes escolhidos pelos dois e que gostámos automaticamente à primeira, sem qualquer dúvida.


Relativamente à Joana, voltei à carga com a Verónica mas o meu marido também não gostava, pensámos noutros nomes e o meu marido sugeriu darmos o nome Joana por ser o nome da minha mãe. Ao inicio fiquei apreensiva, não queria que a nossa filha ficasse com um nome tão carregado de significado e Joana tinha sido a minha mãe e ponto final. Mas com o tempo fui pensando que aquele nosso bebé era enviado pelos meus anjinhos, e não havia homenagem melhor do que lhe chamar Joana. A minha mãe ficaria muito feliz... Para além disso fizemos um jogo de papéis com os vários nomes que gostávamos para tirar à sorte, o meu marido fez batota e calhava-lhe sempre o nome Joana (porque ele marcou o papel-só soube depois) e eu achei que era um sinal. Mas foi a maneira de me convencer:)




9 - Como é que as imaginas daqui a 10 anos?


Imagino-as 3 mulheres lindas.
Cheias de rapazes atrás delas, com os futuros profissionais a desenharem-se.
A aproveitarem a vida, a fazerem os programas que gostam com os amigos e connosco.
A continuarmos a fazer muitos programas em conjunto e a divertirmo-nos muito.
Vejo-as essencialmente a fazerem a diferença, e a deixarem a sua marca.




10 - Como é que imaginas a vossa relação daqui a 10 anos?


Exactamente como é agora.
Continuando a viver uma vida que permita olhar para trás e sorrir.
Continuando a celebrar a vida, tendo sempre a família como o pilar mais importante e mais valioso.
Vamos estar ainda mais cúmplices, ainda com mais memórias criadas em conjunto, ainda com mais fotografias na parede e principalmente cheios de momentos especiais no coração.





Muito obrigada Marta, Mónica, Vera e Joana.
Um grande beijinho.




Mãe Marta







Mónica





Vera







Joana






As manas




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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Tal mãe, tal filhos - com a Marta do My Baby Blue Blog



Conheci a Marta do My Baby Blue Blog num encontro de bloggers, em Junho/Julho. A empatia foi imediata. Pessoas que me façam rir, que me façam sentir bem, que me façam sentir em casa, assim de repente, ganham um lugarzinho no meu coração. Passaram-se alguns meses, até que nos voltámos a ver noutro encontro de bloggers e a empatia estava lá, intacta, e foi tão bom poder comprová-lo.

Bom...tirando a parte em que a Conchinha espirrou a sopa verde escura para a blusa branca imaculada da minha colega destas lides. Ups.


Cheira-me que nos vamos encontrar mais algumas vezes. E vou gostar bastante disso.



Espero que ela faça a viagem de uma hora que separa o Porto de Coimbra e que me venha visitar no dia 7 de Dezembro. 




Nome mãe : Marta, 32


Filhos: João, 4 e Tomás, 17 meses





1- És mãe amiga, mãe cúmplice, mãe autoritária, mãe divertida? Peço-te que te descrevas enquanto mãe dos teus filhos.


Acho que sou um pouco de tudo. Mãe amiga sem dúvida que sim e tento ser mãe divertida. Mas às vezes tenho também que ser mãe autoritária...




2 - Os teus filhos são mais mãe ou mais pai?


Os meus filhos são virados para o pai para as brincadeiras - principalmente para aquelas brincadeiras de rapazes com bolas, saltos e carros. Depois para a mimalhice vêm ter coma mãe. Então quando estão doentes, ou mais cansadinhos é só mãe.




3 - No que é que os teus filhos são mais parecidos contigo?


O Tomás ainda é pequeno, não consigo ver bem ainda os traços de personalidade. Já o João tem muita coisa minha, o que nem sempre é óptimo, pois não há um teimoso sozinho....

Em termos físicos são os dois ao meu lado, com a pele e cabelo clarinhos.




4 - As parecenças contigo deixam-te orgulhosa?


Gosto que sejam parecidos comigo (se bem que não consigo ver bem as semelhanças, mas muita gente diz que há). Mas confesso que também gosto de ver certos gestos e traços do pai.




5 - Preferias que eles fossem mais parecidos contigo em quê?


Gostava que gostassem de pintar . Como. Qualquer criança, neste momento adoram pegar no lápis e desenhar no papel, mas gostava que quando fossem mais velhos que continuassem a apreciar arte.




6 - No que é que preferias que eles não fossem parecidos contigo?


Mais pacientes, como o pai....




7 - Os teus pais, avós ou tios costumam dizer-te "ai que ele é tão parecido contigo. Fazias exactamente a mesma coisa"? 


As vezes dizem, mas como são brincadeiras tão diferentes ( eu com bonecas, eles com carros) por vezes não há assim tantas semelhanças. Mas há pequenas coisas que me vão dizendo, " tu também fazias isso", e eu fico toda contente.




8 - Quem escolheu o nome deles? 


O João (pai) escolheu os nomes, e eu escolhi os padrinhos.




9 - Como é que os imaginas daqui a 10 anos? 


Imagino os dois enormes e eu pequenina atrás:) Imagino-os cheios de programas e coisas para fazer, e mais o futebol e aulas. Mas sempre muito meiguinhos para a mãe.




10 - Como é que imaginas a vossa relação daqui a 10 anos?


Claro que sei que vai ser diferente. Não vou poder estar a dar beijinhos e abraços quando quero pois nessa altura acho que eles não vão querer. Vou tentar que seja uma relação próxima e cúmplice, mas...não sei bem o que me espera com 2 rapazes pré-adolescentes...



Obrigada Marta, João e Tomás.

Um grande beijinho



Marta



João



Tomás





Mãe e filhos





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E quem será a próxima?





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